domingo, 9 de dezembro de 2012

Notícias

Inflação pelo IPCA fica quase estável e vai a 0,60% em novembro
RIO - (Nota atualizada às 9h13) A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), teve leve avanço ao passar de 0,59% em outubro para 0,60% em novembro, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou acima da expectativa de inflação de 0,50% em novembro, média das projeções de dez consultorias e instituições financeiras consultadas pelo Valor Data.
 
Com o resultado do mês, o índice usado para balizar a meta de inflação perseguida pelo Banco Central acumula 5,01% no ano, bem abaixo dos 5,97% registrados em igual período do ano anterior. Para 2012, o centro da meta é de 4,5% e o teto é 6,5%.
 
Considerando os últimos doze meses, o índice situou-se em 5,53%, acima dos 5,45% relativos aos doze meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2011 a taxa havia ficado em 0,52%.
 
Os nove grupos que compõem o IPCA apresentaram as seguintes variações em novembro frente a outubro: alimentação e bebidas (0,79%, ante 1,36% em outubro), habitação (0,64%, ante 0,38%), artigos de residência (0,47%, ante 0,37%), vestuário (0,86%, ante 1,09%), transportes (0,68%, ante 0,24%), saúde e cuidados pessoais (0,32%, ante 0,48%), despesas pessoais (0,53%, ante 0,10%). Educação e comunicações mantiveram as mesmas taxas de outubro, de 0,05% e de 0,31%, respectivamente.
 
Baixa renda
 
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias que ganham até cinco salários mínimos, subiu 0,54% em novembro frente a outubro, quando marcou 0,71%. No acumulado do ano, o INPC registra alta de 5,42%, enquanto que, em 12 meses, o indicador avança 5,95%.
 
Ontem, a FGV informou que o IPC-C1, seu indicador de inflação para a baixa renda -famílias com rendimento de até 2,5 salários mínimos - acumula alta de 7,16% em 12 meses terminados em novembro. Veja a reportagem em vídeo:
 

(Diogo Martins | Valor)

http://www.valor.com.br/brasil/2932166/inflacao-pelo-ipca-fica-quase-estavel-e-vai-060-em-novembro#ixzz2EYxfi7cv

Notícias

Nunca vi jornal pedir queda de ministro, diz Dilma sobre "Economist"
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff disse, nesta sexta-feira, que, “em hipótese alguma”, seu governo tomará decisões baseadas em uma publicação, em resposta ao artigo da revista britânica “The Economist” que sugeriu a demissão do ministro da Fazenda, Guido Mantega.
 
“Eu, em especial, sou a favor da liberdade de imprensa. Não tenho nenhum senão a dizer sobre qualquer revista ou jornal falando o que quiser. Só quero me manifestar que, em hipótese alguma, o governo eleito pelo voto direto e secreto do povo brasileiro vai ser influenciado por uma opinião de uma revista que não seja brasileira”, disse Dilma a jornalistas após participar da Cúpula dos Chefes de Estado do Mercado Comum do Sul (Mercosul), no Palácio do Itamaraty, em Brasília.
 
A presidente previu crescimento maior do Produto Interno Bruto. “Estamos crescendo a 0,6% nesse trimestre. Iremos crescer mais no próximo trimestre. A resposta é: de maneira alguma eu levarei em consideração esta, diríamos, sugestão. Não vou levar”, completou.
 
Publicado ontem, artigo da Economist sugere a demissão de Mantega como uma alternativa para Dilma retomar a confiança dos investidores e viabilizar um segundo mandato. Fatores como a desaceleração nos preços das commodities e o endividamento das famílias são citados como as travas atuais da atividade econômica do país.
 
Dilma afirmou ainda que, diante do quadro de “crise gravíssima, com países tendo taxas de crescimento negativas, escândalos, queda de bancos, quebradeiras”, nunca viu nenhuma publicação de mídia sugerir mudanças em governos. “Eu nunca vi nenhum jornal propor a queda de um ministro”, disse.
 
Questionada sobre a situação “deles”, em referência às economias desenvolvidas, a presidente mostrou contrariedade e falou da situação de estabilidade econômica do país.
 
“Vocês, da imprensa brasileira, não sabem que a situação deles é pior que a nossa? Pelo amor de Deus. Desde 2008, nenhum banco como Lehman Brothers quebrou aqui. Não temos crise de dívida soberana. A nossa relação dívida-PIB é de 35%. A nossa inflação está sob controle. Nós temos US$ 378 bilhões de reserva. E tudo isso se dá porque os juros caíram no Brasil”, disse Dilma.
 
(Yvna Sousa, Eduardo Campos e Bruno Peres / Valor)

 

Notícias

Anfavea projeta crescimento de até 4,5% nas vendas de veículos em 2013
SÃO PAULO - A Anfavea, entidade que representa as montadoras instaladas no país, anunciou hoje suas previsões ao desempenho do setor no ano que vem, que incluem a expectativa de vendas na faixa de 3,94 milhões a 3,98 milhões de veículos.
 
O volume corresponde a um crescimento de 3,5% a 4,5% sobre os 3,81 milhões de veículos previstos para este ano, colocando na conta automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.
 
Até novembro, os emplacamentos somaram 3,44 milhões de veículos, marcando um crescimento de 4,8%, na comparação anual. A Anfavea prevê que o ano fechará com crescimento de 4,9%, renovando o recorde do ano passado, quando 3,63 milhões de veículos foram vendidos.
 
Nas previsões da entidade, as montadoras vão produzir 3,51 milhões de veículos em 2013, uma alta de 4,5% sobre o volume aguardado para este ano, de 3,36 milhões de unidades.
 
O balanço divulgado hoje pela Anfavea mostrou que o setor produziu 3,08 milhões de veículos nos 11 primeiros meses do ano, o que corresponde a uma queda de 2,1%.
 
Com a aguardada corrida às lojas neste mês, quando está previsto o fim do IPI reduzido, algumas montadoras suspenderam as tradicionais férias coletivas de fim de ano e a expectativa é fechar o ano com queda menor na produção, da ordem de 1,5%.
 
Para as exportações, a expectativa é de redução de 4,6% no ano que vem, com embarques de 415 mil veículos. Em 2012, as montadoras esperam exportar 435 mil veículos, com queda de 21,3% na comparação com 2011, em um desempenho prejudicado pela crise na Europa e restrições nas relações comerciais com a Argentina.
 
(Eduardo Laguna | Valor)

http://www.valor.com.br/empresas/2932580/anfavea-projeta-crescimento-de-ate-45-nas-vendas-de-veiculos-em-2013#ixzz2EYv0JRal

domingo, 2 de dezembro de 2012

Cooperativismo


Cooperativismo


Economia Solidária

   Banco Comunitário é inaugurado em Carapicuiba
 
ImageEm 24 de novembro o Banco Comunitário de Desenvolvimento do Tonato foi inaugurado pela comunidade, localizada na região oeste de São Paulo. A atividade contou com a presença e apoio da Prefeitura de Carapicuiba e do NESOL - USP. Na ocasião também foi apresentado a moeda social Estela.
 

Cooperativismo

Câmara aprova programa de produção de biocombustíveis por cooperativas
 
Sistema OCB teve atuação decisiva para aprovação da matéria
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (28/11) o Projeto de Lei 5/2011, integrante da Agenda Legislativa do Cooperativismo 2012, que cria o Programa de Produção de Biocombustíveis por Cooperativas (PNBC). O Sistema OCB atuou direta e decisivamente para a aprovação da matéria,atuando tanto na Comissão de Minas e Energia como na Comissão de Agricultura.
Para ajustar o texto original da proposta aos anseios do setor, foram realizadas diversas reuniões com os relatores da matéria e com representante do Governo Federal. O projeto, que contempla a proposta do Sistema OCB, segue agora para análise da Comissão de Finanças e Tributação.

Com o Programa, os produtores rurais poderão associar-se em cooperativas agropecuárias para produção e comercialização de biocombustíveis, com isenção de tributos indiretos sobre a produção. O superintendente da OCB, Renato Nobile, destaca a importância da matéria, que garantirá a correta incidência do ato cooperativo na produção e utilização de biocombustíveis, reduzindo custos e, consequentemente, o valor agregado do produto final.