terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cooperativismo

COOPBRASIL potencializa atividades das cooperativas de consumo do país

COOPBRASIL potencializa atividades das cooperativas de consumo do país
 
As cooperativas de consumo brasileiras têm uma importante aliada para potencializar seus negócios e ajudar a desenvolver o ramo no país, sobretudo a partir deste ano. Em atividade desde julho de 2011, quando foi criada, a Cooperativa Central das Cooperativas de Consumo (COOPBRASIL) é a primeira do país neste ramo e visa dar escala para compras conjuntas das cooperativas fundadoras e as demais que se integrarem à Central.

A COOPBRASIL foi fundada por nove grandes cooperativas de consumo brasileiras, entre elas a Cooperativa de Consumo dos Moradores da Região dos Inconfidentes Ltda. (Cooperouro), sediada em Ouro Preto/MG e há mais de 30 anos no setor supermercadista, além da COOP, maior cooperativa de consumo das Américas, com sede em Santo André, São Paulo.

Mas o objetivo vai mais além. De acordo com o presidente da Cooperouro, Joaquim José de Oliveira Silva, um dos parceiros na fundação da COOPBRASIL, a nova Central possibilitará às cooperativas de consumo fazerem uma troca mais constante de conhecimentos sobre construção de lojas, política de recursos humanos e tecnologia da informação. Entre os benefícios com a instituição da nova Central, Silva destaca para 2012 a importação direta de mercadorias e a comercialização de produtos com a marca própria da Cooperouro.

Outra vantagem apontada por Joaquim Silva, cujos benefícios poderão ser estendidos a todas as cooperativas de consumo do país, é a implantação de cartões de crédito com bandeira própria, para consumo nas próprias cooperativas e suas redes. "Será possível ganharmos força junto às instituições financeiras para negociação em bloco de utilização de cartão, principalmente um private label, ou seja, um tipo de cartão de crédito emitido por um varejista e válido somente para compras no estabelecimento desse mesmo varejista ou em estabelecimentos credenciados", explicou Silva.

Fonte: Ocemg em 10/01/2012
 

Cooperativismo

Monte Alto ganha Shopping Rural da Coopercitrus

Monte Alto ganha Shopping Rural da Coopercitrus
 
O principal marco do 2011 para a Coopercitrus foi a reformulação na forma de comercialização de seus produtos, com o novo conceito de loja, agora denominada Shopping Rural. A terceira unidade dessa nova estrutura foi inaugurada mês passado, em Monte Alto, SP, com a presença da diretoria e de conselheiros da Coopercitrus e da Credicitrus, dirigentes de cooperativas, autoridades locais, cooperados, fornecedores, colaboradores, imprensa e convidados.

Os produtores rurais de Monte Alto já contavam com o fornecimento de insumos agrícolas, produtos veterinários, fertilizantes, dentre outros. A partir de agora, terão ao seu alcance uma concessionária Valtra com produtos e serviços diferenciados para tratores, máquinas e implementos, tudo isto em um mesmo prédio. O diretor presidente da Coopercitrus, Raul Huss de Almeida comentou sobre este novo conceito para a cidade e ressaltou a posição da Coopercitrus, com seu fechamento do ano de 1 bilhão de reais, agora se tornou a maior cooperativa no segmento de vendas de insumos, máquinas e implementos do Brasil.

“Este modelo valoriza o autoatendimento, que foi implantado de forma pioneira e com grande sucesso em nossa sede, em Bebedouro, SP, depois em Ribeirão Preto, e vem tendo amplos resultados nesses dois municípios. Estamos certos de que essa história se repetirá em Monte Alto. Este complexo é mais uma comprovação de como a Coopercitrus tem avançado ao longo dos seus 35 anos de atividades e de como ainda pode chegar muito mais longe. Com os investimentos feitos aqui, demonstramos que ela é também um exemplo de modernidade no cenário do cooperativismo brasileiro”, conta o diretor presidente.

Ano marcado pelo crescimento

2011 foi um ano marcado por desempenho positivo em todos os aspectos para a Coopercitrus. No ano em que completou 35 anos de atividades, a cooperativa renovou sua comunicação visual, mudou seu nome para Cooperativa dos Produtores Rurais e reformulou sua área comercial, mas o principal marco do ano foi sem nenhuma dúvida de seu primeiro shopping rural em Bebedouro.

Com o conceito de shopping rural, o cooperado e toda população, podem escolher livremente os produtos de que necessitam, expostos em prateleiras para seu autoatendimento, com exceção dos produtos de venda técnica que precisam de prescrição de receita, como medicamentos veterinários e defensivos agrícolas, além de máquinas de pequeno porte e ferramentas que necessitam de especificações técnicas. A intenção é que até o final de 2012, 10 novos shoppings rurais sejam inaugurados.

Fonte: Ocesp - Com informações de Natália Canevazzi - Coopercitrus em 10/01/2012

Notícias

Coleta inteligente

Coleta inteligente
 
Projeto da USP propõe gestão de material reciclável mais eficiente e participativa, com destaque para o conhecimento que catadores têm sobre o processo. Iniciativa é apoiada por cooperativa paulista de coletores e por pesquisadores dos Estados Unidos.

Com o crescimento econômico e o avanço tecnológico dos últimos anos, cresceu também a quantidade de lixo produzido nas cidades. Hoje o grande desafio é reaproveitar esses resíduos, a começar pela coleta seletiva – e pelo reconhecimento dos trabalhadores responsáveis por ela. Um projeto piloto da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com catadores do município e pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT), dá os primeiros passos nessa direção.

Batizado Forager, o projeto conta com um GPS (sigla em inglês de sistema de posicionamento global) para mapear as rotas percorridas diariamente por catadores de uma cooperativa paulista. A ferramenta registra informações como os pontos de coleta e o tipo de material reciclável. Paralelamente, um sistema on-line permite que comunidade local e empresas estejam em contato com os coletores, ‘doando’ resíduos via celular ou site – cujo acesso está restrito ao grupo.

“Nós estamos usando tecnologia em tempo real para tornar a gestão de resíduos mais participativa e eficiente. A ideia é ajudar, com tecnologias baratas, uma cooperativa de recicladores informais a documentar seus conhecimentos e melhorar suas operações”, avalia Dietmar Offenhuber, pesquisador do Senseable City Lab, do Departamento de Planejamento e Estudos Urbanos do MIT.

Suporte aos catadores

O pontapé inicial para o Forager foi dado pela professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP Maria Cecília Loschiavo. Desde 2003, ela ministra a disciplina ‘Design para a sustentabilidade’, na qual se estuda desde o descarte até o manejo do lixo e se discute o papel dos catadores nesse processo que leva à reciclagem.

A iniciativa teve o apoio da cooperativa de catadores que atua na zona oeste do município paulista, a Coopamare, para a qual o Forager foi desenvolvido – e, mais recentemente, da equipe do MIT. Esse grupo de pesquisadores desenvolveu em 2009 um projeto ligado ao sensoriamento do lixo na cidade de Seattle, nos Estados Unidos. O objetivo era acompanhar o trajeto de 3 mil objetos descartados até seu destino final por meio de um sensor anexado a eles.

“O resultado dessa experiência nos surpreendeu muito e pensamos em transformá-la de alguma forma num sistema de reciclagem informal”, lembra Offenhuber. Estudando a nova lei brasileira sobre resíduos sólidos, o pesquisador observou que ela oferece uma série de incentivos para as cooperativas expandirem suas operações. Mas o maior desafio, que é organizar e formalizar suas atividades, ainda precisava ser superado.

“Nós descobrimos que documentar o processo de coleta e compartilhá-lo com a comunidade geraria dados valiosos – sobre rotas, materiais, tráfego – com o mínimo de esforço”, conta. “A ampliação dessa base de dados vai ajudar os coletores no treinamento de novos cooperados e também na gestão de suas operações, feitas por carrinho ou caminhão”, adianta.

Mais conhecimento para gestão sustentável

Para Loschiavo, os ganhos vão além. Ela defende que, mais do que sistematizar a coleta, o trunfo do projeto é estender o conhecimento que universidade e comunidade têm sobre resíduos e descarte do lixo nas cidades.

“Os dados que temos atualmente sobre produção e manejo de resíduos ainda são poucos e pouco consolidados”, pondera. “Esse trabalho conjunto poderá ajudar no desenho de políticas públicas para a gestão sustentável do lixo”, prevê a pesquisadora.

No final do ano passado, houve uma reunião na Coopamare para apresentar aos catadores os primeiros resultados do Forager em funcionamento. Pesquisadores da USP e do MIT mostraram a eles, em mapas, tudo o que vem sendo sistematizado para facilitar seu trabalho de coleta. “Nosso objetivo é que esses catadores possam se reconhecer nesse processo, que tenham seu trabalho valorizado e sejam respeitados enquanto cidadãos”, conclui Loschiavo.

Fonte: Carolina Drago - Portal Ciência Hoje em 10/01/2012

Notícias

Maranhão recebe R$ 48 mi para cisternas.

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) assinou convênio com o governo do Maranhão para a construção de 11,5 mil cisternas de consumo, 900 de produção e 1,4 mil microaçudes até o final de maio de 2013. Pelo acordo, que beneficiará famílias extremamente pobres, serão investidos R$ 48,8 milhões: R$ 44,3 milhões são do MDS e o restante (R$ 4,5 milhões) do estado. A ação faz parte do Programa Água para Todos, que integra o Plano Brasil Sem Miséria. “Cada cisterna (de consumo e produção) beneficia uma família e o microaçude atende a duas”, diz o coordenador-geral de Acesso à Água do ministério, Igor Arsky.

O convênio determina a capacitação da família para o uso da água armazenada. “Esse projeto foi construído dentro de uma perspectiva de emancipação social. Ou seja, além do benefício da disponibilidade de água, estamos preocupados com o processo de implementação da política entre os beneficiários”, assinala Arsky. “Toda a metodologia requer o envolvimento das famílias que se comprometem com a escavação do buraco e se envolvem em mutirão de construção. Isso traz para elas um sentimento de conquista, de autoestima elevada.”

As famílias recebem ainda treinamento para o manuseio da cisterna. “Elas aprendem como cuidar, tratar e usar a água para o consumo e a produção. Também recebem noções de higiene e de saúde”, acrescenta o coordenador-geral. Segundo ele, os beneficiados são identificados pelo Plano Brasil Sem Miséria. “São famílias extremamente pobres, da zona rural, que estão no Cadastro Único de programas sociais do governo federal e que foram identificadas pelo recente censo do IBGE.”

Objetivo – O Programa de Cisternas, promovido pelo MDS e que integra o Plano Brasil Sem Miséria, tem o principal objetivo de garantir a segurança alimentar e nutricional dos beneficiados. Ele é voltado à população do Semiárido que sofre com os efeitos da seca prolongada. Com recursos do MDS já foram construídas, desde 2003, 414 mil cisternas e 10.174 unidades para apoio à agricultura familiar.

A cisterna de consumo usada no programa do MDS consiste em um tanque que permite armazenar 16 mil litros de água, o suficiente para o uso de uma família de cinco pessoas durante o período da seca. É construída com placas de cimento que capta a água da chuva do telhado que é escoada para os reservatórios. Assim como os microaçudes, a capacidade da cisterna de produção varia de acordo com a região e condições climáticas. Os microaçudes servem para apoiar a agricultura e a pecuária familiar.

Adriana Scorza
Ascom/MDS
(61) 3433-1021

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Programa Bolsa Família transferiu R$ 16,7 bi à população de baixa renda em 2011.

O Programa Bolsa Família transferiu neste ano R$ 16,7 bilhões a 13,3 milhões de famílias em todo o Brasil. O valor representa acréscimo de 19,4% em relação aos R$ 13,4 bilhões de 2010. Reforçada pelo Plano Brasil Sem Miséria, a transferência de renda priorizou o combate à pobreza infantil e juvenil com reajustes diferenciados para essas faixas etárias e ampliação – de três para cinco por família – do limite de benefícios variáveis vinculados ao público de até 15 anos.

O aperfeiçoamento do programa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) começou no início de 2011, com reajuste de 45% no benefício variável para crianças e adolescentes de até 15 anos e de 15% para o público de 16 e 17 anos. Com o reajuste, o pagamento mensal passou de R$ 1,2 bilhão em março para R$ 1,4 bilhão no mês seguinte, devido à aplicação dos novos valores. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta, com base nas informações do Censo de 2010, que 40% dos 16,2 milhões de pessoas extremamente pobres – público-alvo do Brasil Sem Miséria – têm até 14 anos.

No segundo semestre, novas iniciativas foram incorporadas ao Bolsa Família. Em setembro, o MDS aumentou o limite dos benefícios variáveis de três para cinco por família, para crianças de até 15 anos. Essa medida permitiu o pagamento de 1,3 milhão de novos benefícios. Em novembro, começou a ser pago o benefício a nutrizes (destinado a crianças de até 6 meses de idade), desde que a família as inscreva no Cadastro Único.

As grávidas também começaram a receber um benefício em dezembro, e o acompanhamento pré-natal nos postos de saúde foi incorporado como condicionalidade do Bolsa Família, a fim de garantir a saúde da mãe e do bebê. Nas duas situações (gestantes e nutrizes), só ocorre o pagamento para a família até o limite de cinco benefícios, contando inclusive os destinados a crianças até 15 anos.

Busca Ativa – Em novembro, foram pagos 69 mil benefícios variáveis a nutrizes e em dezembro (veja informações por estado abaixo) esse número atingiu 93 mil, significando mais R$ 2,9 milhões. O pagamento a grávidas em dezembro chegou a 25,3 mil benefícios, com acréscimo de R$ 809,7 mil na folha de pagamento. Além dessas alterações, o programa superou a meta anual de inclusão de 320 mil novas famílias.

O pagamento de dezembro está disponível para 13,35 milhões de famílias. Estimativas iniciais indicam que aproximadamente 800 mil famílias extremamente pobres ainda não eram atendidas pelo programa. O desafio do MDS é fazer essas inclusões até 2013. Para reforçar a procura pela população extremamente pobre, o MDS adotou no início do ano a ação estratégica de Busca Ativa em parceria com estados e municípios para localizar e identificar a população que permanece fora dos programas sociais. Muitos municípios criaram equipes volantes para buscar a população extremamente pobre. No ano, 407 mil famílias com renda de até R$ 70 por pessoa foram identificadas e cadastradas.

Monitoramento – As mudanças representaram acréscimo mensal de R$ 200 milhões no pagamento do benefício. Os valores dos benefícios hoje variam de R$ 32 a R$ 306, dependendo do perfil econômico e da quantidade de filhos de até 17 anos. Em março, eram de R$ 22 a R$ 200. Podem ser pagos cinco benefícios de R$ 32, dois de R$ 38 por adolescente de 16 e 17 anos, além dos R$ 70 destinados a famílias extremamente pobres (renda mensal por pessoa de até R$ 70), independentemente de filhos.

Uma das ações articuladas ao Bolsa Família envolve a educação. Conjuntamente, o MDS e o Ministério da Educação (MEC) acompanham a frequência escolar dos beneficiários e mantêm altos índices de monitoramento a cada bimestre. Assim, ao exigir o cumprimento da contrapartida educacional, garantem um direito de crianças e jovens. Em 2011, os dois ministérios firmaram parceria para priorizar escolas com maior índice de alunos beneficiários do Bolsa Família com o Mais Educação. A iniciativa, que prevê a permanência nas unidades de ensino nos dois períodos, contribui tanto para melhorar os indicadores educacionais da população de baixa renda quanto para retirar das ruas e do trabalho infantil a população pobre.

Roseli Garcia
Ascom/MDS
(61) 3433-1021

UFFamíliasValor em R$
2011
AC56.27285.790.961,62
AL425.137552.418.942,37
AM307.285435.876.117,11
AP50.83275.156.994,40
BA1.752.9932.175.633.465,20
CE1.076.7641.340.823.303,11
DF77.59195.136.209,18
ES192.365232.294.869,56
GO333.567401.393.139,21
MA920.0481.246.690.137,47
MG1.159.1721.384.264.311,87
MS134.447166.053.057,01
MT171.905209.456.235,98
PA772.3111.025.164.477,02
PB487.779609.205.450,06
PE1.115.8511.410.095.940,13
PI444.696566.336.746,76
PR444.050529.597.796,22
RJ734.902877.893.757,81
RN349.595430.674.801,59
RO112.950145.852.391,55
RR45.57566.171.418,43
RS450.778549.677.143,36
SC140.774167.143.749,32
SE253.134317.958.593,29
SP1.209.8191.434.918.066,62
TO131.714167.361.923,75
Total13.352.30616.699.040.000
Folha de pagamento do Programa Bolsa Família em dezembro/2011
UFFamíliasValor
em R$
Benefício
Variável
Nutriz
Valor
em R$
Benefício
Variável Gravidez
Valor
Em R$
AC56.2728.134.8662006.400,002337.456
AL425.13752.354.7682.53881.216,0043513.920
AM307.28543.193.6891.92961.728,0086227.584
AP50.8327.376.3761534.896,001384.416
BA1.752.993209.149.75712.631404.192,003.553113.696
CE1.076.764127.562.5016.773216.736,002.35875.456
DF77.5917.677.8582668.512,00--
ES192.36522.511.6741.64952.768,0047915.328
GO333.56738.629.9952.38076.128,0068421.888
MA920.048118.695.3255.250168.000,001.58850.816
MG1.159.172134.347.2329.361299.552,002.04965.568
MS134.44715.947.25693930.048,001785.696
MT171.90520.481.1941.54949.568,0031810.176
PA772.311103.274.9253.897124.704,001.85559.360
PB487.77957.840.8384.219135.008,0078024.960
PE1.115.851133.040.7077.511240.352,001.34142.912
PI444.69653.178.0272.59983.168,0057018.240
PR444.05049.789.5644.103131.296,001.07834.496
RJ734.90285.675.3685.172165.504,001.10635.392
RN349.59540.988.2862.47579.200,0076724.544
RO112.95013.980.21689928.768,002688.576
RR45.5756.307.4171906.080,001344.288
RS450.77852.134.6533.898124.736,001.12536.000
SC140.77416.203.6681.21538.880,0032310.336
SE253.13430.857.9712.35975.488,0053417.088
SP1.209.819136.623.2958.098259.168,002.21470.848
TO131.71416.122.22493329.856,0033510.720
Total13.352.3061.602.079.65093.1862.981.95225.305809.760

Notícias

Região Metropolitana do Recife (RMR) terá Centro de Apoio à Agricultura Urbana e Periurbana.

Famílias pobres e em situação de extrema pobreza residentes na região metropolitana de Recife terão um reforço na alimentação e na renda. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) firmou convênio com o estado de Pernambuco para implantar um Centro de Apoio à Agricultura Urbana e Periurbana, por meio do qual o governo federal incentiva a pequena produção.

O MDS repassará R$ 720,5 mil à Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária do estado, que dará como contrapartida R$ 298,5 mil, totalizando R$ 1 milhão. Pernambuco foi selecionado em edital público lançado em 2011. “O objetivo principal desses projetos é apoiar atividades agrícolas desenvolvidas nas cidades e nas periferias. A proposta é que cada estado tenha um centro desse tipo”, diz a coordenadora-geral de Agricultura Urbana e Periurbana do ministério, Maristela Calvário Pinheiro.

O centro não ocupa um espaço físico próprio. Funcionará na secretaria e abrangerá os municípios de Recife, Jaboatão dos Guararapes e Olinda, atendendo em torno de 420 famílias. “São agricultores familiares incluídos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e prioritariamente beneficiários do Bolsa Família”, explica Maristela.

A produção de alimentos de forma comunitária, com uso de tecnologias de base agroecológica em espaços urbanos e periurbanos ociosos, pode começar imediatamente, com a liberação dos recursos. Hortas, lavouras, viveiros, pomares, canteiros de ervas medicinais, criação de pequenos animais, unidades de processamento e beneficiamento agroalimentar estarão em operação no máximo em seis meses.

O centro oferece insumos, capacitação e informações sobre novos projetos, e trabalha com os agricultores a comercialização, geralmente em feiras populares. Com isso, contribui para a segurança alimentar e nutricional, melhoria da renda, inclusão social, educação ambiental, resgate dos saberes populares e economia solidária. Assim, as famílias passam a ter acesso a uma alimentação mais saudável, acessível, de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente, além de aumentar sua renda.

Parceria – O apoio do MDS se alia ao projeto estadual Plantando Cidades, que visa a um município mais verde e produtivo, aproximando o produtor do consumidor. “Com essa parceria, esperamos alcançar as famílias em situação de vulnerabilidade, conforme prevê o Plano Brasil Sem Miséria”, avalia Maristela.

Para 2012, a coordenadora relata duas principais metas: “Aprovar um marco legal para que os agricultores urbanos e periurbanos sejam considerados agricultores familiares e assim possam acessar os programas voltados para esse público; e atingir a Região Norte, onde há poucos programas no setor”.

Adriana Scorza
Ascom/MDS
(61) 3433-1021



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Escoop realiza primeiro vestibular

A Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo - ESCOOP realizou ontem (08/01) seu primeiro vestibular. Mais de 90 pessoas são candidatas às 60 vagas do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas, que diplomará os alunos como Tecnólogos em Gestão de Cooperativas.

            A prova, com duração de duas horas e meia, era de redação e tinha como tema "2012, o Ano Internacional das Cooperativas", instituído pela ONU. O candidato devia produzir um texto dissertativo de 30 linhas, em terceira pessoa.A avaliação será feita sobre o tema, leitura, compreensão e estrutura textual, com atribuição de nota de zero a dez.

            A lista dos aprovados será divulgada no dia 13 de janeiro, sexta-feira, a partir das 10h, através do site do Sescoop/RS, twitter (@OcergsSescoopRS) e facebook (www.facebook.com/Ocergs.SescoopRS). O resultado prévio será divulgado no dia 12 de janeiro, às 10h, na sede da empresa Objetiva Concursos, em Ato Público de identificação pelo número do canhoto do candidato e da folha de redação. Neste dia, os envelopes das provas serão abertos e os resultados divulgados, mas ainda sem o nome do candidato.

O Curso



O Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas tem duração média de dois anos e meio a três anos. É autorizado pelo Ministério da Educação (Portaria 290, de 22/07/2011, publicada no Diário Oficial da União de 25/07/2011) e tem carga-horária total de 1.620 horas ou 108 créditos acadêmicos. As disciplinas serão ofertadas de segunda a sexta-feira, no período da noite, podendo haver opções de horários alternativos, com aulas nos turnos matutino e vespertino, nas sextas-feiras e aos sábados. Os alunos deverão se matricular em pelo menos quatro disciplinas por semestre, o equivalente a 16 créditos.

            O Curso tem como objetivos específicos oportunizar aos acadêmicos a formação necessária em administração de cooperativas, que os capacite a promover o alinhamento da tecnologia de gestão aos objetivos organizacionais; corroborar para que a tecnologia da gestão seja aplicada de forma alinhada com os objetivos organizacionais, através de uma proposta metodológica que promova a integração de conteúdos; contribuir para o desenvolvimento na área de gestão de cooperativas e atender às necessidades regionais e nacionais quanto à formação de profissionais para atuar na área de gestão de cooperativas. Ao final do Curso, o aluno será diplomado como Tecnólogo em Gestão de Cooperativas e terá condições de integrar conhecimentos técnico-científicos nas áreas de Ciência Organizacional, Administração, Contabilidade, Recursos Humanos, Marketing, Finanças, Planejamento, Direito, Educação, Economia e História, sendo capaz de absorver, propor e aplicar tecnologias de gestão cooperativa para identificação e resolução de problemas organizacionais das sociedades cooperativas.

Por Carolina Barcelos
Assessoria de Imprensa
Sistema Ocergs-Sescoop/RS
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(51) 9664.6310