domingo, 30 de outubro de 2011

Notícias

Paraná vai incentivar produtores rurais a preservarem meio ambiente
               
Paraná vai incentivar produtores rurais a preservarem meio ambiente
 
O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, assumiu o compromisso de aderir ao Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), do Governo Federal, e incentivar agricultores e pecuaristas a adotar práticas sustentáveis. O Seminário de Sensibilização e Difusão do Plano reuniu cerca de 130 pessoas, nesta quinta-feira (27), em Curitiba, e teve a participação do secretário nacional de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Erikson Camargo Chandoha.

No Paraná, será reforçado o trabalho de recuperação de pastagens e de disseminação de práticas de desenvolvimento sustentável na lavoura, pecuária e floresta. O Plano ABC pretende capacitar 900 mil técnicos e produtores em todo o País para a prática da Agricultura Verde. Chandoha conta com a parceria dos estados para implementação das técnicas de conservação e de desenvolvimento sustentável do programa. Ele disse não ter dúvidas que o programa ABC encontrará terreno fértil no Paraná, pela capacidade dos seus técnicos das instituições públicas e privadas.

Chandoha está consciente que, no início, pode haver resistência dos produtores. “Não é simples convencer o agricultor ou o pecuarista que o que ele fazia não é mais recomendável”, afirmou o secretário nacional. Para tentar romper com padrões, serão promovidos cursos e abertas linhas de financiamento para recuperação de áreas degradadas e construir sistemas sustentáveis de produção.

IMPACTO
– As emendas para o dimensionamento do impacto de cada ação no balanço de carbono dos programas estão sendo escritas pelos técnicos da Embrapa e serão divulgadas dentro de poucos dias. Chandoha disse que a Agricultura Verde e a sustentabilidade da agropecuária brasileira deverão ter ampla repercussão internacional, a partir da conferência das Nações Unidas em Desenvolvimento Sustentável Rio + 20, que será realizada em junho do ano que vem, no Rio de Janeiro.

“O ABC vai ser a grande oportunidade para o País demonstrar o que se pratica de agricultura sustentável e como se promove a recuperação de áreas degradadas”, disse Chandoha. Segundo ele, o Brasil está consciente que desmatou muito e precisa recuperar as áreas perdidas.

As instituições da iniciativa privada anunciaram total colaboração com o poder público para implementação das medidas. A Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) se dispôs a qualificar os técnicos do Banco do Brasil para análises financeiras dos projetos, conforme anunciou o superintendente da entidade Nelson Costa.

O Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) se comprometeu em financiar 50% dos cursos de qualificação para os técnicos e 100% dos cursos de qualificação dos produtores. O anúncio foi feito pelo superintendente da entidade Ronei Volpi, que também é um dos 13 integrantes do Fórum do Desenvolvimento do Agronegócio, instituído pelo governador Beto Richa.

FINANCIAMENTO – O superintendente do Banco do Brasil no Paraná, Paulo Roberto Meinerz, informou que o banco tem R$ 122 milhões para serem aplicados no programa ABC no Paraná, durante a safra 2011/12. Para o Brasil, o banco tem disponíveis R$ 850 milhões, no mesmo período. As taxas são atrativas, de 5,5% de juros ao ano e prazo de pagamento de até 15 anos dependendo da finalidade.

Pelo ABC, o banco vai financiar investimentos para recuperação de áreas e pastagens degradadas; sistemas orgânicos de produção; sistemas integrados de lavoura, pecuária e floresta; florestas comerciais; recomposição de áreas de preservação permanente ou de reserva legal; viveiros florestais e florestas de dendê.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná / Foto: SEAB em 28/10/2011

Cooperativismo

Artesãos da região serrana do Rio participam de cursos de capacitação
               
Artesãos da região serrana do Rio participam de cursos de capacitação
 
O governo do Rio de Janeiro está promovendo cursos de capacitação para artesãos da região serrana, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), com o objetivo de prepará-los para atuar na gestão da produção e negociação dos produtos.

As aulas ocorrem na Secretaria de Cultura de Nova Friburgo e integram o Programa de Artesanato Brasileiro (PAB). Técnicos do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (UnB) são responsáveis por ministrar o curso.

Os alunos aprendem noções teóricas e práticas de referências culturais do artesanato, conceitos de marketing, planejamento, associativismo e cooperativismo, além de formação de preços e empreendedorismo. A carga horária é 40 horas. Para a subsecretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Dulce Ângela Procópio, as aulas são importantes para passar o conhecimento de mercado aos alunos. “Não adianta fazer um produto de excelente qualidade se esse produto não chegar à ponta, a quem interessa, que é o cliente”.

A subsecretária ressaltou a importância do curso de empreendedorismo, no qual os alunos são submetidos à prática de oratória e persuasão. O objetivo é capacitar o artesão para atuar com o público-alvo.

"É importante que o artesão tenha esses conhecimentos para levar os produtos para fora da região. Sem esquecer também que, por estar em uma região bastante demandada por turistas, eles podem aproveitar para vender [os produtos], seja em hotelaria, em restaurantes ou nas feiras”, disse Dulce. Os cursos terminam nesta sexta-feira (28).

Fonte: Agência Brasil em 28/10/2011

Cooperativismo

Cooperativas de transporte de cargas apresentam pleitos à ANTT

Cooperativas de transporte de cargas apresentam pleitos à ANTT
 
O sistema cooperativista está mobilizado para alterar alguns pontos da Resolução 3.658/11, que dispõe sobre o transporte rodoviário de cargas, e poderiam prejudicar o setor. A principal reivindicação é que o registro das operações no sistema de pagamento eletrônico seja feito unicamente via cooperativa, e que não exista a obrigatoriedade para os associados. Para reforçar a necessidade de mudança, representantes do cooperativismo se reuniram com integrantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), nesta quinta-feira (27/10), na sede do órgão, em Brasília (DF). Pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), participaram o representante nacional do ramo, José Carneiro, e o analista de Ramos e Mercados Gustavo Beduschi.

Segundo Beduschi, as propostas do cooperativismo já foram aprovadas pela área jurídica da agência e atualmente estão com a gerência que irá viabilizar a operacionalização. “Estamos defendendo uma condição de igualdade entre os atores do segmento de transporte de carga. Esperamos resolver a questão o quanto antes, afinal a fiscalização começará efetivamente no dia 20 de janeiro de 2012”, explica o analista da OCB.

As sugestões do segmento foram encaminhadas à ANTT via ofício no último dia 15 de setembro. No documento, as cooperativas também ressaltavam que seu objetivo é acessar o mercado em busca de contratos com clientes para viabilizar trabalho aos seus associados.
Fonte: OCB em 28/10/2011

Cooperativismo

Cooperativas ganham destaque na gestão de pessoas

Cooperativas ganham destaque na gestão de pessoas
 
A Unimed Federação - Rio de Janeiro e a Copercampos de Santa Catarina estão entre as 30 melhores empresas na gestão de pessoas. O reconhecimento é da revista Valor Carreira, vinculada ao jornal Valor Econômico, que, anualmente, divulga uma pesquisa sobre o tema, feita pela consultoria Aon Hewitt.

O levantamento mostra os principais desafios de recursos humanos, como confiança, talento, equipe e performance, identificados nas empresas eleitas. Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, “a premiação certifica a dedicação e a importância que as cooperativas dão para o capital humano.” A mostra também aponta um alto comprometido dos funcionários ligados ao setor. O índice de engajamento fica 84% acima da média, que hoje é de 68% nas demais empresas.

Os dados coletados foram a partir dos próprios empregados que se reuniram em grupos para responder aos questionamento. Entre os critérios, esteve a cultura de alto desempenho, trabalhado em conjunto com o índice de engajamento e a satisfação dos colaboradores. Os três quesitos determinaram a escolha das 30 melhores instituições, que corou a Coopercampos em terceiro lugar (100 a 500 funcionários) e a Unimed Federação- Rio de Janeiro (501 a 1000 funcionários) em quarto.

Fonte: OCB em 28/10/2011

Cooperativas

De costureiras a empresárias da moda

De costureiras a empresárias da moda
 
Em agradecimento ao apoio e parceria com o Governo da Cidade de Embu das Artes, as profissionais da Cooperativa de Costura realizaram na sexta-feira, 14/10, um café da manhã para o prefeito Chico Brito. Elas também comemoraram a conquista de um novo espaço, mais amplo e confortável para atender aos pedidos que, segundo a presidente da cooperativa, Luzia da Conceição, vêm crescendo a cada mês. “Não estamos mais precisando buscar clientes, porque eles vêm até nós”, disse emocionada.

O motivo de tanta alegria também se deve à parceria fechada com a Renner, que conta com uma ampla rede de lojas de departamentos de vestuário. Segundo o site da empresa, é a segunda maior do Brasil. Além de fornecer para clientes de Embu das Artes e região. “Vocês não estão com essa parceria com a Renner por acaso, é porque são empreendedoras”, enfatizou Chico Brito em sua fala.

Essa história começa em 2001 quando Chico Brito, então secretário de Cidadania, propôs a criação de uma Incubadora de Cooperativas populares, um projeto inédito no país. A idéia surgiu após conhecer incubadoras de cooperativas formadas em outras cidades e perceber que nenhuma delas era voltada à prática popular, como a costura. A iniciativa contou com o apoio e recursos vindo do Fundo Social do município, presidido, na época, pela atual vereadora Ná.

A partir daí, Chico Brito fez um levantamento das pessoas cadastradas na Secretaria de Cidadania para identificar as atividades que elas teriam condições de desenvolver. Uma delas foi a costura. Ele então realizou a primeira reunião para a criação da Incubadora de Cooperativas, que contou com a participação de quatro pessoas, dois homens e duas mulheres. Em seguida, buscou-se a parceria com o Sebrae que teve como desafio elaborar cursos de cooperativismo a partir dessa proposta do município de atender trabalhadores que queriam ter o próprio negócio.

Em 2002, foi inaugurada a Incubadora de Cooperativas Populares de Embu das Artes. “Nosso desejo era que acontecesse o que aconteceu com a cooperativa de vocês, caminhasse com as próprias pernas”, enfatizou Chico Brito. Ele falou ainda que quer que a cooperativa de costura “continue sendo parceira da prefeitura”.

“Nosso trabalho desde 2001, é dar oportunidade e abrir novos espaços. Hoje vocês estão graduadas, são independentes”, destacou a vereadora Ná .

A diretora financeira, Ana Lucia Gonçalves, falou emocionada sobre o quanto é gratificante trabalhar em uma empresa que também é dela: “É muito bom sair de casa e ir para minha empresa”. Ela disse ainda que, em todos esses anos, aprendeu muito e cresceu profissionalmente: “Através da cooperativa, aprendi muita coisa, como a mexer em computadores, porque a prefeitura está dando toda a assessoria para nós”.

“Para mim é muito emocionante esse momento porque é a primeira cooperativa que teve sua independência, conquistando clientes como a Renner”, disse Selma Fernandes, secretária de Assistência Social. O prefeito, na ocasião, também agradeceu a “oportunidade de darmos nossa contribuição para propor políticas públicas eficientes”.

Atualmente, a cooperativa de costura conta com 15 pessoas. Chico Brito, para finalizar, deixou um recado para os novos membros: “quem chegou agora não desanime porque não tenho dúvida que vocês vão crescer ainda mais e que esse espaço ficará pequeno”.

Fonte: Prefeitura de Embu das Artes em 28/10/2011

sábado, 29 de outubro de 2011

Notícias

Petrolina sediará 1º Seminário de Variedade de Uvas de Mesa do Vale do Vale do São Francisco

Acontecerá no próximo dia 07 de novembro, em Petrolina, o 1º Seminário de Variedades de Uvas de Mesa do Vale do São Francisco. O evento tem como objetivo apresentar as novas variedades competitivas de uva de mesa que poderão ser cultivadas no vale, garantindo uma melhor rentabilidade para os produtores. O seminário é uma realização da Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Irrigação, e conta com o apoio da Embrapa Semiárido, Fazendas Labrunier – Grupo JD, Sebrae, Dupont e do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP).

O seminário acontecerá no auditório do Senai, das 8h às 18h, e é voltado para produtores, pesquisadores e estudantes que se interessem pelo cultivo do plantio de uva de mesa. O 1º Seminário de Variedades de Uva de Mesa do Vale do São Francisco terá em sua programação cinco palestras: Comportamento agronômico e caracterização molecular de cultivares de uvas sem sementes no banco de germoplasma de videira da Embrapa Semiárido; Programa genética da ARRA; Programa genética da Embrapa; Programa genética da Stargrow e Programa Genética da SNFL.


Economia Solidária

Agricultores familiares aprendem técnicas de irrigação em cultivares de cebola           

Com a possibilidade de aumentar sua produção, podendo passar de 20 para 60 toneladas de cebola por hectare, agricultores familiares da comunidade do Tomé (50km de Juazeiro) participaram nesta terça-feira (25) de um dia de campo que será realizado pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA).
O objetivo foi repassar informações técnicas sobre produção de cultivares de cebola utilizando o sistema de irrigação por gotejamento. Essa ação faz parte das atividades de assistência técnica e extensão rural da EBDA onde a empresa visa difundir, principalmente a agricultores familiares, tecnologias agroecologicamente sustentáveis.

De acordo com o engenheiro agrônomo da EBDA, George Libório, com a utilização da irrigação por gotejamento é possível minimizar a utilização da água de 5 a 7 vezes em relação ao sistema convencional de irrigação por sulcos, ainda muito utilizado por produtores no vale do São Francisco. “Com o gotejamento, a irrigação é totalmente direcionada para a raiz da planta, ou seja, proporcionando alta eficiência de irrigação com o volume ideal que a cultivar necessita e o principal, essa forma de irrigação reflete diretamente nos baixos custos da produção” comentou Libório.

Assim como em Tomé, na última semana (18), 30 famílias de agricultores de Chapadinha, em Sobradinho, participaram de um dia de campo semelhante. A expectativa é que outras unidades sejam instaladas até o final de 2012 em municípios do território que tem como característica a cultura da cebola.