quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Notícias

Conselho diretor da OCB discute ações em Brasília

Conselho diretor da OCB discute ações em Brasília
 
O emprego das boas práticas de governança corporativa está entre os princípios da moderna administração organizacional do cooperativismo. O assunto foi tratado nesta terça-feira (17/1) pelo Conselho Diretor da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília (DF), do qual faz parte o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius. Durante a reunião, também foram elaboradas estratégias de mobilização do setor pela aprovação definitiva do novo código Florestal. A previsão é que a matéria seja votada na Câmara dos Deputados ainda em março.

O Ano Internacional das Cooperativas – 2012, estabelecido pela Organização das Nações Unida (ONU), foi outro assunto tratado pelos conselheiros, segundo o assessor Estratégico da OCB, Mauricio Landi. “Falamos das ações e da força-tarefa que faremos para que este ano seja singular e realmente demonstre o compromisso do segmento com o desenvolvimento global”, disse.

Entre outros temas da pauta, Landi destacou a reforma estatutária da OCB e a parceria com a Agência de Cooperação Nacional de Transporte Terrestre. 
Fonte: Carolina Barcelos - Ocergs em 18/01/2012

Cooperativismo

Cooperativas priorizarão investimentos na conservação da água

Cooperativas priorizarão investimentos na conservação da água
 
As cooperativas catarinenses concentrarão esforços para auxiliar os produtores rurais na elaboração de projetos e captação de recursos para a construção de sistemas de conservação de água da chuva. O presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Antônio Zordan, convocará para essa tarefa as 53 cooperativas agropecuárias que reúnem 63.291 famílias rurais.

As estiagens que todos os anos assolam o território catarinense e a oferta de recursos federais e estaduais são as motivações que levam a OCESC e as cooperativas a priorizar agora os programas de investimentos na conservação da água.

O governo anunciou nesta semana 10 milhões de reais em cotas-extras de financiamento do programa juro-zero para agricultura e piscicultura do Fundo de Desenvolvimento Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca a serem aplicados em sistemas de captação e armazenagem da água da chuva e irrigação pelos agricultores dos municípios atingidos pela estiagem.

Além disso, o Governo do Estado, o Ministério da Agricultura e o BRDE firmaram acordo disponibilizando 6 milhões de reais para financiamentos de sistemas de captação de água e irrigação aos agricultores, com juros de 6,75% ao ano e prazos para pagamento de até doze anos.

Uma terceira medida foi a assinatura de termo de cooperação técnica entre a Secretaria da Agricultura de SC e as agroindústrias para incentivos a investimentos em construção de cisternas destinadas à captação de água da chuva em telhados de granjas de suínos, aves e pecuária de leite, visando o suprimento para uso nas propriedades rurais.

Um dos entusiastas dessa linha de investimentos é o presidente da Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster. Ele acredita que com investimentos entre 15 mil e 20 mil reais é possível construir coletores e cisternas para armazenamento de água. Os aviários típicos do grande oeste catarinense – edificações rurais com 100 metros de comprimento por 12 de largura – têm telhados com área superior a 1.500 metros quadrados. Essa cobertura permite coletar até 24.000 litros de água por ano, considerada a precipitação pluviométrica média entre 1.200 e 1.560 mm/ano. Essa reserva pode ser empregada na dessedentação dos animais e na irrigação de cultivares.

Pelo menos um quarto da base produtiva da Coopercentral Aurora – formada por 9.000 produtores de leite, 1.800 criadores de suínos e 1.600 avicultores – deve aderir ao programa de conservação de água. Na próxima semana iniciam as reuniões com técnicos das cooperativas para definição das ações a campo.

Eficiência


O presidente da Ocesc mostra que as cooperativas agropecuárias se transformaram, nos últimos 60 anos, em instrumentos de fortalecimento da renda e melhoria da qualidade de vida das famílias rurais, o que resulta no controle do êxodo rural e no desenvolvimento das comunidades urbanas e agrícolas.

Zordan realça que as cooperativas prestam assistência técnica, educacional e social, recolhem e processam a produção, prospectam mercados e obtêm o melhor resultado financeiro para a atividade. Enfim, acompanham os produtores rurais em todas as atividades, dando-lhe segurança e tranquilidade. Por isso, terão maior sucesso na orientação dos produtores rurais para a implementação do programa de poços, açudes e cisternas.
Fonte: MB Comunicação em 18/01/2012

Cooperativismo

Jovens aprendizes recebem treinamento intensivo sobre cooperativismo

Jovens aprendizes recebem treinamento intensivo sobre cooperativismo
 
No período de 10 a 13 de janeiro, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de São Paulo (Sescoop/SP) realizou uma série de atividades intensivas sobre cooperativismo para um grupo de 45 jovens de seis cooperativas que participam do Programa Aprendiz Cooperativo.

A ação, realizada em conjunto pelos departamentos de Formação Profissional, sob a gerência de Alexandre Ambrogi, e de Monitoramento, sob gerência de Luis Antonio Schmidt, contou com uma série de atividades, aulas expositivas e dinâmicas de grupo que giraram em torno de temas como Cooperação: um Comportamento Social, História e Doutrina Cooperativista e Legislação Cooperativista.

Entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro, o grupo de jovens passa por um novo treinamento.

Sobre o Aprendiz Cooperativo

O programa Aprendiz Cooperativo do Sescoop/SP proporciona às cooperativas condições de se adequarem à Lei 10.097/00 e ao Decreto 5.598/05, que estabelecem cota obrigatória de contratação de jovens aprendizes para cooperativas que se enquadram nos critérios de médio e grande porte. O programa oferece formação cidadã pautada nos valores cooperativistas, que possibilita ao jovem o seu desenvolvimento integral e inserção no mundo do trabalho. Na sede do Sescoop/SP, o Aprendiz Cooperativo conta com laboratório de informática e salas de aula.

Fonte: Ocesp em 18/01/2012

Cooperativismo

Cooperativas: receita cambial com frango aumentou mais de 30% em 2011

Cooperativas: receita cambial com frango aumentou mais de 30% em 2011
 
Dados da SECEX/MDIC apontam que em 2011 as cooperativas brasileiras obtiveram com a exportação de carne de frango receita cambial de US$778,766 milhões.

Correspondendo a 12,6% da receita cambial total das cooperativas e a 9,4% da receita cambial brasileira da carne de frango, o valor registrado pelas cooperativas aumentou 30,65% no ano, superando o índice de incremento registrado pelas exportações (exclusivas) de carne de frango, que aumentaram 21,2% em 2011.

O volume exportado, por sua vez, aumentou 9%, confirmando que, nas exportações de carne de frango, as cooperativas tiveram desempenho superior à média, já que o volume total exportado pelo Brasil aumentou não mais que 3,2% em 2011.

Detalhe que não escapa ao analisar-se a receita cambial global das cooperativas: embora tenha sido recorde, em 2011 ela somou US$6,1 bilhões e, portanto, ficou aquém da receita total da carne de frango, que chegou aos US$8,2 bilhões.
Fonte: Avisite em 19/01/2012
 

Cooperativismo

Cooperativas batem recorde de vendas com US$ 6,1 bilhões de produtos negociados em 2011

Cooperativas batem recorde de vendas com US$ 6,1 bilhões de produtos negociados em 2011
 
Na mesma onda de crescimento das exportações do agronegócio brasileiro em 2011, as cooperativas, em grande parte entre o próprio setor, alcançaram o recorde de US$ 6,1 bilhões em vendas, 39,8% a mais que em 2010 (US$ 4,4 bilhões). Segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o saldo da balança das cooperativas ficou em US$ 5,8 bilhões, 40,4% a mais que no ano anterior, de US$ 4,1 bilhões.

“Os doze meses de 2011 foram de crescimento, o que reflete a qualidade crescente dos itens oferecidos pelo setor. Além disso, temos trabalhado para manter a relação comercial com destinos tradicionais e, ao mesmo tempo, buscado novas oportunidades de negócio”, disse o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Os Estados Unidos foram o principal destino dos produtos do cooperativismo brasileiro, com US$ 739,2 milhões, ou 12% do total exportado. A China esteve na liderança por vários meses, mas ao final do ano terminou em segundo lugar, com US$ 736,1 milhões (11,9%), seguida dos Emirados Árabes (US$ 526,3 milhões - 8,5%), da Alemanha (US$ 441,5 milhões - 7,2%) e dos Países Baixos (US$ 311,9 milhões - 5,1%).

Entre os produtos mais exportados os do setor sucroalcooleiro, com US$ 2,2 bilhões, ou 36,7% do total das vendas, o complexo soja, com US$ 1,3 bilhão (20,5%), o café em grãos, com US$ 893,3 milhões (13,6%) e carne de frango, com US$ 569,9 milhões (9,2%).

São Paulo foi o principal estado exportador do segmento cooperativista, alcançando US$ 2,1 bilhões, ou 33,7% do total. Logo depois aparecem Paraná (US$ 1,9 bilhão e 31,3%), Minas Gerais (US$ 885,5 milhões e 14,3%), Rio Grande do Sul (US$ 363,6 milhões e 5,9%) e Santa Catarina (US$ 312,7 milhões e 5,1%).

Fonte: Agência Brasil em 19/01/2012

Cooperativismo

Nova sede da Cooper Sol será inaugurada neste mês

Nova sede da Cooper Sol será inaugurada neste mês
 
A cidade de São Roque recebe no próximo dia 27 de janeiro a nova sede da Cooper Sol, cooperativa de catadores de lixo reciclável de São Roque, grupo que promove a triagem de material, prensa e acondicionamento para comercialização de materiais recicláveis.

A nova sede, localizada na rua João de Candinha possui área total de 7.500 metros quadrados, contando com área coberta com 800 m², banheiros exclusivos para homens e mulheres e equipados com chuveiros, além de refeitório e escritório, entre outros benefícios.

Segundo a Administração Municipal, as mudanças buscam garantir mais qualidade ao trabalho dos cooperados. “Nós vemos o quanto essas pessoas estão se esforçando para manter a cooperativa, então é uma alegria muito grande entregar esse novo espaço para eles”, comemora a diretora do Departamento de Bem Estar Social, Ofélia Zuccala.

O local, que anteriormente abrigava uma empresa de insumos agrícolas, foi totalmente remodelado pela Prefeitura. “Realizamos a manutenção da rede elétrica e hidráulica, retiramos todo o lixo, fizemos a limpeza da área e arrumamos todo o pátio”, conta Antonio Godinho, diretor municipal de Obras.

Além de subsidiar a mudança, a Prefeitura promete continuar dando apoio total a cooperativa, ação desenvolvida desde a fundação da entidade através do custeio de todos os encargos operacionais.

“Nosso objetivo é dar sustentabilidade aos catadores e a cooperativa, criando melhores condições de trabalho e de vida para eles e suas famílias, através da garantia de maiores possibilidades de geração de renda,” finaliza o Prefeito Efaneu.

A participação da sociedade é muito importante para que este processo de transformação social tenha êxito. Colabore realizando a coleta seletiva de lixo e ajude na preservação do meio ambiente.

Fonte: assessoria de imprensa da prefeitura de São Roque em 19/01/2012

Notícias

Produção de soja deve cair 20%

Produção de soja deve cair 20%
 
Marcada por estiagem e chuvas mal distribuídas, a safra de soja 2011-2012 apresenta quebra de produtividade na região da cooperativa Cocamar -- que abrange 54 municípios das regiões norte e noroeste do Paraná.

O levantamento que avaliou a situação das lavouras na semana passada, divulgado pela cooperativa, aponta para uma previsão de 2.670 quilos por hectare (44,5 sacas), 4,5% abaixo da média histórica dos últimos sete anos, de 2.790 quilos/hectare (46,5 sacas).

A redução, no entanto, chega a aproximadamente 20% se comparada com os 3.310 quilos/hectare (55 sacas) obtidos na temporada 2010-2011 – a maior de todos os tempos. A pesquisa foi realizada entre os 10.800 agricultores cooperados da empresa.

O coordenador de culturas anuais da Cocamar, engenheiro agrônomo Paulo André Machinski, observa que a quebra pode ampliar-se caso não chova nas próximas duas semanas. No momento, 95% das lavouras estão em fase de florescimento e granação, período considerado crítico, em que não pode faltar umidade. "Estamos vendo de tudo nesta safra e as diferenças são visíveis, até mesmo, de uma propriedade para outra", afirma.

Na última semana, lembra o agrônomo, houve municípios onde as chuvas chegaram a mais de 100 mm, mas em outros elas não passaram de 20 mm.

Fonte: O Diário.com em 19/01/2012