quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Cooperativismo

Cooperativismo - A união que transforma nossa realidade

Inicialmente criada com o nome de Cooperativa Mista Agropecuária de Machado Ltda., a Cooperativa Agrária de Machado (Coopama) surgiu em 1944. Apenas em 1966, o atual nome foi adotado, quando da fusão da Cooperativa de Leite de Machado e da Cooperativa da Zona de Machado.

Com 68 anos, a Coopama conta com 1.375 associados, possui um quadro com 224 funcionários e duas filiais, além da unidade matriz. A cooperativa conduz um bom trabalho na fabricação de rações e suplementos minerais e apresenta um portfólio diversificado de produtos. Engajada, a organização trabalha ações de preservação do meio ambiente e incentiva, por meio de patrocínios, o esporte e a educação, com participação ativa em escolas públicas e no incentivo financeiro para graduação de seus colaboradores.

Nos últimos anos, a Coopama deixou uma administração doméstica e passou a atuar mais próxima do Sistema Ocemg/Sescoop-MG e, consequentemente, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Firmou parcerias também com outros conselhos e cooperativas a fim de aprimorar seus produtos, como o Conselho Nacional do Café (CNC), a Cooperativa Central de Cafeicultores e Agropecuaristas de Minas Gerais Ltda (Coccamig), cooperativa central que corresponde ao ramo da Coopama, e o Centro de Excelência do Café (CEC).

Notícias

Embrapa Semiárido realiza Dia de Campo sobre o caqui

O evento vai apresentar os resultados obtidos com a cultura do caqui nos três primeiros anos de execução do projeto “Introdução e Avaliação de Culturas Alternativas para as Áreas Irrigadas do Semiárido Brasileiro”, realizado em parceria com a Codevasf, Banco do Nordeste e Valexport.

No evento, o pesquisador Paulo Roberto Coelho Lopes fará uma palestra, com início às 8h, no Auditório da Sede da Embrapa Semiárido. Logo após, será realizada uma visita técnica ao Campo Experimental de Bebedouro, onde a pesquisa está sendo desenvolvida. As informações são da Embrapa.
http://www.gazzeta.com.br/embrapa-semiarido-realiza-dia-de-campo-sobre-o-caqui/

Notícias

Governo Federal desenvolve ações de educação alimentar e nutricional.

A má alimentação do brasileiro, que gera tanto desnutrição quanto sobrepeso e obesidade, é tema prioritário de políticas públicas do governo federal. Para desenvolver ações de educação alimentar e nutricional nos serviços de saúde, assistência social e educação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) firmou parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade de Brasília (UnB).

“O quadro das condições de saúde da população é preocupante. Convivemos tanto com a desnutrição, em algumas regiões prioritárias, quanto com o aumento do sobrepeso e da obesidade”, diz a coordenadora-geral de Educação Alimentar e Nutricional do ministério, Patrícia Gentil. “Metade da população brasileira adulta está com sobrepeso e 15%, com obesidade, índice que aumenta 1% a cada ano.” A elevação da obesidade tem crescido, principalmente, nas famílias mais vulneráveis. “Às vezes, situações de desnutrição e também de obesidade coexistem na mesma família.”

As ações visam informar e educar a população para que tenha hábitos e modos de vida mais saudáveis.
Aperfeiçoamento – Curso de educação a distância, com duração de 120 horas, para 2 mil profissionais que atuam com o Programa Bolsa Família também será oferecido. Recursos de R$ 2,3 milhões serão investidos em 500 municípios prioritários do Plano Brasil Sem Miséria.

O objetivo é que após o aperfeiçoamento oferecido, esses profissionais possam colocar em prática projetos locais de educação alimentar com ações articuladas com a saúde, a assistência social e a educação. “O projeto deve ser integrado e olhar o grupo familiar como um todo”, explica a coordenadora. “Pretendemos atingir cerca de 10% das famílias beneficiárias do programa de transfereência de renda federal nos municípios prioritários.”

Educação alimentar – Para definir um marco teórico nas políticas públicas e elaborar protocolos nos serviços públicos, como restaurantes populares, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos, postos de saúde, centros de assistência social e escolas, outro projeto pretende organizar a educação alimentar e nutricional nos serviços de saúde, na assistência social e nas escolas. Para isso, cooperação com o Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutricional da UnB foi assinada, em parceria com os ministérios da Saúde e da Educação. O valor é superior a R$ 530 mil.

Além disso, o projeto prevê a criação de uma rede social para mobilização de profissionais de diferentes áreas, de forma a apoiar estados e municípios no desenvolvimento de suas políticas.
Adriana Scorza
Ascom/MDS

Notícias

Ministério Desenvolvimento Social apoiará Piauí com assitência tècnica para 10,1 mil famílias...

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) abrirá chamada pública para a contratação de técnicos em assistência e extensão rural (Ater) para beneficiar 10,1 mil famílias de agricultores piauienses em situação de extrema pobreza. O anúncio foi feito pela ministra Tereza Campello, esta semana, durante visita a Teresina. Na capital do Piauí, ao lado do governador Wilson Martins, ela participou do lançamento do Programa Mais Viver, que complementará ações do Plano Brasil Sem Miséria, do governo federal.

Desde dezembro de 2011, o MDS e o Piauí promovem programa piloto de inclusão produtiva em 20 municípios do Vale do Guaribas, beneficiando 1,8 mil famílias com o apoio de profissionais de Ater.

Durante a visita a Teresina, Tereza Campello se reuniu com o governo piauiense. No encontro, foi estabelecida a meta de construir 35 mil cisternas até 2013. “Ampliar e universalizar o acesso à água potável no Semiárido é prioridade do governo federal e agora contamos com esse importante apoio do governo do Piauí”, disse a ministra.

De acordo com a diretora de Convivência com o Semiárido da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Lúcia Araújo, cerca de 100 municípios deverão ser beneficiados com a construção das 35 mil cisternas. “Para cumprir essa meta, devem ser investidos cerca de R$ 100 milhões.”

Segundo Lúcia, o projeto para a construção dos reservatórios deve ser concluído ainda nesta semana e depois encaminhado ao MDS. “A construção das cisternas ajudará na universalização do abastecimento de água e propiciará mais qualidade de vida às famílias dessa região do Piauí.”

Parceria – O programa de construção de cisternas no Semiárido é executado pelo MDS em parceria com o Ministério da Integração Nacional. No Piauí, cerca de 35 mil cisternas foram construídas entre 2003 e 2011.

O apoio do governo federal é importante para o Piauí superar a extrema pobreza, avaliou o governador Wilson Martins. “Até 2013, devemos retirar cerca de 200 mil piauienses da miséria.”

No lançamento do Mais Viver, o governador autorizou a construção de 50 barragens para acumulação de água em municípios piauienses localizados no Semiárido. As obras receberão investimentos de R$ 2,1 milhões. A chamada segunda água não é própria para consumo humano e será usada para consumo animal e irrigação de plantações.

Alex Rodrigues
Ascom/MDS

 

Economia Solidária

É sancionada em São Paulo lei que cria Programa Estadual de Fomento à Economia Popular Solidária
Foi sancionada a Lei nº 14.651 de 2011, de autoria do deputado estadual Simão Pedro, que cria o Programa Estadual de Fomento à Economia Popular Solidária no Estado de São Paulo. Para o deputado, isto é uma grande conquista. “Tenho convicção que isso alavancará um setor que vem ganhando visibilidade e precisa de apoio do Estado para se desenvolver”, disse. Em novembro passado, o deputado entregou ao governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, o livro “Economia Popular e Solidária: ferramenta para desenvolvimento social” como forma de incentivo para que não houvesse veto da lei.

Clique aqui e confira a publicação no Diário Oficial.

http://www.unisolbrasil.org.br/2012/01/31/lei-que-cria-programa-estadual-de-fomento-a-economia-popular-solidaria-e-sancionada-em-sp/

Notícias

Reciclagem de embalagens pode render US$ 100 mi às siderúrgicas




Reciclagem de embalagens pode render US$ 100 mi às siderúrgicas Há algum tempo a reciclagem tem sido menos um rótulo de comportamento politicamente correto para se tornar, cada vez mais, um sinônimo de economia de altas cifras para empresas. Depois do sucesso da reutilização de latas de alumínio no Brasil – índice que atualmente gira em torno de 97% – agora é a vez das embalagens de aço. Em cinco anos, a indústria siderúrgica poderá deixar de comprar o equivalente a quase US$ 100 milhões em minério de ferro, por ano, utilizando aço reciclado. “A reciclagem de embalagens de aço é infinita, e esse produto pode voltar tanto para a cadeia automotiva quanto para a construção civil ou para o próprio segmento”, afirma a gerente-executiva da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço), Thaís Fagury. A ideia do projeto começou com uma viagem para a Europa em que a engenheira de alimentos visitou países como Bélgica e Suíça, onde o índice de reciclagem de embalagens de aço ultrapassa 97%. “Percebemos essa necessidade no Brasil e por isso iniciamos, há cerca de três anos, estudos para implantar essa prática por aqui”, explica.

O próximo passo, segundo Fagury, foi adequar a nova entidade, a Prolata, à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A união de 15 grandes empresas do setor resultou no aporte inicial de R$ 1 milhão para criar um centro modelo de reciclagem, em São Paulo. “Em 2011, o setor produziu 600 mil toneladas de embalagens de aço, das quais 280 mil toneladas foram recicladas e totalmente absorvidas pela siderurgia”, destaca Fagury. Em cinco anos, a expectativa da Prolata é reutilizar até 70% da produção nacional. A gerente-executiva da Abeaço explica que, a cada tonelada de aço reciclada, a siderurgia deixa de comprar 1,5 tonelada de minério de ferro. “Esse processo é rentável para as siderúrgicas e ambientalmente correto”, ressalta Fagury. Economia é a palavra-chave. Se a previsão da Prolata se confirmasse hoje, a siderurgia nacional deixaria de comprar 630 mil toneladas de minério de ferro, o equivalente a quase US$ 100 milhões. Mas a tarefa não será fácil. “Grande parte dos investimentos será direcionada à conscientização ambiental”, diz Fagury.

Segundo a executiva da Abeaço, o ciclo de reciclagem começa com os sucateiros, que vendem o material a cooperativas que, posteriormente, repassam a sucata para centros de coleta. “A ideia da Prolata é que cooperativas negociem diretamente com as siderúrgicas para maior geração de renda”, diz. Ela explica que a grande dificuldade do catador é para quem vender o material coletado. “Estamos trabalhando para que o sucateiro possa ser mais bem remunerado na cadeia”, diz a engenheira de alimentos.

Modelo de sucesso:

O Brasil já é campeão na reciclagem de outro metal importante, o alumínio. Segundo dados mais recentes da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), em 2010 foram recicladas 97,6% das latas de alumínio para bebidas produzidas no País. Boa parte dessa quantidade vem da fabricante de laminados Novelis.

“Possuímos seis centros de coleta de latas de alumínio espalhados pelo País”, afirmou ao DCI o diretor de Reciclagem da Novelis, Carlos Roberto de Morais. Segundo o executivo, em 2011 a empresa reciclou 50% de sua fabricação de laminados, tipo de alumínio que atende ao nicho de latas de bebida. Em 2012, esse índice deve subir para 60%. “O mercado tem crescido a cada ano e estamos nos preparando para atender essa demanda também com a reciclagem. Hoje, metade das latas para bebidas comercializadas no País vem da Novelis”, diz.

O processamento de reciclados da Novelis acontece na unidade de Pindamonhangaba (SP), que no ano passado recebeu um aporte de US$ 32 milhões da matriz norte-americana. “Utilizaremos essa cifra para a expansão da linha de reciclagem, que para a empresa é fundamental”, diz Morais. Ele destaca que o alumínio remunera a cadeia toda, por isso essa prática já é comum, no Brasil. “Qualquer pessoa pode receber essa fatia do bolo”, afirma o executivo da Novelis.

Para que o setor de embalagens de aço tenha o mesmo êxito que o de latas de alumínio, o diretor da Novelis destaca duas práticas fundamentais. “Conscientização acerca da reciclagem e remunerar toda a cadeia. O sucesso todo está no modelo de negócio”, diz. Morais destaca ainda que, em breve, a matéria-prima ficará escassa. “Por isso a reciclagem é importante, pois o alumínio é infinitamente reciclável”, ressalta.

Morais afirma que a ampliação da capacidade do setor de reciclagem de Pindamonhangaba deve saltar de 150 mil para 200 mil toneladas por ano. A companhia tem ainda como meta aumentar para 80% a quantidade de metal reciclado em suas operações de laminação até 2020.

http://www.unisolbrasil.org.br/2012/02/01/reciclagem-de-embalagens-pode-render-us-100-mi-as-siderurgicas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=reciclagem-de-embalagens-pode-render-us-100-mi-as-siderurgicas

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Cooperativismo

Cooperávore oferece produtos sustentáveis para a volta às aulas

Cooperávore oferece produtos sustentáveis para a volta às aulasAntenada no ritmo de volta às aulas, a Cooperávore, cooperativa social do Programa Árvore da Vida – Jardim Teresópolis, desenvolvido pela Fiat em parceria com as instituições Fundação AVSI e CDM, oferece em seu site produtos de alta qualidade que são perfeitos para acompanhar o dia a dia dos estudantes. São mochilas, porta pen drive e cases de notebooks, entre outros produtos, marcados pela funcionalidade, design moderno e respeito ao meio ambiente, já que muitos produtos são feitos com aparas de cinto de segurança e retalhos de tecido automotivo descartados durante a produção de carros da Fiat.

Para conhecer e adquirir produtos da Cooperárvore acesse o site www.cooperarvore.com.br!

Cooperávore

A Cooperárvore foi criada em 2006, a partir do comprometimento da Fiat Automóveis com a geração de emprego e renda na comunidade do Jardim Teresópolis, localizada em frente à fábrica em Betim (MG). Para a formação da cooperativa foram selecionadas moradoras que tinham interesse pelo empreendedorismo, ao mesmo tempo em que se dispusessem a aprender e a trabalhar em equipe para o bem comum do grupo. As cooperadas recebem capacitação profissional constante em diversas áreas, tanto técnicas quanto de gestão e comportamento.

Entre os produtos da linha regular da Cooperárvore estão sacolas, bolsas, mochilas, chaveiros, nécessaire, almofadas e jogos infantis, desenvolvidos por meio das áreas de silk, costura e artesanato. Em 2011, foram produzidas e comercializadas mais de 50 mil unidades, beneficiando diretamente 26 famílias do Jardim Teresópolis.

Para atender a demanda de encomendas, a Cooperávore tem um site (www.cooperarvore.com.br) de compras. Os produtos também podem ser adquiridos na sede da Cooperárvore, na Rua Duque de Caxias, 956, no Jardim Teresópolis, em Betim (MG).
Fonte: Portal Segs em 27/01/2012