segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Notícias

Descarte correto de lâmpadas conta com apoio da Prefeitura

Descarte correto de lâmpadas conta com apoio da Prefeitura
 
Preocupada em gerenciar adequadamente os diversos tipos de resíduos produzidos no município, a Prefeitura de Ipeúna enviou na sexta-feira (20), cerca de 1.100 lâmpadas de várias potências e formatos para descontaminação e descarte final na Apliquim Brasil Recicle, cooperativa de reciclagem, localizada no município de Paulínia.

De acordo com o técnico Miguel Carlos de Lima, da Vigilância Sanitária de Ipeúna, as lâmpadas fluorescentes são altamente prejudiciais ao meio ambiente pelo elevado poder tóxico de substâncias como o mercúrio. “O descarte inadequado desses materiais podem infectar desde nascentes de rios, lençóis freáticos até penetrar na cadeia alimentar, provocando danos irreparáveis”, comenta.

O técnico explica que foram enviadas para a cooperativa as lâmpadas utilizadas nos prédios da Prefeitura e também coletadas junto à população.

Fonte: Jornal Cidade - Rio Claro em 30/01/2012

Cooperativismo

Entrega de produtos na Cocamar bate recordes em 2011 em Maringá

Entrega de produtos na Cocamar bate recordes em 2011 em Maringá
 
A Cocamar Cooperativa Agroindustrial registrou recordes de recebimento de produtos, de vendas varejo e de insumos agropecuários no ano de 2011.

Conforme a assessoria de imprensa da Cocamar, as entregas de soja atingiram 950 mil toneladas em 2011 - 4% mais do que as 910 mil do ano anterior. As de milho somaram 510 mil toneladas, ou 19% acima das 430 mil registradas em 2010, enquanto as de laranja chegaram a 6,8 milhões de caixas de 40,8 kg, ou 40% de aumento em comparação às 4,8 milhões da última temporada. O recebimento de café cresceu pelo terceiro ano consecutivo e atingiu 290 mil sacas, 16% acima em relação às 250 mil sacas de 2010.

Quanto ao varejo, o faturamento foi de R$ 530 milhões, alta de 47% sobre os R$ 360 milhões de 2010, ao passo que a comercialização de insumos foi de R$350 milhões, 52% maior que os R$ 230 milhões anteriores.

O faturamento de R$ 2,010 bilhões do Grupo Cocamar inclui os R$ 85 milhões da empresa coligada Transcocamar. Para 2012, a previsão é manter o ritmo de crescimento, segundo avalia o presidente Luiz Lourenço. A estimativa é chegar a R$ 2,230 bilhões no total, dos quais pelo menos R$ 2,120 bilhões só com a cooperativa.

Conforme o presidente, 2011 foi um ano de alta produtividade das lavouras, em razão do clima favorável, e de preços remuneradores para a maior parte das commodities, como efeito da realidade do mercado internacional, cujos estoques estão baixos.

Mesmo com a quebra de produtividade ocasionada pela estiagem na safra em andamento, Lourenço diz acreditar em um bom ano para o setor, visto que os fundamentos de mercado se mantêm inalterados, com oferta incapaz de repor, pelo menos no médio prazo, os estoques internacionais, o que é indicativo de preços firmes.

Fonte: O Diário.com em 30/01/2012

Notícias

Ainda há espaço para bancos bons?

Qual o cliente que não se sente lesado por estar pagando mais de 200% ao ano em cada momento que entra no vermelho em sua conta corrente? Qual empresário industrial não se sente prejudicado com as absurdas taxas cobradas em seus empréstimos, em níveis muito superiores à já elevada taxa oficial da SELIC?

A péssima imagem do financeiro

Um dos problemas derivados da profunda crise por que passa o sistema econômico mundial nos tempos atuais é o aumento contínuo da descrença em suas próprias instituições. Como a face mais evidente e mais importante do sistema globalizado é a do universo financeiro, todas as ações e organizações a ele ligadas acabam tendo sua própria credibilidade colocada em xeque. Falou em qualquer coisa que leve o adjetivo “financeiro”: pronto! Entrou em estado de “desgraça”.

A coisa acaba ficando mais complicada, pois nas manchetes do mal-feito acabam confundindo-se todos os elementos do próprio sistema. A crise foi provocada pela ação irresponsável das grandes corporações financeiras. Os maiores beneficiários da crise são os grandes bancos. As bolsas de valores e de mercadorias representam o lócus por excelência da especulação financeira.

A crise teve início com o sistema das hipotecas no mercado imobiliário estadounidense, onde a incapacidade de honrar os compromissos dos empréstimos era mascarada pelos mercados de títulos secundários. A solução para o fenômeno evidente da bolha do mercado de imóveis era empurrada com a barriga, por meio do lançamento de mais operações, envolvendo maior risco, como nos jogos de pirâmide. As agências de “rating” – que deveriam bem avaliar o risco embutidos nas operações financeiras – exercem, ao contrário, função ativa no processo da especulação. Os esforços realizados pelos governos dos Estados Unidos e da Europa têm sido na direção do salvamento dos bancos, sempre à custa de sacrifício imposto à maioria da população. E por aí vai.

E nessa toada, acaba-se correndo o risco de generalizações que, muitas vezes, acabam por dificultar a análise concreta de cada caso, de cada agente, de cada instituição. Apenas demonizar o conjunto das instituições do sistema financeiro, por conta da crise e do comportamento mais visível de seus gigantes, é algo que não contribui para bem compreender a dinâmica de funcionamento da economia contemporânea. Na verdade, seria uma atitude similar a condenar o conjunto das atividades do setor da agricultura, por exemplo, em razão do comportamento predatório do latifundiário plantador de soja transgênica. Ou então de denunciar todo o ramo da indústria de confecções em função dos conhecidos empresários que realizam o seu lucro com base na exploração do trabalho escravo. Ou ainda responsabilizar todas as empresas atuantes no ramo da construção civil pela ação irresponsável das grandes e conhecidas construtoras na área da construção residencial ou das grandes obras encomendadas pelo setor público. Ou mesmo uma condenação de qualquer tentativa de constituição de novos agentes na área de comunicação, dada a péssima atuação dos integrantes do oligopólio atual em televisão, rádio, imprensa escrita, etc.

A atividade bancária em suas origens

No caso do sistema financeiro, a identificação mais imediata que realizamos em nosso imaginário é com as instituições bancárias. A formulação da falsa identidade “financeiro = banco” termina por criar um sentimento contra os bancos, de natureza quase figadal por parte da maioria da população (ainda que perfeitamente compreensível, em função da ação concreta da maior parte deles). E, assim, surge a pergunta que não quer calar, embutida no título: mas, afinal, não haveria mais espaço para atuação de “bons bancos” em nossa economia?

Para ensaiar algum caminho de resposta, seria necessário buscar compreender melhor qual a função do banco na economia capitalista. Na verdade, a função clássica e tradicional das instituições bancárias é o da concessão de crédito e de empréstimos. Em sua versão mais tradicional, o banco recolheria os recursos monetários sobrantes na sociedade em determinado momento, ou seja, a chamada poupança. Os indivíduos, as famílias, as empresas e até mesmo o Estado deixariam ali os valores que não foram consumidos em suas contas bancárias (por oposição à imagem de deixar o dinheiro debaixo do colchão). Em tese, para assegurar que os recursos fiquem por mais tempo sem movimentação, os bancos podem oferecer uma remuneração, que se efetua com base na taxa de juros que eles oferecem aos depositantes. No jargão do financês, são as assim denominadas “taxas de juros passivas”. Na outra ponta, estariam os chamados agentes econômicos que necessitam de mais recursos do que dispõem para suas atividades – os tomadores de empréstimos. E eles se dirigem aos bancos, que justamente oferecem os valores que os demais haviam deixado para depósito. No caso, a concessão do crédito envolve a cobrança das “taxas de juros ativas” – normalmente maiores do que as anteriores. A diferença entre ambas é o chamado “spread” e serve como base para constituição dos ganhos da atividade bancária.

Assim, em uma versão assim simplificada, os bancos podem vir a cumprir uma função importante na economia: a de intermediação de recursos monetários. Mas por se tratar de um setor sensível e estratégico, a atividade bancária quase sempre esteve sujeita à regulação e à fiscalização do poder público. Afinal, o banco opera com aquilo que não é seu. Ele recolhe valores de uns e empresta esses mesmos recursos para outros. Com o agravante de que ele pode até emprestar mais do que tem em sua carteira. Ele teria o poder, assim, de criar moeda de forma, digamos, artificial. É o que no financês se chama de “multiplicador bancário”. O risco desse tipo de possibilidade é o da chamada “corrida bancária”: se todos que aplicaram na instituição forem reclamar o seu depósito aomesmo tempo, o banco não tem como honrar os compromissos. É por isso que os órgãos de regulação do sistema financeiro estabelecem o “depósito compulsório”. Ou seja, uma parte do valor depositado fica retida junto à autoridade monetária e o banco não pode usar para emprestar. É uma tentativa de reduzir o risco da exposição bancária exagerada.

Assim, em condições de boa regulação e operando com taxas de ganho razoáveis, é possível que a atividade bancária cumpra seu papel de forma adequada na economia contemporânea. Isso significa intermediar recursos de quem poupa e emprestá-los a quem deles necessite. E menciono aqui dois casos típicos em que a atividade pode muito bem cumprir sua função social, até de forma relevante e saudável. Trata-se dos bancos públicos e das cooperativas de crédito.

Bancos públicos podem ser diferentes

O comportamento empresarial dos bancos públicos é definido por seu dono, o governo. Ora, se a autoridade pública tiver interesse em moralizar as atividades desenvolvidas no interior do sistema financeiro, nada mais adequado do que utilizar os bancos de sua propriedade para tanto. No Brasil, o governo federal é acionista majoritário de duas das maiores instituições bancárias: o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal (CEF). Além disso, detém também a capacidade de comando sobre outras importantes instituições de empréstimo e crédito: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e os bancos de desenvolvimento regional – Banco da Amazônia (BASA) e o Banco do Nordeste (BNB).

Ora, com um potencial de influência de mercado como esse, o que falta é apenas a vontade política de transformar a prática e a gestão das instituições bancárias. Por exemplo, decidindo diminuir o “spread” cobrado em suas operações de crédito, onde chegam a impor ao cliente diferenças abissais entre o juro que eles remuneram e o juro que eles recebem. Ou ainda reduzindo de forma drástica os ganhos com as tarifas abusivas cobradas pelos serviços oferecidos. Ou então estabelecendo regras para não mais enganar a clientela com oferta de produtos financeiros escandalosamente irresponsáveis e especulativos. Assim, os bancos estatais poderiam recuperar sua credibilidade pública e contribuir para que a própria concorrência privada fosse obrigada a redefinir seu “modus operandi”, sob pena de perder parte da clientela. Nada justifica que o BB ou a CEF apresentem resultados escandalosamente elevados em seus lucros anuais. Por serem bancos de propriedade do governo federal, seria de se esperar que fossem obrigados por este a que melhor cumprissem com sua missão: prestar um serviço ao conjunto da sociedade de menor custo e de melhor qualidade.

A alternativa das cooperativas de crédito

O outro exemplo é o das cooperativas de crédito. Trata-se de uma importante experiência histórica no movimento bancário em todo o mundo. Boa parte do sistema financeiro europeu atual, por exemplo, tem suas origens no movimento cooperativo, que surge ainda no final do século XIX e início do século XX em países como Alemanha, França, entre outros. Na maioria dos casos, a iniciativa estava vinculada a cooperativas ligadas à atividade agrícola. E que depois, pouco a pouco, foram ampliando a sua área de atuação. No caso brasileiro também houve momentos de fortalecimento desse tipo de alternativa de financiamento. No entanto, a falta de controle dos órgãos públicos envolvidos e a ausência de transparência no interior das próprias cooperativas de crédito terminaram por manchar a imagem desse setor, jogando-o na vala comum do escândalo geral da corrupção.

Atualmente, em função inclusive dos elevados custos financeiros, vive-se uma retomada desse tipo de iniciativa. Afinal, se a cooperativa pertence aos seus associados e não visa lucro, qual o sentido de cobrar taxas extorsivas em suas operações ou buscar rentabilidade máxima na apuração de seus resultados operacionais? Basta que elas tenham escala em termos do número de participantes e credibilidade junto ao mercado para que seu funcionamento seja simples e eficiente.

Qual o cliente que não se sente lesado por estar pagando mais de 200% ao ano em cada momento que entra no vermelho em sua conta corrente? Qual empresário industrial não se sente prejudicado com as absurdas taxas cobradas em seus empréstimos, em níveis muito superiores à já elevada taxa oficial da SELIC? Qual comerciante não se sente injustiçado com as tarifas abusivas cobradas pelas empresas operadoras de cartão de crédito, todas elas pertencentes aos próprios bancos?

Portanto, caberia ao governo federal cumprir sua missão e moralizar a ação dos bancos. Em primeiro lugar, recomendando ao COPOM que reduzisse de forma efetiva a taxa oficial de juros. Depois, orientando os dirigentes dos bancos públicos a romperem com a lógica mercadista em seu comportamento empresarial. Ou seja, não mais buscar a acumulação de lucros sem qualquer princípio ético ou de respeito ao País, à sociedade e a seus cliente. Finalmente, recomendando maior rigor da parte dos órgãos reguladores do sistema financeiro, para reduzir a margem das manobras de natureza especulativa e impondo limites legais à prática do “spread”.

Assim, todos ganharíamos. Principalmente, as futuras gerações que passariam a viver em uma sociedade menos contaminada pelo vício do rentismo, a esperteza de viver usufruindo apenas dos ganhos da atividade financeira parasita. Sim, é possível e necessário que haja espaço para “bons bancos”. Basta que sejam, em sua essência, apenas bancos e nada mais.

Paulo Kliass é Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal e doutor em Economia pela Universidade de Paris 10.

Fonte: Correio do Brasil em 30/01/2012

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Empreendedores a serviço do bem social

Empreendedores a serviço do bem social
 
Em tempos de valorização da inclusão social, três empresários moradores da Barra ou que atuam no bairro têm investido em parcerias com artesãos e cooperativas, estimulando o crescimento de economias locais.

Um deles é o designer Ronaldo Damian. Criador da Movimento Urbano, marca com loja no Barra Garden, Damian gerencia uma equipe de 15 bordadeiras, moradoras de bairros da Zona Norte e da região metropolitana do Rio. Elas confeccionam roupas e acessórios feitos com bordados, apliques e pedrarias montados em patchwork.

- As artesãs que trabalham comigo são mulheres que podem confeccionar suas peças em casa. Conciliam, de forma sustentável, o cuidado com os filhos e o sustento de suas famílias - explica Damian.

Meire Bonadio cria, há três anos, joias e bijuterias com capim-dourado, material que a firmou como designer e estilista. Ela compra a matéria-prima de comunidades do Jalapão, no Tocantis, auxiliando no sustento de 50 famílias que trabalham diretamente com a matéria-prima. Para a confecção e acabamento de suas peças, Meire conta com a mão de obra de artesãs em sua oficina.

- Vale lembrar que o material é colhido apenas entre setembro e novembro, para preservar, de forma sustentável, o ciclo de vida da planta - ressalta Meire.

Parceiro de ONGs ambientais, o dono da rede de restaurantes Via Sete, Ricardo Stern, entrega todo o óleo utilizado em suas cozinhas para a S.O.S Óleo, Organização Não Governamental responsável pela reciclagem destes resíduos e de outros materiais. Com uma média de 30 mil litros doados por ano, Stern utiliza, ainda, os sabões criados pela ONG a partir do óleo.

- Além de não termos gastos, educamos nossos funcionários e estimulamos os moradores da região a deixarem os óleos deles com a gente, quando a equipe da organização passa para coleta - afirma Stern.
Fonte: Agência Globo em 30/01/2012

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Eco-eficiência no Festival de Verão Salvador 2012

Eco-eficiência no Festival de Verão Salvador 2012
 
Um Centro de Triagem, em parceria com a cooperativa de reciclagem Cooperbrava, foi instalado para tratar da gestão de resíduos gerados no Festival, um dos pontos fortes do projeto que tem como tema principal o Cuidado Ambiental e segue os princípios dos três Rs da sustentabilidade: reciclar, reduzir e reutilizar.

O Festival de Verão Salvador 2012 vai além da música. A busca da festa pela redução do impacto ambiental a fez firmar uma parceira com a empresa de marketing ambiental Reclicagem, o Projeto Tamar, o Projeto Biodiesel da Universidade Federal da Bahia (UFBA), além da Organização Sócio Ambientalista Joguelimpo e a empresa A Geradora.

Ao longo de toda a estrutura montada no Parque de Exposições é possível identificar sensíveis mudanças que favorecem o meio ambiente. Lixeiras que selecionam os resíduos recicláveis e geradores de energia que utilizam 30% de biodiesel estão espalhados pelo evento e alertam o público para a importância da coleta seletiva e da utilização de combustíveis ecologicamente corretos.

Um Centro de Triagem, em parceria com a cooperativa de reciclagem Cooperbrava, foi instalado para tratar da gestão de resíduos gerados no Festival, um dos pontos fortes do projeto que tem como tema principal o Cuidado Ambiental e segue os princípios dos três Rs da sustentabilidade: reciclar, reduzir e reutilizar. Agentes ambientais circulam pelo espaço do evento como “olheiros” para fiscalizar as ações da campanha em diversos setores do Parque. Alexandre Nogueira, responsável pelo Centro, afirmou que em apenas dois dias de evento 1.790 quilos de alumínio já foram recolhidos para reaproveitamento.

Com ações iniciadas desde o início de novembro, Mônica Alcântara, consultora da Reclicagem, está confiante no sucesso da ação. Os fornecedores de alimentos e bebidas foram um dos maiores focos da conscientização ambiental. Cartilhas com material informativo sobre boas práticas foram distribuídas e, segundo Mônica, a avaliação dos critérios ambientais será indispensável para a contratação dos fornecedores nos próximos anos.
Fonte: Portal Bagarai / Foto: divulgação em 30/01/2012
 

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Unimed Chapecó incentiva a consciência ambiental

Unimed Chapecó incentiva a consciência ambiental
 
“Oferecer serviços de saúde com qualidade e fácil acesso, proporcionando aos cooperados e colaboradores trabalho digno, contribuindo com o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade”. Esta é a missão da Unimed Chapecó, uma vez que está inserida no universo da assistência médica privada, porém, a preocupação com a responsabilidade social é constante.

A promoção da saúde gera resíduos, necessita água, energia, papel e outros recursos que são utilizados no dia a dia e que causam impacto negativo ao meio ambiente. “É dever da cooperativa médica incentivar a disseminação e implantação do gerenciamento de resíduos de saúde no âmbito dos recursos próprios e credenciados, assim como sua correta segregação, armazenamento, tratamento e destinação”, salienta a bióloga do Complexo Unimed Chapecó Naiara Olga Lusa.

Nos meses de novembro e dezembro de 2011 foram feitas visitas de auditoria aos hospitais, laboratórios e clínicas credenciadas na área de abrangência da cooperativa médica pela bióloga Naiara e a assistente social Juciele Wrublewski. Foram avaliados documentalmente e na prática o Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde, separação de resíduos especiais, como eletrônicos e lâmpadas, e as ações desenvolvidas ao público interno e comunidade com foco na educação e conscientização ambiental.

Nas visitas, de acordo com a bióloga, foram coletadas informações condizentes à responsabilidade social em relação à valorização do público interno – como educação continuada, inclusão social e benefícios – e relacionamento com as comunidades, a exemplo de seleção de fornecedores, voluntariado e projetos sociais.

A auditoria técnica e a pesquisa de responsabilidade social e ambiental também foram desenvolvidas nas empresas responsáveis pela coleta e pelo tratamento dos resíduos produzidos no Hospital Unimed Chapecó e nos consultórios médicos. A técnica de segurança do trabalho, Camila Censi, juntamente com a bióloga e a assistente social, avaliou durante as visitas nas empresas RTM de Santa Maria (RS), Hera Sul de Rio Negrinho (SC) e Verde Vida de Chapecó (SC) as condições de saúde, de segurança no trabalho e o impacto ao meio ambiente.

Essa iniciativa atende aos quesitos do sistema de gestão da Unimed Chapecó que estão baseados na responsabilidade social e sustentabilidade, conforme o Código de Conduta da Unimed e dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM’S). “A intenção é nos aproximar e ampliar os conhecimentos da rede credenciada e fornecedores. Desta forma, contribuindo para uma gestão responsável e sustentável”, relata a assistente social Juciele.
 
Implicações do adoçante para a saúde bucal
 
Ter uma alimentação controlada e praticar exercícios físicos são os meios mais fáceis de ter uma vida saudável ou ainda alcançar o peso ideal. Muitas pessoas buscam aliados para auxiliá-las nesse processo a exemplo do consumo de produtos naturais, academia, orientação de profissionais da saúde, mas alguns detalhes podem fazer a diferença. O adoçante, por exemplo, pode substituir o açúcar. No entanto, é preciso ter cuidado para não exagerar na dose e sofrer algumas consequências, especialmente para a saúde bucal. A avaliação é da especialista em implantes e próteses dentárias, Iara Giovana Gallon, da Clínica Arte & Face de Chapecó.

Iara explica que o uso do adoçante dentro da quantidade recomendada pode reduzir o surgimento de cáries nos dentes, pois não contém açúcar ou sacarose, principal alimento das bactérias que provocam cárie.

Porém, é fundamental compreender que vários fatores atuam em conjunto para provocar cáries. “A prevenção não pode ser direcionada para um único fator, ou seja, a troca do açúcar pelo adoçante. A escolha mais saudável seria substituir a sacarose por tipos de carboidratos mais complexos”, enfatiza. Por exemplo, substituir chicletes normais por “sugar-free” pode ser uma opção, pois não possuem açúcar e ainda podem estimular a salivação, auxiliando na proteção contra a cárie.

Com relação ao uso do adoçante pelas crianças, o ideal é somente sob orientação médica. “Os pequenos merecem cuidados especiais. É preciso manter o controle na ingestão de açúcar, em frequência e quantidade, além de reforçar os outros meios preventivos”, destaca Iara.

A dentista enfatiza que a frequente higienização e a visita regular ao dentista ainda são os maiores aliados à saúde da boca. “São cuidados que podem evitar maiores preocupações e ainda garantem um sorriso bonito e saudável”, finaliza.
Fonte: MB Comunicação em 30/01/2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

Notícias

Ações que funcionam na prática



Empresas como Intel e Gartner afirmam que a implementação de rotinas simples e cuidado na aquisição de novos equipamentos podem gerar grande ganho sustentável

Criar um departamento de Tecnologia da Informação (TI) sustentável traz inúmeros ganhos para o empreendedor, a começar pelo bolso. Equipamentos de datacenters e computadores precisam de muita energia e de locais refrigerados para operarem com qualidade. E manter esse ecossistema favorável às máquinas consome até de 60% de todo custo de energia de uma empresa.

Para conseguir uma redução expressiva na conta de luz, pesquise bem os equipamentos antes de comprá-los. Alguns aparelhos chegam a consumir 65% menos energia elétrica que seus concorrentes diretos.

Mauricio Ruiz, diretor da Intel Brasil, observa ainda que, mais do que escolher bem o equipamento na hora da compra, é importante verificar com que frequência eles estão sendo atualizados. “A diferença entre o consumo de energia de um computador atual e outro com mais de quatro anos pode passar dos 100%”, garante.

Outro item que pode ajudar na economia de energia é não manter máquinas ligadas sem utilidade, como nos finais de semana ou durante a noite. Além de baratear a conta de luz, ajuda a conter o crescimento acelerado das emissões globais de gás carbônico – um dos principais responsáveis pelo efeito estufa.

A poluição

Produtos e processos associados à área de TI são considerados pelos cientistas os maiores vilões nesse cenário, respondendo por quase 3% do total de emissões. A previsão da consultoria Gartner, autora do levantamento, é de que esses percentuais tripliquem até 2020 se os empresários não mudarem sua postura com relação ao tema.

Para conter essa degradação ambiental, é importante montar uma estratégia em TI que privilegie a aquisição de equipamentos eficientes do ponto de vista energético, respeitando os períodos para trocas de equipamentos e implementando processos simples na rotina da empresa.

No caso dos servidores, o consumo de energia é maior e, portanto, equipamentos eficientes energeticamente precisam de menos estrutura térmica e tendem a operar sem necessidade de resfriamento, assim como optar por instalar datacenters em locais arejados e amplos para facilitar o controle de uma temperatura baixa, incapaz de danificar os aparelhos.

Economizando com a “nuvem”

Terceirizar o armazenamento e o processamento de dados por meio de um servidor remoto pode trazer ganhos aos empreendedores na medida em que dispensa investimentos em profissionais, aparelhos e manutenção.

É por conta dessa vantagem competitiva que o cloud computing vem ganhando adeptos mundo afora. Entretanto, é importante para a empresa e para o empreendedor verificar se o datacenter para onde ele está transferindo os dados também seguem normas de sustentabilidade. Caso contrário, só estamos transferindo o problema de um ponto para outro.

O manejo correto dos equipamentos eletrônicos é outra tarefa que tem impacto direto com questões econômicas, ambientais e sociais, explica Ruiz. Esses equipamentos são nocivos à natureza e possuem inúmeros compostos químicos altamente tóxicos, capazes de contaminar áreas imensas e intoxicar pessoas, causando ainda prejuízos sociais. Do ponto de vista econômico, alguns metais utilizados na fabricação de computadores tem alto valor de mercado e podem ser reutilizados em novas máquinas.

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