terça-feira, 3 de julho de 2012

Cooperativismo

PUC-PR quer criar mestrado sobre cooperativismo
 
PUC-PR quer criar mestrado sobre cooperativismoA Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) pretende criar um grupo de estudos e desenvolver um curso de mestrado profissional de cooperativismo. A instituição quer contar com a participação da Ocepar no processo de formação do grupo, que envolve ainda a Universidade de Pau et Des Pays de L’adour (França) e a Universidade de San Sebastián (Espanha). O pró-reitor acadêmico da PUC-PR, Eduardo Damião da Silva, reuniu-se na manhã desta terça-feira (02/07), na sede da Ocepar, com o superintendente José Roberto Ricken. Também participaram do encontro os professores Jansen Maia Del Corso e Renato Zancan Marchetti, e o coordenador de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Humberto Bridi. “Viemos trazer essa novidade à Ocepar para que possamos desenvolver projetos de pesquisas, visitas internacionais e diversas ações de consolidação do grupo de estudos. A partir disso, nossa proposta é criar um mestrado profissional de cooperativismo”, afirmou Silva.

Executivos – Segundo o pró-reitor, a PUC-PR também quer oferecer para o Sescoop/PR a possibilidade de desenvolver cursos voltados aos executivos e lideranças do setor. “Podemos organizar eventos de aprimoramento de acordo com o interesse de cada cooperativa. Nos cursos poderemos contar com a presença dos principais gurus internacionais de gestão e administração”, explicou.

Sescoop-PR – O pró-reitor enfatizou a importância do Sescoop/PR para o processo de qualificação profissional do cooperativismo e lembrou que a parceria com a PUC-PR é antiga e consolidada. “O trabalho do Sistema S das cooperativas, investindo na formação continuada e no desenvolvimento das pessoas, dos talentos, explica boa parte do sucesso que o setor vem apresentando no Paraná. A PUC se sente honrada em ser parceira do Sescoop/PR”, concluiu.
Fonte: Sistema Ocepar em 03/07/2012

Cooperativismo

Seminário orienta 350 jovens sobre o cooperativismo
 
Seminário orienta 350 jovens sobre o cooperativismoTrezentos e cinquenta filhos de associados da C.Vale e Sicredi Vale do Piquiri participaram do 6º Seminário do Jovem Cooperativista, 30 de junho, na Asfuca de Palotina. O evento faz parte das comemorações do Dia Internacional do Cooperativismo, que será celebrado dia 7 de julho. O tema do encontro deste ano foi Cooperativas Constroem um Mundo Melhor. O slogan foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), que declarou 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas.

Palestras - O evento contou com duas grandes palestras. O assessor de crédito da Sicredi, Marcos Marchi, orientou os participantes sobre planejamento financeiro. “Muitos destes jovens vão herdar as propriedades rurais dos pais. Quando isto acontecer é preciso que eles estejam bem preparados, para dar continuidade ao empreendimento”, destacou Marchi.

Conhecimento - O consultor em comunicação, Dado Schneider, disse que os jovens devem aproveitar o conhecimento das pessoas mais velhas. “Estes jovens fazem parte de um sistema maravilhoso que é o cooperativismo. É importante que eles fiquem atentos, pois o mundo exige cada vez mais capacitação e profissionalismo, sem deixar de buscar informações com as pessoas de maior experiência.”

Destaques - Os jovens Solange e Gilson Lussani destacam os pontos do seminário. “Não devemos ficar estagnados no tempo. Temos que sair da nossa zona de conforto e correr atrás dos nossos objetivos, até porque o mundo está sempre em mudança e trazendo muitas informações”, disse Solange. “O encontro serviu para mostrar que devemos poupar, estar motivados e traçar um planejamento para realizar os nossos sonhos”, completou Gilson Lussani.

Qualificação - O presidente da Sicredi Vale do Piquiri, Jaime Basso, explica que as cooperativas estão preocupadas em qualificar os jovens. “Quanto mais pudermos envolver os jovens para conhecerem o cooperativismo e entenderem a cooperação como fundamental para o desenvolvimento da sociedade, com certeza nós estaremos preparando pessoas para o futuro.”

Programa - O Seminário do Jovem Cooperativista faz parte do programa de qualificação pessoal e profissional tanto dos associados da C.Vale, como da Sicredi e de seus familiares. Para o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, o seminário serviu para sensibilizar os jovens sobre a importância do cooperativismo. “Embora este público tenha uma enorme quantidade de informações, sempre é importante que eles sigam os exemplos dos avós e dos pais, para que possam trilhar suas vidas. Isto também mostra a importância do cooperativismo na vida econômica e social das pessoas”, finalizou Lang.
Fonte: Sistema Ocepar em 03/07/2012

Cooperativismo

Sistema Ocemg e Frencoop-MG firmam parceria para realização de Ciclo de Debates sobre Cooperativismo na ALMG
 
 
Sistema Ocemg e Frencoop-MG firmam parceria para realização de Ciclo de Debates sobre Cooperativismo na ALMGNo último dia 26/06, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo de Minas Gerais (Frencoop-MG), Antônio Carlos Arantes, esteve na sede do Sistema Ocemg para apresentar as primeiras propostas para o Ciclo de Debates sobre o Cooperativismo a ser realizado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em novembro.

O deputado e seus assessores foram recebidos pelo presidente do Sistema, Ronaldo Scucato, que confirmou a parceria para a promoção do evento. A iniciativa tem o objetivo de comemorar o Ano Internacional das Cooperativas declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU), apresentar e divulgar o cooperativismo, além de identificar os desafios enfrentados e os sucessos obtidos pelos diversos ramos do setor.

Na ocasião, serão discutidos temas relacionados à força do cooperativismo para o desenvolvimento econômico e social, os desafios atuais do cooperativismo e ainda as oportunidades para o segmento com a proximidade das Olimpíadas, Copa do Mundo e Copa das Confederações no Brasil.

O formato e o conteúdo para o Ciclo de debates estão sendo discutidos desde maio com representantes do Sistema Ocemg e de diversas instituições ligadas ao cooperativismo e ao poder público. Uma próxima reunião de alinhamento está agendada para o dia 09 de julho.

Fonte: Sistema Ocemg em 03/07/2012

Cooperativismo

Assembleia Legislativa promove audiência pública sobre cooperativismo
 
Assembleia Legislativa promove audiência pública sobre cooperativismoA Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo do Parlamento gaúcho debateu no dia 29 de junho, em audiência pública, “A importância do Cooperativismo no Desenvolvimento do RS”, em palestra proferida pelo presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Frederico Perius. O evento ocorreu no plenário da ACINP, durante a Piá Rural Show, em Nova Petrópolis, e foi coordenado pelo deputado Heitor Schuch (PSB). O parlamentar aproveitou para informar que no dia 04 de julho a Assembleia Legislativa realizará uma sessão solene em homenagem ao Ano Internacional das Cooperativas, e convidou os presentes a participarem da solenidade.

O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop, Vergilio Perius, fez uma breve apresentação sobre o tema e informou que no dia 4 de julho, além da sessão solene na Assembleia, estão programadas diversas atividades. Às 12 horas, o cooperativismo será pauta da reunião-almoço Tá na Mesa, da Federasul. Às 17h30, no Palácio Piratini, ocorre a assinatura de cinco decretos voltados para o setor. O presidente da Ocergs também apresentou dados mostrando a relação entre o número de cooperativas de uma região e seus índices de desenvolvimento humano. Segundo ele, quanto maior o número de cooperativas, maior o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Os benefícios do sistema de cooperativas também se refletem, segundo ele, nos salários dos empregados: enquanto o salário médio dos empregados de cooperativas foi de R$ 1.728,76 em 2011, no setor privado o valor foi de R$ 1.363,98, isto é, os primeiros recebem 26,7% a mais.

Antes da apresentação, manifestaram-se também o presidente da Cooperativa Piá, Gilberto Kny, proponente do debate na Rural Show e para quem as cooperativas estão diretamente integradas na agricultura familiar no país, envolvendo 20 milhões de brasileiros; e o prefeito de Nova Petrópolis, Luiz Schenkel, que destacou o trabalho desenvolvido pela cooperativa Piá e o empenho do deputado Schuch em defesa dos pequenos agricultores.

Representando a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Gervásio Plucinski disse que o objetivo do governo é fortalecer o que já existe no setor e citou uma série de programas e leis envolvendo tributos e incentivos prestes a serem lançados. Pronunciaram-se ainda o vice-presidente do Sicredi, Gerson Seefeld, que mencionou as ações da entidade voltadas para o fortalecimento da agricultura familiar e destacou a importância das parcerias; Valdir Zonin, da Emater; e o presidente da Fetag, Elton Weber.
Fonte: Ocergs em 03/07/2012

Cooperativismo

Cooperativismo: entidades e governo buscam diálogo para superar dificuldades
 
 
Cooperativismo: entidades e governo buscam diálogo para superar dificuldadesMárcio Lopes de Freitas fala com orgulho sobre os números das cooperativas na economia brasileira. Segundo o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), 48% do que se produz no agronegócio do país passa de alguma forma por uma cooperativa. As exportações do setor atingiram R$ 6,1 bilhões em 2011, contra R$ 600 milhões em 2009, números que reforçam o papel da organização, criada em 1969 e responsável por emitir registros e também pela promoção e aprimoramento do movimento cooperativista no país, com braço nos 26 Estados e no Distrito Federal.

Para impulsionar os ganhos, entidades representativas e governos buscam o diálogo constante para superar as dificuldades do setor. Apesar de autonomia e independência constarem nos princípios do cooperativismo, uma boa relação entre os principais apoiadores da filosofia pode refletir em resultados mais promissores.

— A cooperativa é uma organização autônoma, onde é vedada a interferência externa. O papel da OCB é zelar para manter a característica das cooperativas, fazer alertas, dar o apoio necessário. É um órgão de referência explica Freitas.

Ele se mostra receoso quanto à dependência excessiva das cooperativas ao poder público.

— Bons governos no mundo são os que atrapalham menos. O papel de um governo é ser indutor, facilitador, mas as cooperativas não podem depender de políticas externas. Pode até usar, mas não pode depender — defende Freitas.

GESTÃO E EDUCAÇÃO

No entanto, marcos regulatórios e tributários, se não bem alinhados, podem frear o desempenho do setor. E esses aspectos estão ligados à esfera pública. Responsável pelas ações no Ministério da Agricultura, a Diretora Substituta do Departamento de Cooperativismo e Associativismo (Denacoop), Vera Lúcia de Oliveria Daller, chama a atenção para os marcos legais, como a Lei Geral do Cooperativismo, que tramita no Congresso ainda sem perspectiva de votação, e visa atualizar a legislação, em vigor desde 1971.

A gestão das cooperativas ainda é apontada como um dos gargalos para o crescimento do setor no país. A responsável pelo Denacoop salienta o papel do órgão na tentativa de apoiar uma maior profissionalização no comando das associações.

— É preciso separar o operacional do político. Nem sempre um presidente de cooperativa é um bom gestor. É preciso profissionalizar a gestão. Já estamos percebendo uma transformação lenta e gradativa — afirma Vera.

O apoio do órgão ao setor está na celebração de convênios, especialmente os com objetivo de profissionalizar a gestão. A burocracia e a falta de orçamento, no entanto, são os principais entraves para que o governo possa atuar de maneira mais efetiva. De acordo com a diretora, os recursos do Denacoop para convênios foram de R$ 5,1 milhões em 2011, mas apenas seis foram concretizados em todo o ano, consumindo R$ 1,4 milhão. O número fica ainda menor se comparado ao orçamento da pasta em 2003, quando chegou a R$ 23 milhões. Em 2012 nenhum convênio ainda foi fechado. A diretora minimiza a baixa aplicação dos recursos disponíveis.

— Não é só o recurso que é importante. As ações estratégicas são tão ou mais importantes. Queremos hoje é construir projetos, detectar os pontos de estrangulamento e não passar apenas um recurso. Queremos bons resultados — diz.

O presidente da OCB também afirma que a gestão das cooperativas precisa ser acompanhada de perto, mas diz constatar uma evolução.

— É um problema que temos que olhar, mas não é um problema geral. Temos cooperativas que são modelo de gestão, mas ainda temos uma deficiência.
Freitas aponta a necessidade de maior investimento em capacitação e educação cooperativa. Para o presidente da OCB, a expansão do modelo no país, hoje com maior presença nas regiões Sul e Sudeste, passa pela difusão da cultura colaborativa.
_ Já houve tentativas do governo de forçar um crescimento das cooperativas na região Nordeste, mas elas foram criadas de cima para baixo e não tiveram sucesso. Quando terminou a muleta pública, elas acabaram — explica.

— Uma cooperativa tem que nascer, não pode pular etapa. Ela surge como uma condição natural, não é uma questão de curto prazo — completa.

SECRETARIA NACIONAL

Tida como uma das promessas para o Ano Internacional do Cooperativismo, a criação de uma Secretaria Nacional para atender o setor não deve sair do papel em 2012. O presidente da OCB descarta a necessidade da estrutura.

— Esse diálogo surgiu, mas não há necessidade (de uma secretaria). O cooperativismo tem que ter uma compreensão geral, tem que ser uma questão transversal. Eu vejo poucas chances de eficácia _ afirma.

A diretora do Denacoop também confirma o fim do diálogo.

— Foi uma conversa, mas hoje não se fala mais nisso. Até porque já existe a SDC (Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo).

Fonte: O Correio News em 03/07/2012

Cooperativismo

Palestra sobre Cooperativismo em Petrolina/PE.

No último dia 26, o economista e professor universitário, Kleber Ávila Ribeiro proferiu palestra sobre Cooperativismo para produtores rurais da Associação dos Pequenos Produtores de Uva do Bebedouro (APUB) localizado no perímetro irrigado Bebedouro no município de Petrolina/PE. O encontro teve como objetivo orientar os colonos da importância da constituição de uma cooperativa agropecuária para geração de renda e o desenvolvimento local, as dificuldades de comercialização através da associação e os benefícios futuros que poderão ser obtidos por intermédio de uma sociedade cooperativa.

Segundo o economista, "a ação das cooperativas agrícolas é um importante mecanismo de garantia da segurança alimentar e redução da pobreza. Elas beneficiam diretamente o pequeno agricultor ao aumentar seu poder de negociação e a capacidade de compartilhar recursos."

Além dos produtores locais, a palestra contou com de técnicos agrícolas que dão suporte aos associados e funcionários da EMBRAPA SEMIÁRIDO, em especial Reginaldo Alves Paes idealizador do encontro.


domingo, 1 de julho de 2012

Notícias

Embrapa desenvolve projetos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia

Aproveitando a Rio+20, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apresentou balanço de sua atuação na redução e no controle do desmatamento na Amazônia, ações que são desenvolvidas em parceria com outras instituições do Governo Federal. Uma das formas de atuação da Embrapa na Amazônia é por meio dos diversos projetos de pesquisa e desenvolvimento que estão sendo executados em suporte à Operação Arco Verde, uma ação interministerial que realiza ações em 43 municípios dos Estados do Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima.
A Embrapa Produtos e Mercado, juntamente com a Embrapa Amazônia Oriental e a Embrapa Agrosilvopastoril, Unidades Descentralizadas da Embrapa, em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), desenvolvem projeto com o objetivo de organizar o sistema de produção de sementes e mudas nativas amazônicas, desde a seleção de áreas destinadas aos viveiros até a certificação do material resultante, de forma a alcançar a recuperação das áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente de oito municípios do programa Arco Verde. Estão sendo realizadas ações para a organização da cadeia, implantação de áreas de coleta de sementes e infraestrutura de produção de mudas com o objetivo de legalizar os viveiros e profissionalizar a atuação dos coletores de sementes.

O objetivo da produção de sementes e mudas – além de recompor o passivo ambiental amazônico – é proporcionar aos agricultores familiares uma alternativa de renda. A ação é realizada no Pará, nos municípios de Marabá, Itupiranga, Pacajá e Paragominas, e, no Mato Grosso, em Querência, Peixoto de Azevedo, Nova Ubiratã e Confresa. Ao final, a ação deverá beneficiar 7.094 famílias, com a implantação de 95 viveiros satélites e 16 áreas de coleta de sementes (ACS).

Durante 2010 e 2011, as ações do projeto se concentraram nos municípios de Marabá, no Pará, e em Confresa, no Mato Grosso. Em Marabá, a ação ocorre em nove projetos de assentamento, com a implantação de 19 viveiros. Outros dez projetos de assentamento estão sendo envolvidos para implantação de mais 11 viveiros. Além disso, já foram implantadas áreas de coleta de sementes em três diferentes projetos de assentamento do município. Foram realizados, também, dois cursos de capacitação sobre o tema, com a participação de cerca de 50 pessoas, entre agricultores familiares e extensionistas. A execução do projeto está ocorrendo a partir de parcerias com agentes locais, como Prefeitura Municipal, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), movimentos sociais e organizações produtivas do município.

No município matogrossense de Confresa foram selecionados sete projetos de assentamento onde uma equipe de técnicos da Embrapa, Prefeitura Municipal, Emater e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Mato Grosso (IFMT) está trabalhando para a implantação de 12 viveiros e duas áreas de coleta de sementes. Com a implantação dos viveiros e o treinamento dos assentados, o grupo poderá repassar as técnicas aprendidas aos demais moradores da comunidade. O sistema de organização de produção de mudas florestais nativas proposto pelo projeto está sendo usado como modelo a ser replicado a outros projetos nos diversos biomas brasileiros, além de ser um forte subsidio à implementação da nova legislação de sementes e mudas florestais e ao novo Código Florestal.