sábado, 15 de setembro de 2012

Cooperativismo

Prêmio Nobel da Paz para o cooperativismo: meta de Roberto Rodrigues
 
 
Prêmio Nobel da Paz para o cooperativismo: meta de Roberto RodriguesApós a ONU nomear 2012 como Ano Internacional das Cooperativas, a meta, agora, é o Prêmio Nobel da Paz para o cooperativismo, por promover a inclusão – e consequente defesa da paz – e reduzir a pressão sobre a paz via mitigação do efeito da concentração de renda, pois a cooperativa é um elemento de inclusão, crescimento e transformação de pequenos em um conjunto forte e poderoso.

Essa frase resume o pronunciamento de Roberto Rodrigues – Doutor Honoris Causa da UNESP, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV-EESP, presidente do Conselho do Agronegócio da FIESP, professor titular do Departamento de Economia da UNESP Jaboticabal, ex-ministro da agricultura, além de embaixador especial para cooperativas na Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) – na inauguração da Sala Economia do Cooperativismo na Funcadi – Fundação Carlos e Diva Pinho, em São Paulo, no dia 26 de julho.

Fonte: Mundo Cooperativo em 13/09/2012

Cooperativismo

Coapa envia 76.591 toneladas de soja para os mercados interno e externo
 
Coapa envia 76.591 toneladas de soja para os mercados interno e externoA equipe da Unidade Operacional da Coapa concluiu na segunda-feira, 10 de setembro, o escoamento da safra de soja 2011/2012 produzida na região de Pedro Afonso. No total foram expedidas 76.591 toneladas da oleaginosa, comercializadas antecipadamente pelos produtores através de contratos com as tradings responsáveis pela exportação do produto.

O trabalho começou em 10 de fevereiro deste ano. Os grãos são provenientes de fazendas de 130 produtores, sendo 51 associados da cooperativa e 79 não cooperados.

Segundo o gerente da Unidade Comercial da Coapa, Nelzivan Carvalho, a soja produzida na região de Pedro Afonso abastece o Tocantins, Pará e estados do Nordeste, além de ser enviada para o exterior, principalmente à China, grande consumidora da oleaginosa.

O gerente da Unidade Operacional da Coapa, Vanderlei do Souza, explicou que os grãos que chegaram da lavoura com média de umidade de 16,05, passaram pelo processo de secagem no armazém e foram expedidos com média 12,18 de umidade, atendendo o padrão internacional para exportação. Ainda conforme o responsável, na safra 2011/20122 quase 50 colaboradores trabalharam ininterruptamente, em três turnos, para atender o grande volume de soja que passou diariamente do armazém, considerado o maior do Tocantins.

“Com planejamento das ações e esforço de toda a equipe, conseguimos realizar satisfatoriamente o recebimento e expedição da safra”, afirmou Vanderlei, lembrando ainda que o armazém já concluiu o recebimento do milho e sorgo produzidos na Safrinha 2012 em Pedro Afonso e região. Foram recepcionadas 8.351 toneladas de milho e 6.214 de sorgo, superando as metas estabelecidas para 2012.

Fonte: OCB/SESCOOP-TO / Foto: Fred Alves em 13/09/2012

Cooperativismo

Presidente Perius palestra no VI Encontro Regional de Cooperativismo
 
Presidente Perius palestra no VI Encontro Regional de CooperativismoCom o tema A Expressão do Cooperativismo Gaúcho, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, palestrou na noite de ontem (12/09) na Faccat, em Taquara. Para um público de alunos, professores e diretores das Faculdades Integradas de Taquara, Perius falou cerca de uma hora, demonstrando os números e contando suas vivências de mais de 40 anos no cooperativismo brasileiro.

O estudo realizado pela Faccat e pelo Sescoop/RS, A expressão do Cooperativismo Gaúcho, foi apresentado no dia 04 de julho em evento da Federasul. Os números consolidados no estudo mostram que as cooperativas do Estado cresceram 25,2% de 2010 para 2011, elevando o faturamento para R$ 27 bilhões – um incremento de R$ 5,4 bilhões. Esse valor representa 11,3% do PIB gaúcho. Na noite de ontem, durante o VI Encontro Regional de Cooperativismo, promovido anualmente pela Faccat, foi celebrado o Ano Internacional das Cooperativas. Estiveram presentes o presidente da Fundação Educacional Encosta Inferior do Nordeste, Nicolau Rodrigues da Silveira; o diretor-geral da Faccat, Delmar Backes; o professor Jorge Marcelo Wohlgemuth e o presidente da Sicredi Nordeste, Celso Trentin.

Fonte: Luiz Roberto de Oliveira Junior - Ocergs em 13/09/2012

Cooperativismo

Cooperativa Educacional mineira é exemplo para o Brasil

                   

“Ao invés de mudar de São Roque de Minas, resolvemos mudar São Roque de Minas”. Essa foi a frase que, Joãozinho Leite, presidente da Sicoob Saromcred, uma cooperativa de crédito da cidade que fica 320 quilômetros dBelo Horizonte, usou para contar a história de um município que estava enfraquecendo, mas que renasceu graças ao trabalho conjunto da população.
 
São Roque de Minas tem pouco mais de seis mil e seiscentos habitantes, sobreviventes do êxodo rural. Graças ao surgimento da cooperativa, no inicio dos anos de 1990, a foi solução encontrada. “Nós queríamos o mínimo de dignidade. Resgatar os serviços bancários básicos de uma cidade. Pagar funcionários e aposentados”. Declarou Joãozinho.
 
Após solidificação, a cooperativa começou a investir no comércio local, trazendo segmentos que não existiam na cidade. Como por exemplo, o Instituto Ellos de Educação, uma cooperativa educacional, criada pela insatisfação de um grupo de pais com os métodos de ensino da região na época junto com a Cooperativa Saromcredi. Hoje são 104 cooperados e 30 funcionários. Há 13 anos, a escola oferece educação cooperativista, a 130 alunos do maternal ao 3º ano do ensino fundamental.
 
Leandro, de 10 anos, tem aula de educação e empreendedorismo, onde são passadas lições de motivação, liderança e marketing pessoal. Além de aprender como funciona uma cooperativa. “A gente aprende errando. E o que é melhor, é que aqui a gente trabalha em grupo. Um ajuda o outro”. Afirma Leandro.
 
A escola é mantida por pelos pais dos alunos. Alguns professores são cooperados, outros não. 50% da mensalidade é paga pelos pais e o restante pelo Sicoob Saromcredi, que possibilita aos filhos dos cooperados, ensino de qualidade.
 
Como forma de incentivar o cooperativismo nos jovens da escola, um projeto de “Jovens empreendedores”, mostra na prática que cada aluno é capaz de ser empreendedor. Durante a feira que acontece sempre em outubro, e que é aberta para a comunidade, cada turma cria uma cooperativa, como por exemplo: Choocolate, Casa de Doces João e Maria, Abra Cadabra Circus e Coomunicação. E ainda comercializa os produtos produzidos por eles.
 
Para a presidente da Cooperativa Educacional, Maria José de Faria Leite, a escola é uma referência de ensino cooperativista na região. Não existe uma matéria especifica de Cooperativismo, mas todos os professores falam no assunto o tempo todo. “Pensando no futuro de São Roque e desenvolvimento da comunidade, o tempo todo incentivamos o cooperativismo. Afinal de contas, o sistema tem que continuar na região”. Afirmou Maria José.
 
Alguns alunos que passam pelo Instituto Ellos, ingressam nas melhores faculdades de Minas Gerais. E se destacam.
“Mais que proporcionar o desenvolvimento da cidade, nós recuperamos a autoestima dos moradores. Se antes todos queriam sair da cidade, agora recebemos gente de fora, pessoas que vêm investir em São Roque de Minas”, diz João Carlos, fundador e atual presidente do SICOOB Saroncredi.
 
Foi para conhecer o modelo de trabalho implantado em São Roque de Minas, que um grupo de representantes de cooperativas ligadas a OCB/SESCCOP ALAGOAS, viajou para a cidade mineira. Segundo a superintendente da instituição Márcia Túlia, “São Roque é uma referência em cooperativismo. E conhecer essas práticas de excelência, ajuda as cooperativas alagoanas a adotarem estes exemplos aqui também”.

Para o Professor universitário e conselheiro fiscal da OCB/SESCOOP-AL, Antônio Carlos Silva Costa, a escola é de excelente padrão com alunos modelos para qualquer instituição. As turmas são de até 10 alunos, o que edagogicamente é muito interessante mas desperta questionamentos quanto à cobertura dos seus custos. Não fosse o investimento da SAROMCREDI, não seria economicamente viável. “Reduziria os valores das mensalidades, de modo a tornar a escola acessível a um maior número, o que permitiria ganho de escala. Ainda, transformaria o espaço num polo cultural da cidade, com cursos de línguas, dança, educação de adultos em cursos de curta duração”. Destacou Antônio Carlos sobre o valor da mensalidade da escola, que tem a mensalidade em torno de R$350.

Em breve, outro grupo deve participar de visitar a outras cooperativas, no sentido de ampliar os conhecimentos na área cooperativista, e aprender com os exemplos que deram certo, como gerir suas instituições.

http://www.ocb-al.coop.br/noticia/255/noticias/2012/09/14/cooperativa-educacional-mineira-e-exemplo-para-o-brasil

 


                
 

Notícias

Repasse de R$ 1 milhão do MDA fortalece cooperativa de viticultura
 
Repasse de R$ 1 milhão do MDA fortalece cooperativa de viticulturaMerlot, Riesling, Tannat, dentre outras uvas viníferas. Todas cultivadas no Rio Grande do Sul por agricultores familiares. Da fruta, fazem-se vinhos distintos e sucos naturais. Além dos benefícios à saúde e o sabor das bebidas, a produção gera renda e inclusão social. Na Serra Gaúcha, as previsões para os viticultores da cooperativa Nova Aliança são otimistas. Com auxílio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), os cooperados começam a operar uma nova planta industrial em 2013. A mudança significa mais competitividade, tecnologia e rentabilidade para os trabalhadores serranos.

O incentivo do ministério veio a partir de um convênio firmado há dois anos com a Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho), da qual a Nova Aliança é filiada. O MDA repassou R$ 1 milhão à federação. O estímulo foi utilizado para diversos trabalhos. Um deles era a estruturação da Nova Aliança, que nasceu da fusão de cinco cooperativas singulares. A união começou a ser estudada em 2009 e em 2011 foi concretizada. Os resultados já aparecem.

O diretor da Fecovinho, José Paulo Silva, afirma que o processo de fusão entre os cooperados da Nova Aliança ganhou velocidade. No total, as mais de 800 famílias associadas da cooperativa serão beneficiadas com o emprego do recurso. “Os associados também tiveram a oportunidade de realizar compras conjuntas, reduzindo seus custos”, apontou Silva.

Outro benefício que a injeção de recursos vai proporcionar à Central Nova Aliança é a implantação de uma unidade industrial. Vinhos finos e de mesa, sucos integrais e espumantes serão produzidos com mais valor agregado. “A ideia é focar na qualidade do produto e assim ampliar a receita, pois a base da matéria-prima (área plantada) se manterá”, destaca o representante da Fecovinho.

Desenvolvimento no Parreiral

Aos 45 anos, o agricultor familiar e diretor-presidente da Nova Aliança, Alceu Dalle Molle, acompanha as mudanças tecnológicas nos parreirais. Criado em meio a vinhedos, ele perpetuou o trabalho dos pais e do avô, e há mais de 20 anos trabalha com a produção de uvas. “Antigamente, famílias de 10 pessoas só conseguiam cuidar em média de três hectares de parreiras”, conta. Hoje, o cenário é diferente. Sua família produz em parceria com mais duas, totalizando cinco pessoas responsáveis por 13 hectares de vinhedos. A área total da propriedade do viticultor é de dois módulos fiscais, o que corresponde a 24 hectares no município de Caxias do Sul, onde fica o parreiral.

Alceu agora participa diretamente da inovação no trabalho da Nova Aliança. A entidade agrupou tradicionais cooperativas vitivinícolas da Serra Gaúcha: Aliança, São Victor, Linha Jacinto, Santo Antônio e São Pedro. Todas com mais de 80 anos de história e localizadas em três regiões produtoras com distintas características, chamadas de terroir. Juntas, elas produzem 35 mil toneladas de uva por ano. Para esse resultado, utilizam cerca de 135 hectares de vinhedos. “Vamos finalizar um estudo detalhado em breve, mas estimamos que nossa área venha de uma média de 20 hectares por associado”, explicou o diretor-presidente da cooperativa.

Os próximos passos ganham boas perspectivas com a ampliação de técnicas a partir da planta industrial. Os associados apostam no aumento da competitividade. Para isso, devem iniciar em 2014 a venda dos sucos naturais de uva em novas embalagens, incluindo a pet e a cartonada (caixinha de suco).

“A planta será um grande salto tecnológico. Vamos ter condições de produzir cada vez mais com a menor incidência de conservantes. Estamos buscando também outras culturas que não interfiram na produção de uva e futuramente podemos fazer parcerias com cooperativas de outras regiões para a troca de matéria prima”, afirma Alceu.

Políticas públicas para a viticultura

Alceu Dalle Molle acredita que as políticas públicas são imprescindíveis para o desenvolvimento da viticultura familiar. O diretor-presidente da Nova Aliança destaca que os associados da cooperativa são beneficiados por diversas iniciativas do governo federal. “Já vendemos inclusive nosso suco integral orgânico de uva para a merenda escolar por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae)”.

Além do Pnae, a Nova Aliança participa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e seus associados acessaram linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Outro ponto ressaltado por Alceu Dalle é a importância da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Segundo ele, o serviço, aplicado pelo MDA, contribui para a potencialização dos trabalhos e organização das atividades no campo e aumento da produtividade.

Incentivo à produção

A parceria do ministério com a Fecovinho faz parte de uma ação do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Territórios Rurais (Pronat). O recurso, não reembolsável e originário do Orçamento Geral da União (OGU), foi disponibilizado em três parcelas, que começaram a ser pagas no final de 2010.

O ex-delegado do MDA no Rio Grande do Sul e assessor especial do ministro Pepe Vargas, Nilton Pinho de Bem, acompanhou de perto o trabalho conjunto com a federação. Segundo Nilton, em termos de agregação de valor, a viticultura é uma das atividades mais vantajosas da agricultura familiar. “Ela alia pouca terra à muita produção. No segmento de frutas, a uva é uma das que demanda o maior número de produtores no Brasil e temos ainda a possibilidade de ampliação”, explicou.

A atual delegada do MDA no estado, Dalva Schreiner, ressalta que o propósito das cooperativas é de inclusão social. “A parceria com a Fecovinho é valorosa, já que atende a um grupo de agricultores familiares e potencializa a força das políticas públicas do ministério”, finaliza.

Fonte: AgroNotícias em 13/09/2012

Cooperativismo

Cooperativas encantam a Equipotel com a agricultura familiar do nordeste
 
Cooperativas encantam a Equipotel com a agricultura familiar do nordesteO sabor e a cultura nordestina estão bem representados na maior feira de hotelaria e gastronomia da América Latina, a Equipotel. Nesta quinta-feira (13), dia de encerramento do evento que contou com a participação de mais de 1,2 mil expositores, os visitantes da Equipotel têm a última oportunidade de conferir a exposição dos produtos das cooperativas da agricultura familiar. As três que vieram do nordeste trouxeram artigos e produtos da culinária típicos da região para encantar os visitantes da feira, que acontece no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi, em São Paulo.

Dentro dos 105 m² do estande, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 14 cooperativas da agricultura familiar dividem o espaço e as atenções. Do interior do Ceará para a exposição em solo paulistano, vieram os produtos da castanha de caju fabricados pelos agricultores familiares de Pacajus. As amêndoas, comercializadas na forma natural, torradas, salgadas ou caramelizadas são produzidas pelos cooperados da Central de Cooperativas Copacaju, que somam cerca de dez empreendimentos da agricultura familiar nos quais trabalham 370 pessoas.

“Esperamos que a feira possibilite a divulgação dos produtos da Central Copacaju de forma a abrir mercado no setor de restaurantes, bares e hotéis”, afirma a consultora do empreendimento, Tereza D’Ávila. Para ela, a agricultura familiar tem muito a oferecer para o mercado paulista, maior consumidor de castanha de caju no Brasil. “O cliente que compra os Produtos da Copacaju leva para casa não só um dos melhores produtos, mas a certeza de que está contribuindo para a construção de um Brasil melhor e mais justo”, enfatiza.

Do sertão baiano

Doces, geleias e compotas de umbu, goiaba e maracujá da caatinga são a especialidade da Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá, a Coopercuc. Os 204 cooperados trabalham juntos desde 2004 a produção ecológica, economicamente viável e socialmente justa e solidária. A gerente comercial da cooperativa, Jussara Souza, considera a feira uma oportunidade de divulgar produtos únicos do nordeste. “Os doces são feitos de frutos que você só encontra na caatinga, esse é o diferencial. Além de serem orgânicos, naturais e saudáveis, possuem um apelo social muito grande”, observa. A Coopercuc está inserida no Talentos do Brasil desde 2011. “Foi por meio do programa que pudemos comercializar com grandes redes de supermercados, ampliando a renda dos agricultores familiares”, conta Jussara.

Mas não é só a culinária nordestina que atrai os visitantes. Quem passa pelo expositor da Associação de Desenvolvimento Sustentável e Solidário da Região Sisaleira (Apaeb), pode conhecer um pouco do artesanato elaborado nos tapetes, fios, cordas, jogos americanos e telas de sisal, opções elegantes de decoração. Para o gerente de marketing do projeto, Uirã Oliveira, a característica sustentável é o diferencial dos produtos. “O sisal é comprado diretamente dos agricultores familiares da região de Valente, na Bahia. É um material que tem a característica marcante do orgânico, do natural, do sustentável. Acredito que isso tem um valor significativo no mercado hoje e esperamos atender o mercado hoteleiro com essa perspectiva”, antecipa.

Talentos do Brasil


Criado em 2005, o programa é um importante instrumento de geração de trabalho e renda para artesãs e artesãos da agricultura familiar por meio do fortalecimento do processo de gestão, promoção e comercialização dos grupos artesanais. Cerca de dois mil artesãos integram os 18 grupos produtivos apoiados pelo Programa, reunindo técnicas manufatureiras repassadas de geração a geração, com a beleza da matéria prima natural, retirada da biodiversidade brasileira de forma sustentável.

O Talentos do Brasil é uma iniciativa da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA). O Programa conta ainda com parcerias importantes, como o Sistema Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro Empresas (Sebrae) e o Ministério do Turismo.

Fonte: Jornal Dia a Dia em 14/09/2012

Cooperativismo

Coopamart participa da Feira do Artesanato Mundial
 
Coopamart participa da Feira do Artesanato MundialA Cooperativa Amazonense de Artesanato (Coopamart) participa, do dia 6 ao 16 de setembro, da Feira do Artesanato Mundial (FAM), com a exposição da produção de 17 artesãos da cooperativa. A feira está sendo realizada no Centro de Convenções do Manaus Plaza Shopping, localizado na Avenida Djalma Batista, bairro Chapada. O convite para a realização da exposição foi feito pela Secretaria do Estado do Trabalho (Setrab) e pela Secretaria Municipal do Trabalho e Desenvolvimento Social (Semtrad).

A Feira do Artesanato Mundial que vem a Manaus pela primeira vez com a o melhor do artesanato mundial, conta com a participação de artesãos de Manaus, Roraima, Tocantins, Pará, Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina e Paraná e Rio Grande do Sul, e de vários países como Tunísia, Dubai, Quênia, Índia, Turquia, Peru, Filipinas, África do Sul, Egito, Rússia, Marrocos, Palestina, Síria, Líbano, Istambul e Bolívia.

A Coopamart está com dois stands para exposição e comercialização de todos os produtos, o primeiro stand apresenta a coleção de biojóias com sementes de tucumã, jarina e açaí intitulada “Guaraná e Flor” criada em parceria com a designer Virgínia Scott. O segundo expõe confecções de algodão cru, bordados, bolsas feitas da juta, artigos de decoração, arranjos florais com temas regionais, dentre outros produtos.

A presidente da Coopamart, Terezinha Ribeiro declarou que os dois stands da cooperativa estão muito visitados e muitos pedidos de encomendas já foram feitos. Ela disse que está muito contente ao notar que os manauaras valorizam os talentos locais.

“Essa é uma grande oportunidade de apresentarmos a Coopamart para quem vier a FAM, já participamos de exposições em Brasília, Recife e Belo Horizonte estas capitais já conhecem nossos trabalhos e aqui em Manaus muitos não conheciam os trabalhos produzidos pela Coopamart e agora temos mais uma chance de fazer novos contatos para novos cooperados que querem ingressar na nossa cooperativa”, comemora Terezinha.

A Feira do Artesanato Mundial (FAM) ainda oferece uma programação com palestras e oficinas como bijouterias de PET e cestaria de jornal voltado para o público e artesãos com a participação dos profissionais do SEBRAE. A FAM acontece de segunda a sexta-feira a partir de 16h até às 22h, sábados, domingos e feriados de 14h às 22h, o valor da entrada é de 5 reais, crianças até 12 anos e idosos a partir de 60 anos a entrada é gratuita.

Fonte: Coopcom - Cooperativa de Comunicação do Amazonas / Foto: Priscilla Torres/Coopcom em 14/09/2012