domingo, 24 de fevereiro de 2013

Cooperativismo

Cooperativa ajuda a melhorar vida de catadores de lixo de Imperatriz

                    
Cooperativa ajuda a melhorar vida de catadores de lixo de ImperatrizA reciclagem está ajudando a mudar a vida de catadores de imperatriz. Eles se uniram, criaram uma associação, e agora têm mais renda e maior qualidade de vida.

Após anos trabalhando como catador, José Ferreira Lima passou a ganhar mais e se cansar com a associação. Antes, ele e outros catadores empurravam o material o dia inteiro por vários bairros. Agora, os recolhem em 22 pontos espalhados na cidade.

“A gente se junta e vende o material. Às vezes há um catador que não consegue juntar uma carrada. Além disso, podemos ter um preço melhor”, explicou o presidente da Associação de Catadores de Imperatriz.

No terreno onde funciona a sede da entidade, com mais de dois mil metros quadrados, os associados fazem a separação do material que é revendido para 13 empresas de reciclagem. O quilo do plástico é vendido a R$ 0,60; papel, R$ 0,27; e o cobre, R$ 11.

A associação existe há aproximadamente três anos e reúne 47 pessoas.

Fonte: G1 Ma, com informações da TV Mirante em 22/02/2013

Economia Solidária

Projeto cria política nacional e fundo específico para economia solidária
                    
Projeto cria política nacional e fundo específico para economia solidária
Paulo Teixeira: proposta vai dar o "impulso que falta" aos empreendimentos de economia solidária.
 
 
 
Proposta em tramitação na Câmara confere personalidade jurídica a empreendimentos da chamada economia solidária para que organizações desse tipo tenham acesso a políticas públicas específicas do governo federal, incluindo o acesso a fontes de financiamento.

A medida está prevista no Projeto de Lei 4685/12, de autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e de outros sete deputados da base do governo.

O projeto institui a Política Nacional de Economia Solidária e o Sistema Nacional de Economia Solidária, além de criar o Fundo Nacional de Economia Solidária (FNAES).

Pela proposta, os empreendimentos econômicos solidários serão classificados como sociedades de caráter econômico sem finalidade lucrativa, podendo ser organizados sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação, entre outras.

Paulo Teixeira ressalta que os empreendimentos caracterizados pela autogestão coletiva e pela igualdade dos seus integrantes terão acesso a linhas de financiamento do governo federal e a programas, projetos e ações voltadas à educação, formação e qualificação de profissionais da economia solidária.

“A existência de uma política pública apoiada nos recursos que comporão o citado fundo, além das diversas atividades de governo voltadas para o desenvolvimento da economia solidária, darão o impulso que falta para que esses empreendimentos possam deslanchar e progredir”, argumenta Teixeira.

Economia solidária

O texto define economia solidária como o conjunto de atividades de produção, comercialização, distribuição, consumo, poupança e crédito que tem por base a cooperação, a autogestão participativa e a distribuição equitativa das riquezas produzidas. Nesse tipo de empreendimento, as decisões costumam ser tomadas em assembleias de sócios, em que "cada cabeça” é um voto de igual peso, independentemente da função ou posição administrativa na organização.

Além disso, segundo o projeto, para ser considerada de economia solidária a organização deve ter como foco o desenvolvimento local, regional e territorial integrado e sustentável, o respeito aos ecossistemas e a valorização do ser humano, do trabalho e da cultura por meio de relações igualitárias entre diferentes. Esse modelo se opõe à lógica capitalista de simples exploração do trabalho e dos recursos naturais.

Financiamento público

O projeto define como um dos objetivos da Política Nacional da Economia Solidária a democratização do acesso a fundos públicos, instrumentos de fomento, meios de produção, mercados e às tecnologias necessárias ao desenvolvimento de práticas econômicas e sociais solidárias. Pela proposta, o acesso a serviços de finanças e de crédito envolverá linhas de crédito para capital de giro e para custeio e aquisição de bens móveis e imóveis.

A política também prevê ações de educação, formação, assistência técnica e qualificação social e profissional nos meios rural e urbano para empreendimentos com perfil de economia solidária. Essas ações serão realizadas prioritariamente de forma descentralizada e por instituições de ensino superior, entidades da sociedade civil sem fins lucrativos e governos estaduais e municipais.

Beneficiários

Os principais beneficiários da política são os empreendimentos econômicos solidários, que podem assumir diferentes formas societárias, incluindo a de grupos informais. A política pública poderá atender ainda aos beneficiários de programas sociais governamentais, com prioridade para aqueles que vivem em situação de vulnerabilidade social, desde que se organizem em empreendimentos econômicos solidários.

Fonte: Agência Câmara em 22/02/2013

Cooperativismo

Fusões de cooperativas de crédito – Crescimento por aquisições

Autor de vários livros sobre cooperativismo de crédito, Ênio Meinen, diretor de operações do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) defende que as cooperativas coloquem em prática a fórmula do crescimento por aquisições, ao lado da expansão orgânica. A iniciativa visa ao fortalecimento das instituições para o concurso – ou mesmo a simples sobrevivência – em cenário de altíssima competição. Sua semelhante tem Roberto Rodrigues, embaixador para o cooperativismo da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
 
Na opinião do diretor do Bancoob, os efeitos do processo são a redução de custos, pela diminuição do corpo diretivo/de comando e também das estruturas de retaguarda, e o ganho de escala, representado pelo fortalecimento dos limites técnicos e pela ampliação do número e valor das operações, sendo que o cooperativismo de crédito está inserido nesse contexto, como já comprovaram entidades da Europa (Alemanha, Holanda, França) da América do Norte (EUA e Canadá) e também dos concorrentes domésticos, que compõem o sistema bancário convencional.
 
Enio MeinenEmbora seja “de inquestionável procedência técnica a solução das incorporações” há no ambiente cooperativo, segundo sua percepção, obstáculos que impedem maior vazão desse movimento, situados fora do plano institucional/organizacional. O desafio mais difícil, parece, é superar o apego aos interesses pessoais. Sabe-se que não é nada fácil abrir mão do status de dirigente, ou mesmo gerente, de uma instituição financeira, mormente em pequenas comunidades. É isso que, normalmente, faz com que a iniciativa fique apenas no plano do discurso.
 
Mas, a bem de propósitos mais nobres, é preciso vencer os empecilhos de ordem não-institucional e partir para a ação. Com as uniões, garante Meinen, há, de um lado, sensível redução de despesas pela diminuição do número de conselheiros de administração e fiscais; de diretores, de contadores e de outros profissionais de retaguarda, além da economia com custos de observância e, de outro, agregam-se solidez e credibilidade ao empreendimento, sem contar os ganhos em negócios pela realocação de colaboradores para a linha de frente.
 
Roberto Rodrigues, embaixador para o cooperativismo da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) também trabalha pela unificação das cooperativas de crédito. De acordo com ele, essa já uma realidade no mundo inteiro onde o cooperativismo de crédito é muito mais forte. No Brasil, ao contrário, ao contrário existem várias instituições e sistemas atuando de forma dividida. “Se esse sistema continuar assim, não seremos fortes nunca”, assinala.
Rodrigues lembra que hoje quase 4 bilhões de pessoas estão ligadas a alguma cooperativa o que demonstra que é um sistema que realmente funciona como desenvolvedor social. Para ele, o cooperativismo é promotor da igualdade social, da sustentabilidade e equidade, o que resulta na promoção da paz social entre as pessoas e os países.

Cooperativismo

Exportações do agronegócio atingem US$ 96,66 bilhões no acumulado do ano
 
As exportações brasileiras do agronegócio, entre fevereiro de 2012 e janeiro de 2013, somaram US$ 96,66 bilhões, o que representa um crescimento de 1,1% sobre os doze meses anteriores. As importações alcançaram US$ 16,37 bilhões. O saldo da balança comercial do setor foi positivo em US$ 80,28 bilhões. As informações são da Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e foram divulgadas em 18 de fevereiro.
 
Os setores que mais contribuíram para o crescimento de US$ 1,09 bilhão foram: cereais, farinhas e preparações (crescimento de US$ 3,27 bilhões), complexo soja (crescimento de US$ 1,04 bilhão), fibras e produtos têxteis (crescimento de US$ 396,93 milhões), fumo e seus produtos (US$ 274,01 milhões) e animais vivos (crescimento de US$ 185,99 milhões).
 
O principal setor, em termos de valor exportado, foi o complexo soja com US$ 25,53 bilhões, o que representou um crescimento de 4,2% em relação aos doze meses anteriores. O produto destaque em vendas no setor foi a soja em grãos, com 16,98 bilhões, 66,5% do valor exportado. As exportações de farelo de soja foram de US$ 6,55 bilhões ou 13,85 milhões de toneladas, enquanto de óleo de soja foi de US$ 1,99 bilhão ou 1,69 milhão de toneladas.
 
As carnes somaram US$ 15,83 bilhões no período. A carne de frango foi o principal produto em vendas do setor, com US$ 7,18 bilhões, ou 3,7 milhões de toneladas. Destacam-se ainda as exportações de carne bovina (US$ 5,86 bilhões, ou 1,27 milhões de toneladas) e carne suína (US$ 1,49 bilhão ou 578,76 mil toneladas). Já o açúcar foi responsável por 84,9% desse montante, com US$ 13,21 bilhões. As exportações de álcool totalizaram US$ 2,34 bilhões.
 
RESULTADOS DO MÊS 
    
As exportações atingiram a cifra recorde para o mês de janeiro, atingindo os US$ 6,58 bilhões, o que correspondeu a um aumento de 14,7% em relação ao mesmo mês de 2012. O saldo da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 5,12 bilhões.
 
Devido à expansão das exportações do agronegócio em 14,7% e diminuição nas vendas externas dos demais produtos em 9,8%, o agronegócio teve aumento de participação nas exportações totais no Brasil, passando de 35,6% em janeiro de 2012 para 41,2% em janeiro de 2013.
 
O complexo sucroalcooleiro foi o principal valor exportado, alcançando US$ 1,34 bilhão em janeiro (63,2%), com o açúcar ocupando posição de destaque, US$ 1,11 bilhão em vendas (48,4%).
 
As carnes ficaram na segunda posição em valor exportado, aumentando de US$ 1,18 bilhão em janeiro de 2011 para US$ 1,27 bilhão em janeiro de 2012 (7,7%). A quantidade exportada subiu 35,8%, de 86 mil toneladas para 117 mil toneladas, enquanto a cotação média de exportação caiu 4,8. Dessa forma, as vendas externas de carne bovina atingiram US$ 515 milhões em janeiro de 2013 (29,2%). Houve aumento também nas exportações de carne suína. As exportações passaram de US$ 97 milhões em janeiro de 2012 para US$ 104 milhões em janeiro de 2013 (7,6%).
 
Os cereais, farinhas e preparações ficaram na terceira posição como principal setor de exportação no agronegócio em janeiro de 2013. As vendas do setor atingiram US$ 1,12 bilhão, com aumento de 200,5% em relação a janeiro de 2012. O principal produto do setor é o milho, que atingiu de US$ 221 milhões em janeiro de 2012 para US$ 947 milhões em janeiro de 2013 (327,5%). A quantidade embarcada de milho subiu para 3,37 milhões de toneladas em janeiro de 2013, o que significou uma expansão de 297,8% em relação às 847 mil toneladas exportadas em janeiro de 2012. Os produtos florestais tiveram expansão de venda de 1,0%. As exportações subiram de US$ 703 milhões em janeiro de 2012 para US$ 709 milhões em janeiro de 2013.
 
COOPERATIVAS PAULISTAS AUMENTAM EM 115% EXPORTAÇÕES DE AMENDOIM, CAFÉ E SUCOS
 
As cooperativas paulistas aumentaram em 115% o valor das exportações de amendoim, café e sucos de frutas industrializados em 2012. O faturamento com esses produtos saltou de US$ 39,40 milhões em 2011 para US$ 85 milhões no ano passado. Esses itens respondiam por apenas 1,89% do valor das exportações cooperativistas paulistas em 2011. Hoje, representam praticamente 5%.
 
“Esse cenário mostra a verticalização de nossas cooperativas agropecuárias, que estão investindo cada vez mais em capacitação, tecnologia e conquista de novos mercados”, analisa Flávia Maria Sarto, consultora do ramo de Agronegócio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo (Sescoop-SP). Segundo ela, as exportações tendem a melhorar em 2013, com o reconhecimento cada vez maior do país como potência agropecuária.
 
A consultora explica que as cooperativas paulistas mantêm a liderança das exportações em comparação com as cooperativas de outros estados, com aumento de 6% na quantidade embarcada em relação a 2011. No Brasil, as exportações das cooperativas cresceram em média 16% no mesmo período. Porém, em relação a valores, as cooperativas paulistas exportaram 3,3% a menos que 2011, e as cooperativas brasileiras, 4,7% a menos.
 
Flávia avalia que o cenário de aumento da quantidade exportada e diminuição do valor recebido mostra que os preços das principais commodities exportadas pelas cooperativas apresentaram redução em relação a 2011, apesar da alta generalizada dos preços dos grãos no segundo semestre de 2012. “Percebe-se, segundo as estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que o setor sucroalcooleiro, com os principais produtos de exportação do estado de São Paulo, teve os preços depreciados de 2011 para 2012, com uma redução média de 5% nos valores do açúcar e do álcool etílico”, explica.

Notícias


Cresce o número de admissões em janeiro, mas Bahia registra saldo negativo de 628 postos de trabalho
 
De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), cinco setores da economia mostraram recuperação em relação a dezembro de 2012 e tiveram saldos positivos, contribuindo para um maior número de admissões no estado em janeiro: Construção Civil (+855 postos), Agropecuária (+427 postos), Serviços (+399 postos), Extrativa Mineral (+74 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (+12 postos). No entanto, o setor de Comércio, que apresentou saldo positivo em dezembro de 2012, registrou uma redução de postos no mês (-2.244 postos), por conta, principalmente, dos empregos temporários de final de ano, o que influenciou diretamente no saldo de postos de trabalho em janeiro de 2013, negativo em 628.
Tal resultado expressa a diferença entre o total de admissões (64.977 postos) e desligamentos (65.605 postos). O saldo registrado em janeiro situou-se em um patamar inferior ao contabilizado em igual período do ano anterior (6.861 vagas) e superior ao do mês de dezembro de 2012, que contou com 50.074 pessoas admitidas e 66.605 desligadas (saldo de -16.273 postos). As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).
Entre o mês de dezembro de 2012 e janeiro de 2013, a Bahia saiu da nona colocação quanto aos saldos do Nordeste para a segunda. Todos os estados da Região Nordeste obtiveram resultados negativos no mês de janeiro de 2013: Sergipe (-23 postos), Bahia (-628 postos), Piauí (-1.028 postos), Alagoas (-2.093 postos), Paraíba (-2.699 postos), Maranhão (-3.233 postos), Rio Grande do Norte (-3.265 postos), Ceará (-4.700 postos), Pernambuco (-11.531 postos).
Interior se destaca na geração de empregos - De acordo com os dados referentes aos saldos de emprego para a distribuição intra-estadual no mês de janeiro de 2013, o resultado no interior do estado foi positivo, com 50 vagas de emprego formal criadas. Em janeiro de 2013, Mata de São João, São Desidério e Lauro de Freitas destacaram-se na criação de novas oportunidades de trabalho formal na Bahia. Mata de São João gerou 373 empregos, São Desidério registrou a criação de 367 empregos e Lauro de Freitas apurou um saldo de 341 novas contratações formais.
Na Região Metropolitana de Salvador, o saldo foi negativo, com 678 postos de trabalho eliminados. Entre os municípios que tiveram os menores saldos de empregos em janeiro de 2013 ressaltam-se: Salvador (-1.229 postos), Feira de Santana (-508 postos) e Casa Nova (-416 vagas).
Ascom SEI
3115-4729 / 9259-8607

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Notícias

A Monsanto, além da justiça

Agricultores brasileiros, também cúmplices da agressão química contra a natureza, estão em litígio contra a Monsanto, que lhes cobrou royalties pelo uso de uma tecnologia cuja patente expirou em 2010, de acordo com a legislação brasileira. As leis nacionais estabelecem que o início da vigência de uma patente é a data de seu primeiro registro. A Monsanto invoca a legislação norte-americana, pela qual a patente passa a vigorar a partir de seu último registro. Como sempre há maquiagem dos processos tecnológicos, a patente não expira jamais.
 
Os lobistas da Monsanto não tiveram dificuldades em negociar acordo vantajoso, para a empresa, com os senhores do grande agronegócio, reunidos em várias federações estaduais de agropecuária, e com a poderosa Confederação Nacional da Agricultura, comandada pela senadora Kátia Abreu. Pelo cambalacho, a Monsanto suspenderia a cobrança dos royalties até 2014, e os demandantes desistiriam dos processos judiciais.
 
Uma das maldições do homem é a tentativa de criar uma natureza protética, substituindo o mundo natural por outro que, sendo por ele criado, poderá, na insolência da razão técnica, ser mais perfeito. Essa busca, iniciada ainda na antiguidade, continuou com os alquimistas, e se intensificou com as descobertas da química, a partir do século 18. O conluio entre a ciência, mediante a tecnologia e o sistema capitalista que engendrou a Revolução Industrial, amparada pelo laissez-faire, exacerbou esse movimento, que hoje ameaça a vida no planeta.
 
A Alemanha se tornaria, no século 19, o centro mais importante das pesquisas e da produção industrial de novos elementos a fim de substituir a matéria natural, construída nos milênios de vida no planeta, por outra, criada com vantagens para o sistema de produção industrial moderno.
 
Não há exemplo mais evidente desse movimento suicida do que a Monsanto. A empresa foi fundada em 1901 a fim de produzir sacarina, o primeiro adoçante sintético então só fabricado na Alemanha. Da sacarina, a empresa foi ampliando seus negócios com outros produtos sintéticos, como a vanilina e corantes, muitos deles cancerígenos. Não deixa de ser emblemático que o primeiro grande cliente da Monsanto tenha sido exatamente a Coca-Cola. É uma coincidência que faz refletir.
 
Não é só a Monsanto que anda envenenando as terras e as águas com seus produtos químicos. Outras empresas gigantes da química com ela competem na produção de agrotóxicos mortais. Com o controle da engenharia genética aplicada aos vegetais de consumo humano e de consumo animal, no entanto, ela tem sido a principal responsável pelos danos irreparáveis à natureza e à saúde dos animais e dos seres humanos.
 
Vários países do mundo têm proibido a utilização das sementes transgênicas da Monsanto, entre eles a França, que interditou o uso das sementes alteradas. No Brasil, ela tem vencido tudo, com a conivência das autoridades responsáveis, ou irresponsáveis. A Comissão Técnica de Biossegurança e o Conselho Nacional de Biossegurança vêm dando sinal verde aos crimes cometidos pela Monsanto e outras congêneres no Brasil.
 
Essa devia ser uma preocupação prioritária do Parlamento, que só se movimenta com entusiasmo quando se trata das articulações internas para a eleição bianual de suas mesas diretoras.

Cooperativismo

Aurora apresenta o vinho branco oficial do Carnaval 2013
                    
Aurora apresenta o vinho branco oficial do Carnaval 2013Consagrado no varejo nacional, Saint Germain Branco Suave foi o escolhido na categoria "branco aromático" por especialistas e comunidade do samba

A Vinícola Aurora apresenta o seu vinho oficial do Carnaval 2013, o Saint Germain Branco Suave envasado nas caixinhas tetra pak especialmente criadas pelo Ibravin para esse evento do vinho brasileiro na avenida. Em degustação oficial, às cegas, realizada no ano passado, na quadra da Escola de Samba Vai Vai, em São Paulo - com especialistas brasileiros, representantes do setor vinícola do Brasil e da comunidade do samba - o Saint Germain Branco Suave foi escolhido como vinho oficial na categoria "branco aromático", como um dos legítimos representantes da produção nacional, acessível às diferentes classes sociais. Nessa embalagem tetra pak especial, o vinho será vendido nas arquibancadas do Sambódromo paulistano nos dias de desfile de Carnaval na capital paulista.

No dia 8 de fevereiro, a Escola de Samba Vai Vai - a mais premiada do Carnaval de São Paulo - levará para a avenida do samba o enredo "Vinhos do Brasil", mostrando a história e a qualidade do vinho brasileiro.

A marca Saint Germain, uma das mais tradicionais do portfólio da Vinícola Aurora, é uma das mais consagradas no varejo brasileiro, pela sua excelente relação qualidade-preço e pelo seu paladar de fácil apreciação, que agrada a iniciantes e iniciados no vinho.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Vinícola Aurora em 01/02/2013