sexta-feira, 19 de abril de 2013

Cooperativismo

Cooperativas Aurora e Languiru: intercooperação Languiru fabricará produtos para Aurora
                     
A Cooperativa Languiru, com sede no município sul-rio-grandense de Teutônia, passa a produzir, a partir deste mês, produtos cárneos processados para a Coopercentral Aurora Alimentos, de Chapecó (SC), um dos cinco maiores grupos agroindustriais do País. O contrato que formaliza essa ação de intercooperação foi assinado nesta terça-feira à tarde, em Chapecó, pelos presidentes Mário Lanznaster e Dirceu Bayer.

A Languiru produzirá apresuntados, linguiças cozidas, salsichas e mortadelas em volumes que não foram revelados.  Utilizará matéria-prima própria e seguirá os rigorosos protocolos de produção da Aurora. Toda a produção será entregue à cooperativa catarinense que fará a comercialização e distribuição no mercado nacional, com prioridade para o mercado gaúcho.

O valor do contrato não foi revelado. Lanznaster destacou que essa operação permitirá à Aurora atender a crescente procura por seus produtos e, à Languiru, otimizar sua capacidade produtiva. “A Aurora tem demanda para seus produtos e precisa ampliar a oferta de processados de suínos para consumo no mercado interno, enquanto a Cooperativa Languiru tem capacidade ociosa de produção. Foi um casamento perfeito”, resumiu Mário Lanznaster.

O presidente da Languiru, Dirceu Bayer, declarou ser “um orgulho manter parceria de produção com a Aurora, empresa que detém elevado conceito junto aos consumidores do Brasil e do exterior”. Destacou que “parceria entre cooperativas é fácil, porque a gente fala a mesma linguagem”.

Acompanharam a assinatura do contrato os diretores da Cooperativa Languiru Renato Kreimeier (vice-presidente), Mário Stolkmann (diretor industrial) e Décio Erri Leonhardt (diretor administrativo) e, pela Aurora, Neivor Canton (vice-presidente), Marcos Antonio Zordan (diretor de agropecuária) e Leomar Somensi (diretor comercial).

PARCEIROS

Com 58 anos de atuação, a Languiru possui um mix de produtos nos segmentos de aves, laticínios, suínos e embutidos. Foi fundada em 13 de novembro de 1955, em Teutônia por 174 agricultores liderados por Elton Klepker. Tem 4.600 associados e 2.200 empregados. Faturou 641 milhões de reais em 2012 e projeta 840 milhões de receita operacional bruta em 2013.

A base produtiva da Cooperativa Languiru é formada por indústrias frigoríficas de abate e processamento de aves e suínos, fábrica de rações, indústria de laticínios, matrizeiros e incubatórios, cabanhas de genética de suínos e unidades produtoras de leitões, além de supermercados e departamento agropecuário para assistência técnica aos associado.

Com 44 anos de fundação, a Coopercentral Aurora Alimentos, por outro lado, é a terceira marca mais referenciada em todo o Brasil no segmento de carnes. Os números da Aurora são grandiosos. Possui 17.800 colaboradores e deve chegar a 20.000 neste ano. Abate 700.000 aves por dia, mas deve chegar a 1 milhão de aves/dia até o fim deste ano. Abate 14.500 suínos/dia, processa 1,5 milhão de litros/dia de leite. Tem mais de 100.000 clientes em todo o Brasil e exporta para 60 países. Suas ações sociais/assistenciais atingiram 130.000 pessoas em 2012. Obteve importantes premiações pela sua responsabilidade social e ambiental.

Fonte: MB Comunicação em 17/04/2013

Economia Solidária

UNISOL Brasil auxilia na organização dos catadores em Curitibanos-SC
 
 
UNISOL Brasil auxilia na organização dos catadores em Curitibanos-SCA UNISOL Brasil foi convidada pela Prefeitura de Curitibanos-SC para participar de um encontro entre gestores públicos de oitos municípios da região, que compõem o COINCO (Consórcio Intermunicipal do Contestado), formado para a utilização de um aterro sanitário comum. A proposta foi de auxiliar no processo de organização dos catadores da região.

A atividade foi realizada na Secretaria de Assistência Social do Município de Curitibanos. Participaram da atividade gestores, o presidente da COINCO, Altamin J. Porkio, e 25 catadores de oito municípios. De Curitibanos também participaram o prefeito, José Antonio Guidi, o vice-prefeito, Aldo Dolberth, a presidenta da Câmara de Vereadores, Vilma Natália Fontana Maciel, o vereador Valdir A. Traliari, e o secretário da assistência social João Carlos Martins.

Após a fala das autoridades locais, o diretor secretário geral da UNISOL Brasil, Gilson Gonçalves, fez uma apresentação institucional e destacou a importância dos catadores estarem organizados em cooperativas e associações. Apresentou o conceito da ECOUNI e os produtos que fazem parte do catálogo desta marca. Salientou que a organização dos catadores em cooperativas ou associações junto a UNISOL Brasil possibilitará o acesso a estas iniciativas.

Na sequência, o assessor técnico da UNISOL Brasil, Daniel Tomazoni, convidou os catadores a relatarem como se articulam em Curitibanos. Eles destacaram que há uma associação formada por catadores que coletam e triam os materiais. Esta associação também compra os materiais de catadores não associados. Eles apontaram a necessidade de investimentos públicos e de melhorias para o setor, tal qual a ampliação e reforma de seu galpão de triagem.

Ficou estabelecida a realização de uma reunião mensal entre os catadores e o poder público para a organização desta iniciativa. Além disso, a UNISOL Brasil se comprometer em enviar um manual de passo a passo para a criação de cooperativas e também irá acompanhar o processo.

Fonte: Unisol Brasil - http://migre.me/eaDWl em 18/04/2013

Notícias

Inflação faz Copom elevar Selic a 7,5%, primeira alta desde 2011
 
Inflação faz Copom elevar Selic a 7,5%, primeira alta desde 2011Para tentar conter a inflação elevada, o Comitê de Política Monetária ( Copom ) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (17) elevar a taxa de juros de 7,25% para 7,5% ao ano. Trata-se da primeira elevação da Selic desde julho de 2011 – quando a taxa subiu de 12,25% para 12,5%.

A decisão, já esperada por parte dos analistas de mercado, interrompe o período de juros na mínima histórica, que nos últimos meses havia levado ao barateamento do crédito, com consequente aumento do consumo pelas famílias brasileiras. A taxa de 7,25% era o menor patamar histórico da Selic e vigorava desde outubro de 2012.

“O Comitê avalia que o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços, entre outros fatores, contribuem para que a inflação mostre resistência e ensejam uma resposta política monetária”, diz nota divulgada pelo Banco Central na noite desta quarta, após o fim da reunião do Copom, e que justifica a elevação da Selic.

“Por outro lado, o Copom pondera que incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela”, completa a nota, indicando a explicação para a alta de apenas 0,25 ponto percentual, a menor praticada pelo Banco Central.

A alta dos juros não foi unânime entre os membros do colegiado: foram seis votos a favor e outros dois pela manutenção da taxa em 7,25%. Votaram pela elevação: Alexandre Tombini (presidente do BC), Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques. Já pela manutenção em 7,25%, votaram os membros Aldo Luiz Mendes e Luiz Awazu Pereira da Silva.

Inflação

O aumento da Selic ocorre num momento em que cresce o temor de descontrole da inflação em 2013. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ) divulgou que o IPCA acumula alta de 6,59% em 12 meses até março, acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo BC para o ano.

Com a alta dos juros, o Banco Central mira justamente a inflação. A decisão deve levar a um encarecimento do crédito, o que deve levar as famílias a frearem o consumo. Com menos compras, a tendência é que o preço dos produtos caia.

Fonte: G1 em 18/04/2013

Notícias

Cooperativas relatam andamento da safra 2012/13 de soja
  
Cooperativas relatam andamento da safra 2012/13 de sojaTécnicos das cooperativas agropecuárias paranaenses relataram os problemas e soluções encontradas para fazer o controle de pragas de doenças que afetaram as lavouras de soja na safra 2012/13. 

Foi durante a reunião do grupo Treino&Visita, realizada nesta terça e quarta-feira (16 e 17/04), na sede da Embrapa Soja, em Londrina, Norte do Estado. Houve a apresentação da Coagru, Copacol, Coopavel Coamo, Cvale, Nova Produtiva e Integrada. Representantes da Emater e de empresas de planejamento também discorreram sobre as situações enfrentadas com a oleaginosa. 

A programação contemplou ainda a apresentação de um prognóstico climático para o outono/inverno, com o meteorologista Luiz Renato Lazinski, e uma palestra sobre o controle das lagartas Heliothis e Helicoverpa, ministrada pelo pesquisador Daniel Ricardo Sosa Gomez, da Embrapa Soja. A reunião foi encerrada no final da manhã desta quarta. O analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti, também participou do encontro.

Fonte: Ocepar em 18/04/2013

Notícias

Desoneração já atinge setores cuja soma da receita vale 50% do PIB
 
 
Desoneração já atinge setores cuja soma da receita vale 50% do PIBA desoneração de folha de pagamentos já beneficia 56 setores. Eles são responsáveis por uma receita bruta anual de aproximadamente R$ 1,9 trilhão no mercado interno, valor equivalente a metade do Produto Interno Bruto (PIB) do país, antes dos impostos. O valor da receita foi obtido a partir dos dados informados pelo Ministério da Fazenda em cada anúncio de desoneração. Na sexta-feira, o governo anunciou mais 14 beneficiados, ampliando a desoneração para todo setor da construção (inclusive obras de infraestrutura) e de transportes, e incluindo o segmento de comunicação, entre outros.

A economia fiscal obtida com a troca da contribuição previdenciária por uma alíquota de 1% a 2% sobre o faturamento varia conforme o setor. Entre os setores que aproveitarão o benefício a partir de 2014, o transporte metroferroviário de passageiros terá redução de 78% no desembolso com a contribuição, enquanto o ferroviário de cargas deve economizar 8,8%.

Representantes dos novos setores beneficiados dizem que a medida favorecerá a manutenção e formalização do emprego. Economistas e empresários consideram o benefício positivo, mas argumentam que a estrutura de custos das empresas é mais ampla - para as indústrias, o incentivo abate entre 1% e 1,5% do custo de produção, em média - e relatam preocupação com os efeitos fiscais.

A desoneração de todos os setores, segundo o secretário de Política Econômica, Marcio Holland, representará renúncia fiscal de R$ 24,7 bilhões em 2014. Em entrevista na sexta-feira, ele disse que espera efeitos positivos já neste ano - como a manutenção dos postos de trabalho - pela perspectiva que a medida traz às empresas beneficiadas.

O governo usa o critério de receita bruta interna para estimar o valor que cada setor terá que pagar como proporção do faturamento em troca da antiga contribuição previdenciária. No cálculo, as empresas abatem a receita com vendas no exterior, o que torna a desoneração mais vantajosa para quem exporta. Sozinhos, o comércio varejista representa 5% do PIB e o peso dos setores de transportes e construção, que ficarão totalmente desonerados a partir de 2014, é de 4,8% e 4,5%, respectivamente. O cálculo do PIB é diferente do critério de receita bruta, pois o PIB considera o valor adicionado em cada setor para evitar dupla contagem de produção ou consumo.

Sérgio Castejon Garcia, diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) no Distrito Federal, acredita que a medida vai incentivar a formalização. Dos 310 mil funcionários que trabalham no setor no país, quase um quarto, 80 mil, não possui carteira assinada, diz ele. "Elo inicial da cadeia de construção civil", o segmento fatura mais de R$ 58 bilhões por ano.

A desoneração de R$ 598 milhões, segundo Castejon, contribuirá também para a exportação de serviços - especialmente para a África, onde há uma concentração de construtoras brasileiras - e ajudará as companhias a fazer frente à concorrência estrangeira, que tem aumentado no ritmo do anúncio de novas obras de infraestrutura.

No setor de transporte ferroviário de cargas o benefício deverá permitir capacitação e contratação de novos empregados, diz o presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça. De acordo com ele, 7,1 mil pessoas devem ser capacitadas ao longo de 2013 e 5 mil contratadas, fazendo com que os empregados diretos do setor saltem dos quase 46 mil funcionários atuais para 51 mil.

O presidente da Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga (ABTC), Newton Jerônimo Rodrigues, afirma que a desoneração da folha de pagamento do setor dará uma injeção de capital de giro nas empresas e ajudará a melhorar a atividade nos próximos anos. A economia com a desoneração no transporte rodoviário de cargas é significativa, segundo ele, e chega a R$ 986 milhões, segundo dados do Ministério da Fazenda.

Fonte: Valor Econômico. Por Marta Watanabe, Camila Motta e Denise Neumann. Colaboraram Guilherme Soares Dias e Rodrigo Pedroso em 18/04/2013

Cooperativismo

Banco das cooperativas passará a emitir Cartão BNDES
 
 
Banco das cooperativas passará a emitir Cartão BNDESO Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) firmou parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que vai permitir às cooperativas, pela primeira vez, emitirem o cartão de crédito do banco público de fomento a partir do próximo mês.

O lançamento do Cartão BNDES, com emissão pelo Bancoob (braço financeiro do Sicoob) e bandeira Cabal, foi realizado nesta quinta-feira em Brasília. O Bancoob é o banco comercial controlado pelas próprias cooperativas. A Cabal Brasil é uma joint venture entre o Bancoob (51%) e a argentina Cabal Cooperativa de Provisión de Serviços (49%).

O Bancoob passa a ser a sexta instituição financeira a emitir o cartão, juntamente com Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Caixa e Banrisul. A Cabal entra para o grupo seleto de empresas fornecedoras da bandeira do cartão de crédito ao lado de Mastercard e Visa.

A parceria para a bandeira Cabal foi anunciada em outubro do ano passado pelo BNDES. Como era esperado já que também controla a empresa, o Bancoob é o primeiro fornecedor credenciado pela empresa. Os Cartões BNDES do banco das cooperativas poderão realizar compras somente em estabelecimentos filiados à Cabal Brasil.

No Bancoob, o crédito pré-aprovado do cartão tem limite de até R$ 1 milhão. O presidente do Sicoob, José Salvino de Menezes, fez o desafio aos associados de que até o fim do ano, o banco das cooperativas consiga emitir 5 mil cartões, marca atual do Itaú. O líder no segmento é o Banco do Brasil, com mais de 411 mil cartões emitidos. Menezes acredita que esses 5 mil cartões que estima que vão ser emitidos pelo Bancoob movimentem R$ 3,2 milhões até o fim do ano.

A expectativa é que o ticket médio das transações com o Cartão BNDES Sicoob seja maior do que nos outros emissores porque foi estabelecido um teto para a taxa de administração, fixada em 2%, no valor de R$ 1 mil para a cobrança nas compras acima de R$ 50 mil. Ou seja, proporcionalmente, o valor do lojista será menor quanto maior for o valor da venda.

Poderão adquirir o Cartão BNDES Sicoob as empresas micro, pequeno ou de médio porte associadas ao Bancoob, cujo faturamento bruto anual não ultrapasse R$ 90 milhões. Segundo informações do Sicoob, dos 300 mil associados, 90% se encaixam nesse perfil. De acordo com Menezes, a metade dos empresários cooperados no país é associada ao Bancoob.

“O BNDES nasceu para financiar grandes projetos, mas aos poucos o banco foi descobrindo que também tinha que financiar pequenos projetos”, disse Maurício Borges Lemos, diretor de Administração, Financeira e Operações Indiretas do BNDES. “Financiamento das empresas de pequeno porte é uma questão de desenvolver uma democracia inclusiva e uma economia eficiente”, discursou.

A projeção do BNDES é de que todos os bancos emissores liberem, via cartão, R$ 12 bilhões neste ano, ante R$ 10 bilhões do ano passado. Segundo o banco de fomento, 95% desse valor é direcionado a micro e pequenos negócios.

Fonte: Valor Econômico em 19/04/2013

Cooperativismo

Cooperativa educa para a cidadania
 
Cooperativa educa para a cidadaniaThais Rosseto Silva, 9 anos, causou surpresa a sua mãe, ao anunciar a sua candidatura a prefeita da Minicidade criada pela Cooperativa Educacional Magna de Concórdia (SC) – Colégio CEM. Discreta, e de poucas palavras, a garota tem um discurso afinado ao falar do projeto que há cinco anos vem fazendo a diferença, na cidade de Concórdia (SC). “Minha mãe dizia que eu era quieta, e quando eu disse que ia me candidatar ela pensou que eu não conseguiria. Aí, quando ganhei, ela ficou feliz. Agora a minicidade está crescendo e vamos aprender sempre com ela. A minicidade está aberta para vocês”, afirma a jovem que cursa a 5ª série.

Trata-se da minicidade cooperativista do Colégio CEM, um projeto educacional inovador que proporciona que as crianças vivenciem experiências reais de cidadania e vida comunitária. Os próprios alunos são os responsáveis pela condução da pequena comunidade. Por meio de uma eleição, que envolve toda a escola, são eleitos o prefeito, o vice e os vereadores. Os pequenos cidadãos discutem, elaboram projetos e executam ações importantes para a manutenção e o desenvolvimento da minicidade. Todas as atividades estão alinhadas com a filosofia cooperativista e permitem que os alunos aprendam (na prática) como funciona uma cidade e quais os princípios que devem norteá-la. 

O projeto possibilita que os estudantes conheçam os setores básicos para o funcionamento de uma sociedade organizada, incluindo: Prefeitura, Câmara de Vereadores, Sistema Financeiro, Casa Cultural, Livroteca, Centro de Convenções, Secretarias de Meio Ambiente e Turismo, Horta e Praça. Cabe aos alunos, o papel de gerir cada uma dessas áreas. Para isso, os professores sugerem atividades que contemplem um mundo mais humano, solidário e sustentável. A minicidade funciona como uma cidade normal, mas com conceitos diferenciados de cidadania.

Segundo a presidente da Cooperativa Educacional Magna, Elizeth Pelegrini, “o eixo norteador é a vivência em valores humanos e cooperativistas, fazendo com que o aluno perceba e tenha condições de efetivar a mudança de comportamento, paradigma e transformação de sua realidade política e social”. As crianças experimentam na prática importantes demonstrações de associativismo e cidadania, participam e atuam nas várias funções dentro da cidade, o que faz com que se sintam parte do corpo gestor.


Fonte: MB Comunicação em 19/04/2013