quinta-feira, 31 de maio de 2012

Notícias


Comitê Científico define critérios de avaliação para projetos inscritos no II EBPC
Grupo discutiu, também, a programação do evento, que acontece em agosto, em Porto Alegre (RS)

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) promove no mês de agosto, juntamente com o Observatório do Cooperativismo, da Universidade de São Paulo (USP), a segunda edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo (II EBPC). O evento tem como objetivo fomentar o intercâmbio de pesquisadores e a produção técnica e científica sobre cooperativismo, em diversas áreas do conhecimento. Na última quinta-feira (17/5), membros do Comitê Científico se reuniram na sede do Observatório, em Ribeirão Preto (SP), para estabelecer os critérios de avaliação dos trabalhos inscritos e da premiação a ser concedida aos melhores projetos.

De acordo com a analista de gestão e desenvolvimento do Sescoop, Glaucia Melasso, o total de projetos inscritos é de 77, cerca de 20 a mais que na edição anterior do Encontro. “Foi possível observar uma boa amplitude regional e representativa de instituições, entre universidades, institutos de pesquisa, cooperativas e outras, que se inscreveram”, afirma a analista.

Saiba mais – O II Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo (II EBPC) será realizado nos dias 30 e 31 de agosto, em Porto Alegre (RS). A segunda edição do EBPC traz como tema “Ano Internacional das Cooperativas: cooperativas constroem um mundo melhor” e a expectativa da coordenação é suplantar os bons resultados alcançados na primeira edição do evento, realizada em 2010.

Cooperativismo


Lançamento do Dia C 2012 mobiliza cooperativistas para o voluntariado
Sescoop prevê transformar a atividade em um movimento de âmbito nacional

Um encontro realizado na sede do Sistema Ocemg na última segunda-feira (28/5) promoveu o lançamento oficial da campanha do Dia de Cooperar 2012 (Dia C). Cerca de 100 cooperativistas, de várias cidades do estado, estiveram presentes, além dos técnicos da gerência de Promoção Social da unidade nacional do Sescoop, Elane Guimarães, Michelle Lopes e Maria Eugênia Ruiz Borba, gestora da área.

“Além de prestigiarmos o lançamento, o objetivo de nossa participação foi vislumbrar a oportunidade de alinhar as ações já desenvolvidas pelo Sistema Ocemg e suas cooperativas com a Diretriz Nacional e programas de Promoção Social que estão sendo redesenhados pela unidade nacional”, explicou Maria Eugênia.

De acordo com a gestora, a proposta do Sescoop é disseminar esta semente plantada em Minas por todo o país. “Temos a ideia de transformar o Dia C em um movimento de âmbito nacional e que as ações praticadas nesse dia se tornem projetos a serem desenvolvidos ao longo de todo ano, tornando-se uma corrente do bem”, disse.

Durante o encontro, o público participou de oficinas e palestras sobre o Dia C e sobre o poder do voluntariado aliado ao cooperativismo. Logo na abertura, o superintendente do Sistema Ocemg, William Bicalho, desejou que fosse um dia proveitoso e que os cooperados presentes levassem o aprendizado e o entusiasmo da iniciativa para suas casas e seu trabalho. "O Dia C é um momento que resgata o amor, portanto levem daqui coisas boas e inspiradoras para o trabalho a ser realizado em suas comunidades", frisou.
Segundo Bicalho, a cada ano que passa, o número de cooperativas participantes aumenta e o Sistema Ocemg tem trabalhado constantemente para conquistar novos parceiros. “Nossa expectativa é conseguir que todas as 797 cooperativas registradas no Sistema um dia participem da ação”, revela.

A coordenadora do projeto e responsável pela área de promoção social do Sistema, Cláudia Mello, apresentou a campanha deste ano e os números atingidos pelo Dia C desde sua criação, em 2009. Ela ressaltou a necessidade de ampliar a participação das cooperativas a cada ano a fim de beneficiar muitas outras pessoas. "O Dia C é contagiante e vocês que estão participando deste lançamento devem replicar esta ideia, a fim de chegarmos a mais cooperativas e voluntários", destacou.

Cláudia lembrou que estamos no Ano Internacional das Cooperativas e que esta edição do Dia C pode projetar o trabalho das cooperativas mineiras para o mundo todo. "Devemos aproveitar que estamos neste ano comemorativo e confirmar que o cooperativismo tem o poder de mudança das comunidades no seu entorno".

Números - No ano de 2011, 216 cooperativas participaram do Dia C, com mais de 18 mil voluntários, beneficiando cerca de 218 mil pessoas. A iniciativa tem o objetivo de promover e estimular a integração das ações voluntárias de todas as cooperativas, cooperados, colaboradores e familiares, em um grande movimento de solidariedade cooperativista e será realizada no dia 1° de setembro. Inscrições - Cooperativas interessadas em participar do Dia C 2012 podem efetuar sua inscrição até o dia 27/6. O primeiro requisito é estar regular e adimplente junto ao Sistema Ocemg. Para mais informações, acessewww.minasgerais.coop.br/diac.
(Fonte: Ocemg)

Cooperativismo


Sescoop participa de fórum mundial sobre educação profissional e tecnológica
Democratização, Emancipação e Sustentabilidade é o tema do evento

Mais de 19 mil pessoas estão reunidas em Florianópolis (SC) para levantar propostas que integrem a plataforma mundial de educação por meio de discussões com estudiosos renomados mundialmente. Elas participam do II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, cujo tema central é Democratização, Emancipação e Sustentabilidade. Pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), quem acompanha as discussões é a analista de Desenvolvimento e Gestão Márcia Soares. “Participar de eventos desse porte, propicia ao Sescoop uma atualização em temáticas de grande aderência ao seu negócio – formação profissional e a identificação de potenciais parceiros para agregação de valor às ações educacionais do Sistema”, diz Márcia.

Nesses cinco dias de debate, a missão dos participantes é priorizar a educação na construção de um mundo mais justo e possível. Fazem parte do grupo, professores, pesquisadores, trabalhadores, governos, sindicatos, associações e pessoas da sociedade civil. Entre conferencistas, debatedores e mediadores, estão 31 convidados internacionais e 41 nacionais. Os estrangeiros são originários de países como Portugal, Inglaterra, Uruguai, México, França, Colômbia, Argentina, Estados Unidos, Espanha, Chile e Canadá.

Além de conferências e observatórios, o Fórum conta ainda com Feira de Economia Solidária, Mostra de Inovação Tecnológica, Feira Gastronômica, Feira do Livro e Mostra de Pôsteres, entre outras atividades.

O encontro, que teve início nesta segunda-feira (28/5) e vai até amanhã (1/06), no Centrosul, compõe o Fórum Mundial de Educação. Quem responde pela organização é o Instituto Federal de Santa Catarina (IF-SC). Além da instituição, outras 164 entidades também compõem o Comitê Organizador. 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Notícias


Sistema OCB avalia positivamente novo Código Florestal

“A sanção do novo Código Florestal é, com certeza, um marco legal para o país. Foi um passo determinante na busca pelo desenvolvimento sustentável e um progresso aos normativos aplicados anteriormente. Ele vem atender ao desafio de preservar e produzir, dando mais condições ao produtor rural de continuar no campo, gerando alimentos e cuidando dos recursos naturais, e com segurança jurídica”. A fala do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, reflete a avaliação do setor cooperativista brasileiro sobre a Lei 12.651/12, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no último dia 25.
Freitas ressalta três pontos que ratificam o posicionamento dos cooperativistas sobre a matéria. A criação do conceito de área rural consolidada e a sua regularização, previstas no novo Código, é um deles. “Antes, essas atividades eram consideradas ilegais. Agora, será garantida a continuidade da produção, e de acordo, é claro, com as novas regras estabelecidas. Essa é uma das questões que restabelece a segurança jurídica no campo”, comenta o presidente do Sistema OCB.
A existência de mecanismos que simplificam o cumprimento da Reserva Legal também está entre os principais avanços. “As propriedades com até quatro módulos, por exemplo, não terão a obrigação de fazer o replantio para garantir a Reserva Legal. Além disso, todas as Áreas de Preservação Permanente (APPs) poderão ser consideradas no cálculo da composição da RL”, explica.
A previsão de instrumentos econômicos para estimular e financiar o cumprimento de obrigações ambientais foi outro ponto visto pelas cooperativas como uma conquista importante. “De acordo com a legislação anterior, essa era uma obrigação apenas do proprietário rural. Mesmo ainda dependendo de regulamentação, o novo Código prevê outros instrumentos e fontes de recursos para viabilizar esse processo. Nada mais justo, já que os benefícios serão sentidos por toda a sociedade”, destaca Freitas.
Próximos passos – Para evitar uma lacuna legal nos pontos vetados do texto do novo Código Florestal, a Presidente da República, Dilma Rousseff, editou a Medida Provisória (MPV) 571/12, que altera a Lei 12.651/12. As áreas técnicas da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) irão trabalhar para incluir questões consideradas determinantes pela base, que serão apresentadas como emendas ao texto da MPV. O texto da proposição passará pela avaliação da Câmara dos Deputados e Senado Federal, para que a mesma seja convertida em lei. Caso não seja apreciada em até 45 dias, a matéria entrará em regime de urgência.
Fonte: OCB

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Preços de produtos agropecuários desaceleram, diz FGV

O movimento foi contrário entre os preços de produtos industriais


 Shutterstock
Os preços dos produtos agropecuários no atacado desaceleraram em maio e avançaram 0,85%, depois de registrarem alta de 1,18% em abril, segundo Fundação Getúlio Vargas (FGV). O movimento foi contrário entre os preços de produtos industriais, que saíram de 0,89% no mês anterior para 1,29% em maio. 

Os preços dos bens intermediários mostraram nova aceleração em maio, para 1,59%, ante alta de 1,13% no mês anterior. Os preços das matérias-primas brutas também aceleraram, de 0,97% em abril para 1,32% em maio. 

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve alta de 1,17%, após aumento de 0,97% em abril. No ano, o IPA acumula alta de 2,24% e em 12 meses até maio, de 3,62%.

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Chegam ao Brasil tratores e implementos gigantes, capazes de substituir várias máquinas menores com economia de tempo, combustível e mão de obra


por Tânia Rabello

Editora Globo
Da esq. p/ dir.: Massey Ferguson, Valtra, Case, New Holland e John Deere
Cada vez mais intensiva, a agricultura empresarial brasileira tem exigido eficiência do produtor na gestão do tempo para enfrentar duas, até três safras por ano. Some-se a isso a escassez e o encarecimento da mão de obra no campo e chega-se à fórmula que se torna uma tendência no país: a utilização de máquinas e implementos de altíssima performance. 

A indústria percebeu a demanda do campo e entra forte este ano na oferta de tratores e implementos gigantes, com maior capacidade de arrasto e transbordo, e a vantagem, por exemplo, de fazer o trabalho de vários tratores menores, em menos tempo, com economia de combustível e mão de obra. São máquinas cuja potência nominal varia de 340 a 560 cavalos-vapor (cv). 

Além da força extra de trabalho, uma característica comum a todos é o fato de serem importados. Embora a demanda seja crescente, dizem os fabricantes, ainda é inicial e não compensa montar uma linha de produção nacional específica para esse maquinário superlativo. Os fabricantes têm os números na ponta da língua para justificar a iniciativa de trazer para cá os grandes tratores. Na América do Sul – considerando-se que 70% dasvendas estão no Brasil –, o mercado de tratores acima de 180 cv passou de 5,6% para 9%, de 2007 para cá, informa o responsável pela área de tratores grandes para toda a América Latina da John Deere, Paulo Verdi. “Por trás dessa tendência está a profissionalização, também crescente, do agronegócio”, opina Verdi. 

Números da AGCO, que detém as marcas de tratores Valtra e Massey Ferguson, apontam crescimento de 161% no comércio de tratores acima de 200 cv entre 2009 e 2011. “No caso dos tratores acima de 300 cv, notamos um crescimento de 50% em um ano e meio”, diz o supervisor de marketing de produto tratores Valtra, Winston Quintas. 

A decisão da Case IH, detentora das marcas Case e New Holland, de trazer maquinário mais potente para o Brasil, também passou pela demanda. “Os agricultores estão utilizando plantadeiras e implementos cada vez maiores, o que requer tratores de alta potência”, diz o especialista em marketing de produto da New Holland, Marco Aurélio Cazarim. 

Os argumentos usados pelas montadoras fazem eco com o que pensa o produtor Valmor da Cunha, de Campo Novo do Parecis (MT). Ele cultiva 9.000 hectares de soja e 2.000 hectares de milho na mesma área. “Assim que colho a soja, já vou plantando o milho”, conta. Por isso, precisa de tratores de grande potência, para aumentar a rapidez da operação. “O rendimento também é maior, porque na época do plantio de milho estamos em pleno período de chuvas, o soloestá barrento e um trator maior patina menos, permitindo que as máquinas trabalhem, chovendo ou não, além do fato de compactarem menos o solo.” Cunha vai trocar quatro tratores de 185 cv por dois de 340 cv. “Conforme as possibilidades, vou trocar toda a frota”, diz. Atualmente, ele possui 13 tratores de 185 cv. “O trabalho do operador vai ficar melhor, pois a cabine é extremamente confortável, além de o sistema de transmissão do motor também ser facilitado, o que aumenta o rendimento por área.” Ele lembra que, pegando em cheio a época da melhor chuva, a produtividade melhora. “O retorno vem rápido”, finaliza. 

Notícias


Taxa de desemprego teve aumento de 1,2% em abril

A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Salvador (RMS) teve um aumento de 1,2% em abril de 2012, ao ser relacionado ao mês imediatamente anterior, e passou a representar 17,5% da População Economicamente Ativa (PEA). No mês em análise, manteve-se comportamento padrão verificado em todo País de formalização das relações de trabalho (6mil/0,5%), principalmente no setor privado (18 mil/2,3%), e queda no emprego em postos vulneráveis, a exemplo dos Autônomos (-12 mil/3,6%) e Domésticos (-4 mil/2,8%).

Em termos absolutos, o contingente de desempregados foi estimado em 344 mil pessoas. Embora tenha sido registrado uma redução de 13 mil postos de trabalho, também houve uma redução de 10 mil nos integrantes da PEA.  O resultado foi captado pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), em parceria com o Dieese, Seade e Setre.

Apesar do pequeno aumento na taxa de desemprego verificado em abril, o diretor de Estudos da SEI, Armando Castro, avalia aspectos positivos no resultado do mês: “A queda na ocupação se dá entre os autônomos, com mais intensidade nos setores de serviços e comércio, o que significa o encerramento de postos de trabalho precários que são mais intensivos no verão. Em contrapartida, pode-se observar, nos últimos 12 meses um significativo aumento nos empregos de carteira assinada”.

A coordenadora do Dieese, Ana Margaret, ressalta um comportamento padrão de queda no postos de trabalho nas análises mensais de março e abril: “São meses em que a atividade econômica não está totalmente aquecida, atenuando o estímulo da população a procurar espaço no mercado de trabalho, e consequentemente, diminuindo a pressão sob a PEA”.

Esse comportamento, segundo Margaret, é mais recorrente em postos menos estruturados, a exemplo dos Autônomos e Domésticos. Porém existe outra possibilidade para a queda do emprego em ocupações mais vulneráveis: “Há probabilidade de estarem sendo absorvidos pelo mercado formal, se trata de um padrão nacional e constante desde década de 2000”, explica a coordenadora do Dieese.

Segundo a PED, entre os principais setores de atividade econômica analisados, houve decréscimo no Comércio (7 mil/2,6%), nos Serviços (7 mil/0,8%) e no agregado Outros setores – que inclui serviços domésticos e outras atividades – (3 mil/1,8%). O crescimento nesse vetor ficou a cargo da Indústria (2 mil/1,7%) e Construção civil (2 mil/1,3%).
No mês de março, o rendimento médio real diminuiu em proporções iguais para os ocupados (1,2%) e para os assalariados (1,2%). No mesmo período, a massa de rendimentos reais apresentou redução para os ocupados (2,6%) e para os assalariados (1,0%).
Comportamento em 12 meses
Em relação a abril de 2011, a taxa de desemprego aumentou, ao passar de 15,7% para os atuais 17,5% da PEA. Dessa forma, o contingente de desempregados aumentou em 56 mil pessoas, como resultado do crescimento insuficiente do número de postos de trabalho (74 mil) em relação ao acréscimo da PEA (130 mil). Nos últimos 12 meses, o número de ocupados aumentou 4,8%, passando de 1.545 para 1.619 mil.
Entre os setores de atividade econômica analisados, o nível ocupacional decresceu apenas na Indústria (19 mil/13,4%), elevando-se nos demais setores: na Construção civil (27 mil/21,6%), no agregado Outros setores, que inclui os serviços domésticos e outras atividades (27 mil/20,3%), no Comércio (21 mil /8,6%) e nos Serviços (18 mil/2,0%).
Conforme a posição na ocupação, o emprego assalariado cresceu (61 mil/5,9%), devido aumento do contingente do setor privado (92 mil/10,9%), visto que houve redução do trabalho assalariado no setor público (29 mil/15,0%). O setor privado registrou acréscimo no número de assalariados com carteira de trabalho assinada (83 mil/11,5%) e, com menor intensidade, entre os sem carteira assinada (9 mil/7,3%). Houve elevação nos contingentes de Domésticos (14 mil/11,3%) e de Autônomos (7 mil/2,2%), enquanto decresceu o do agregado Outras Posições Ocupacionais, que incluem empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócio familiar (8 mil/12,1%) .

Na comparação com março de 2011, o rendimento médio real decresceu para os ocupados (5,3%) e para os assalariados (4,8%). Já a massa de rendimentos manteve-se relativamente estável entre os ocupados (+0,1%) e elevou-se para os assalariados (1,5%).