sábado, 15 de junho de 2013

Economia Solidária

Encontro Regional de Economia Solidária leva Paul Singer a Limeira
 
 
Encontro Regional de Economia Solidária leva Paul Singer a LimeiraO Secretário Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer, estará presente ao Encontro Regional de Economia Solidária, que acontece nesse sábado (15). A Secretaria de Ação Social de Rio Claro, por intermédio da equipe de Economia Solidária, faz parte da comissão organizadora do evento, que acontece em Limeira das 8 às 17 horas.


O objetivo do encontro é discutir e planejar as ações a serem realizadas em 2013. Interessados em participar devem inscrever-se pelo e-mail israel.camara13@gmail.com ou pelo telefone (19) 8171-7239 até quinta-feira (13).


Rio Claro colabora na organização do evento pela experiência que já tem na área de Economia Solidária. Segundo o coordenador do grupo de Inclusão Social e Economia Solidária de Limeira, Israel Gonçalves, ”por já ter consolidado o Programa de Economia Solidária há alguns anos, Rio Claro contribui com sua experiência, nos ajudando a pensar a implementação das políticas públicas aqui em Limeira”.


Gonçalves, que também é chefe de gabinete do presidente da câmara de Limeira Ronei Costa Martins, explica que o encontro desse sábado “é muito importante para a região, pois vai ampliar a divulgação da Economia Solidária e mostrar como ela produz trabalho e renda para pessoas em situação de vulnerabilidade, potencializando o desenvolvimento local”.


O coordenador explica que a Economia Solidária em Limeira ainda não está concretizada: “Para entender e agilizar este processo, em abril último criamos um grupo de Economia Solidaria que realiza discussões a respeito. O Encontro deste sábado vai contribuir muito com a criação da Economia Solidária em nosso município.”


Programação:


1. Das 8 às 9 horas - Credenciamento
2. Das 9 horas às 9h30 – Abertura. Convidados: Presidente da Câmara Municipal de Limeira, Ronei Costa Martins.
3. Das 9h30 às 10 horas - Apresentação do vídeo institucional da SENAES/MTE sobre Economia Solidária.
4. Das 10 horas às 11h50 - Mesa com representantes do Fórum Nacional de Ecosol (FBES): Sr. Carlos Salles e Secretário Nacional de Economia Solidária, Dr Paul Israel Singer.
5. Almoço
6. Das 13h30hs às 15 horas - Mesa com representantes do Fórum Estadual de Ecosol (FPES) – A confirmar.
Fórum Regional de Ecosol (FRES): Sr. Valdecir Aparecido Viana;
Rede de Gestores: Sra. Marta Medeiros, Gestora da Cidade de Mauá
7. Das 15 horas às 16h20 - Apresentação dos municípios.
8. Das 16h20 às 16h50– Agrupamento e discussão entre os participantes
9. Das 16h50às 17 horas – Encerramento

Fonte: Redação Canal Rio Claro em 12/06/2013

Cooperativismo

Cooperativa faz campanha para aumentar reciclagem
 
 
Cooperativa faz campanha para aumentar reciclagemA Cooper Região - Cooperativa de Catadores de Material Reciclável lançou uma campanha para tentar aumentar a coleta seletiva.

A medida foi adotada para tentar recuperar a queda de 30% na coleta com a falta de sacos verdes para a separação do lixo reciclável.

Integrantes da cooperativa vestidos com a camiseta da campanha "reciclagem é nota 10" vão visitar as casas para pedir que a separação seja feita mesmo sem os sacos verdes.
Fonte: Portal Bonde NEws em 14/06/2013

Economia Solidária

Pará terá curso de economia solidária
 
Pará terá curso de economia solidáriaPotencializar as práticas de economia solidária já implantadas no Estado.. Esse é o objetivo do curso de formação que está sendo desenvolvido pelo Centro de Formação de Economia Solidária da Amazônia II no Pará. A perspectiva é de que o curso seja ofertado no segundo semestre deste ano.


De acordo com o diretor de pós-graduação da Universidade Federal do Tocantis (UFT) e coordenador do centro, Alex Pizzio, que esteve em Belém para discutir as ações iniciais e buscar parcerias para implantação do curso, a ideia é capacitar as pessoas que já atuam neste segmento. “Estamos em um momento de formação do projeto, efetivação e organização. O conselho gestor discute as ações em cada Estado porque cada um tem suas especificidades”. Segundo o coordenador, foi identificado que o Estado tem um grande potencial para o setor. “O Pará tem um potencial enorme. Aqui tem muitos sujeitos praticando a economia solidária sem saber identificá-la como tal. Tem muitas experiências de trabalho associado no campo da produção agrícola, artesã, de confecção. Queremos que isso tenha uma repercussão de maneira que, cada vez mais o poder público apoie essas práticas”.


O curso terá quatro eixos de formação com seminários presenciais e ferramentas de educação à distância. Ainda está sendo avaliada a forma de ingresso. A formação é direcionada a pessoas que atuam na área.

Fonte: Diário do Pará em 14/06/2013

Cooperativismo

Proposta elimina vínculo empregatício de profissional cooperado
                     
Bernardo Vasconcellos: cooperado é associado, não empregado. Tramita na Câmara o Projeto de Lei 318/11, do deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG), que regulamenta o exercício da atividade das cooperativas de profissionais da saúde. Conforme a proposta, não há vínculo empregatício entre o profissional de saúde cooperado e o estabelecimento contratante (hospitais, clínicas médicas, odontológicas, de fisioterapia, psicologia, radiologia, laboratórios de análises clínicas, etc.).

Com isso, a proposta elimina a contribuição previdenciária paga por empresas da área de saúde que contratam profissionais associados a cooperativas de trabalho.

A proposta altera a Lei 8.212/91 , que institui o Plano de Custeio da Seguridade Social. A lei fixa a contribuição previdenciária (paga pela empresa) em 15% sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços a cargo de cooperados contratados por intermédio de cooperativas de trabalho.

Para Vasconcellos, não há justificativa para a aplicação de direitos trabalhistas a cooperados, porque cada profissional é um associado, não um empregado. "O próprio associado é um dos beneficiários centrais dos serviços prestados, na medida em que também recebe bens ou serviços da sociedade", sustenta.

O projeto deixa claro ainda que a aplicação de penalidades aos estabelecimentos de saúde decorrentes do reconhecimento de emprego só poderá ocorrer após decisão definitiva da Justiça do Trabalho.

A proposta é semelhante ao PL 3711/08 , que foi arquivado no fim da legislatura passada pelo fato de sua tramitação não ter sido concluída.
Tramitação

O projeto terá análise conclusiva das comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência Câmara em 28/06/2011

Notícias

CAR promove intercâmbio de Agroecologia para lideranças quilombolas

No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado nesta quarta-feira (05), lideranças quilombolas de nove territórios de identidade da Bahia se reuniram com integrantes do assentamento Terra Vista, no município de Arataca, Litoral Sul da Bahia, com o objetivo de conhecer o modelo de agroecologia utilizado no local, que é referência sobre o assunto.

Estiveram presentes representantes dos Territórios Recôncavo, Extremo Sul, Vitória da Conquista, Sertão Produtivo, Chapada Diamantina, Velho Chico, Irecê, Baixo Sul, Piemonte Norte do Itapicuru e Agreste de Alagoinhas. A ação foi realizada pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa da Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir), através do projeto Quilombolas.

Segundo o coordenador da Cooperativa de Produção Agropecuária do Terra Vista, Joelson Ferreira, o terreno onde está localizado o assentamento era improdutivo e degradado. “Foi a partir da junção de esforços que permitiu que criássemos toda essa área de produção e reflorestamento. Há 12 anos trabalhamos a questão da agroecologia aliada a educação, pois não basta apenas plantar um pé de árvore, tem que entender o sistema. Este é o modo de vida que escolhemos”, disse.

As lideranças quilombolas ouviram a história e conheceram as ações desenvolvidas no assentamento, como as áreas de produção de cacau de alta qualidade e de sistema agroflorestal e também o viveiro, e ficaram encantados.

Marilucia Souza Silva, liderança do Território Velho Chico, afirmou que sua vontade é que todos de sua comunidade pudessem conhecer o local. “É importante que todos pudessem ter uma visão mais ampla. Um lugar sem matanças e sem queimadas é uma riqueza”.

Joelson ressaltou que a principal arma é o conhecimento. “Para dar certo tem que unir o saber de quem lida com a terra com a educação técnica. Temos que formar os cidadãos para que eles entendam o porque de preservar”.

De acordo com o coordenador do Conselho do Território do Extremo Sul, Benedito dos Santos Quintiliano, o intercâmbio foi muito importante, pois além da troca de experiências entre as comunidades, eles puderam conhecer como vive e como se organiza outro movimento. “Até certo tempo, nós quilombolas, buscávamos resolver nossas questões com a própria comunidade, mas a partir de interações como essa percebemos que temos interesses muito semelhantes a outros grupos e que, dessa forma, temos uma só luta”.
Ainda segundo Benedito, o resultado do encontro foi muito positivo. “A vontade é sair daqui e replicar o que vimos e ouvimos na nossa comunidade. Um lugar que serve como exemplo, em que as pessoas buscam a agricultura familiar ecologicamente sustentável como forma de qualidade de vida”.

O coordenador do projeto Quilombolas Antônio Fernando, que também esteve presente no evento, disse que é importante que povos e comunidades tradicionais construam junto a movimentos autônomos de trabalhadores rurais, construindo alternativas de articulações que muitas vezes não ocorrem ao nível institucional. “Esse deve romper no âmbito da agroecologia com a visão meramente produtivista”. 

Terra Vista

As práticas de manejo fazem do assentamento Terra Vista uma referência em agroecologia, onde desde o ano de 2000 já foram plantadas mais de 100 mil mudas produzidas no local, fazendo com que cerca de 90% da mata ciliar dos rios Aliança e Lontra que passam pelo local já foram recuperadas.

Cinquenta e cinco famílias moram no assentamento e é da terra que tiram seu sustento cultivando produtos sem o uso de agrotóxicos. Do trabalho com a terra veio a experiência, mas com o conhecimento é que fez com que adquirissem o modo de lidar com o meio ambiente.

Dois centros educacionais funcionam no assentamento, oferecendo cursos do ensino fundamental, profissionalizantes e de nível superior com enfoque na agroecologia. As atividades educacionais no Terra Vista são em parceria com o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária e com o Governo do Estado.

O Terra Vista conquistou, em 2012, a certificação orgânica do Instituto Biodinâmico  (IBD) para a produção cacaueira. Além disso, os viveiros também são certificados e constam no cadastro do Mapa.

Notícias

ICEB retoma trajetória de crescimento no mês de abril.
 
A produção industrial baiana cresceu 2,5% em abril de 2013, na comparação com março, mês imediatamente anterior. A taxa foi a segunda melhor entre os 14 locais pesquisados no País. Os avanços mais acentuados foram registrados por Minas Gerais (2,8%), Bahia (2,5%) e Pernambuco (2,3%). Região Nordeste (1,2%), São Paulo (1,0%), Espírito Santo (0,7%), Santa Catarina (0,2%), Rio Grande do Sul (0,2%) e Paraná (0,1%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas, mas que foram menos intensas do que a média nacional (1,8%). Ceará (0,0%) ficou estável, enquanto os resultados negativos foram observados no Pará (-1,4%), Goiás (-1,2%), Rio de Janeiro (-0,4%) e Amazonas (-0,4%).

De acordo com o secretário do Planejamento do Estado, José Sergio Gabrielli, três elementos são importantes nesse resultado: “O primeiro refere-se a um crescimento generalizado do setor industrial, pois oito dos nove segmentos tiveram resultado positivo. Em segundo lugar, a intensidade do crescimento é a maior do Brasil e por fim, os setores que mais cresceram são os tradicionais (refino, celulose e petroquímica), o que significa que haverá rebatimento em outros aspectos da economia, como a aceleração das exportações e intensificação do comércio inter-regional e da relação entre indústria e comércio”, afirma Gabrielli.

O secretário explica ainda que isto é mais um sinal da continuidade do crescimento, que aliado a manutenção do nível de renda e a expansão do comércio, serviços e construção civil, criará o ambiente adequado para a economia baiana.

Na comparação com igual mês do ano anterior (abril2013/abril2012), a Bahia apresentou crescimento de 13,5%, melhor resultado entre os 14 locais pesquisados. As taxas positivas mais intensas foram observadas na Bahia (13,5%), Rio Grande do Sul (11,2%) e São Paulo (10,7%). No caso da Bahia, o resultado deveu-se, principalmente, pelo comportamento positivo dos setores de refino de petróleo e produção de álcool (óleo diesel e gasolina automotiva), produtos químicos (resinas termoplásticas) e celulose, papel e produtos de papel (celulose). Amazonas (9,6%), Paraná (8,7%), região Nordeste (8,5%), Ceará (8,2%), Goiás (8,2%), Rio de Janeiro (7,4%), Santa Catarina (7,1%), Pernambuco (4,9%) e Minas Gerais (1,8%) completaram o conjunto de locais que assinalaram taxas positivas nesse mês. Pará (-16,2%) e Espírito Santo (-8,0%) assinalaram os resultados negativos no índice mensal de abril. Desta forma, a indústria nacional avançou 8,4%, nessa base de comparação, uma vez que 12 dos 14 locais pesquisados apresentaram resultado positivo.

No acumulado do ano, a indústria baiana registrou expansão de 4,9%, e, no acumulado dos últimos 12 meses, houve acréscimo de 4,1%.


ANÁLISE DOS SETORES DE ATIVIDADES


Contribuíram para o resultado de abril (13,5%), comparado com o mesmo mês do ano anterior, os segmentos da indústria de transformação, com destaque para Refino de petróleo e produção de álcool (20,3%), em razão do aumento na produção de óleo diesel, óleos combustíveis e gasolina automotiva e de Produtos químicos (14,1%), influenciado pelo aumento em policloreto de vinila (PVC) e hidróxido de sódio (soda cáustica). Outras contribuições positivas foram registradas por Celulose e papel (21,1%), Metalurgia básica (14,7%), Veículos (41,9%) e Borracha e plástico (10,6%). A única contribuição negativa foi observada no setor de Minerais não metálicos (-0,7%).  Segundo o Coordenador da SEI, Luiz Mário Ribeiro Vieira, “esse resultado é expressivo porque o grau de difusão do crescimento é elevado, atingindo oito dos nove segmentos da indústria geral”.

Influenciaram positivamente para o resultado do primeiro quadrimestre do ano (4,9%), comparado com o mesmo período do ano anterior, cinco dos oito segmentos da Indústria de Transformação, com destaque para Refino de petróleo e produção de álcool (20,3%), Metalurgia (12,0%), Celulose e papel (6,0%), Veículos automotores (29,7%) e Borracha e plástico (14,6%). Negativamente, destacaram-se Alimentos e bebidas (-8,6%), Produtos químicos (-1,5%) e Minerais não metálicos (-3,2%).
Já para o resultado do acumulado dos últimos doze meses (4,1%), comparado com o mesmo período do ano anterior, dos oito segmentos da indústria de transformação seis contribuíram positivamente, com destaque para Refino de petróleo e produção de álcool (14,5%), Celulose e papel (6,6%), Borracha e plástico (13,4%), Produtos químicos (1,1%) e Veículos (16,2%). Por outro lado, as influências negativas vieram de Alimentos e bebidas (-3,5%) e Metalurgia básica (-5,3%).

Notícias

Produção industrial baiana cresceu 2,5% em abril de 2013
 
A produção industrial baiana cresceu 2,5% em abril de 2013, na comparação com março, mês imediatamente anterior. A taxa foi a segunda melhor entre os 14 locais pesquisados no País. Os avanços mais acentuados foram registrados por Minas Gerais (2,8%), Bahia (2,5%) e Pernambuco (2,3%). Região Nordeste (1,2%), São Paulo (1,0%), Espírito Santo (0,7%), Santa Catarina (0,2%), Rio Grande do Sul (0,2%) e Paraná (0,1%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas, mas que foram menos intensas do que a média nacional (1,8%). Ceará (0,0%) ficou estável, enquanto os resultados negativos foram observados no Pará (-1,4%), Goiás (-1,2%), Rio de Janeiro (-0,4%) e Amazonas (-0,4%).

De acordo com o secretário do Planejamento do Estado, José Sergio Gabrielli, três elementos são importantes nesse resultado: “O primeiro refere-se a um crescimento generalizado do setor industrial, pois oito dos nove segmentos tiveram resultado positivo. Em segundo lugar, a intensidade do crescimento é a maior do Brasil e por fim, os setores que mais cresceram são os tradicionais (refino, celulose e petroquímica), o que significa que haverá rebatimento em outros aspectos da economia, como a aceleração das exportações e intensificação do comércio inter-regional e da relação entre indústria e comércio”, afirma Gabrielli.

O secretário explica ainda que isto é mais um sinal da continuidade do crescimento, que aliado a manutenção do nível de renda e a expansão do comércio, serviços e construção civil, criará o ambiente adequado para a economia baiana.

Na comparação com igual mês do ano anterior (abril2013/abril2012), a Bahia apresentou crescimento de 13,5%, melhor resultado entre os 14 locais pesquisados. As taxas positivas mais intensas foram observadas na Bahia (13,5%), Rio Grande do Sul (11,2%) e São Paulo (10,7%). No caso da Bahia, o resultado deveu-se, principalmente, pelo comportamento positivo dos setores de refino de petróleo e produção de álcool (óleo diesel e gasolina automotiva), produtos químicos (resinas termoplásticas) e celulose, papel e produtos de papel (celulose). Amazonas (9,6%), Paraná (8,7%), região Nordeste (8,5%), Ceará (8,2%), Goiás (8,2%), Rio de Janeiro (7,4%), Santa Catarina (7,1%), Pernambuco (4,9%) e Minas Gerais (1,8%) completaram o conjunto de locais que assinalaram taxas positivas nesse mês. Pará (-16,2%) e Espírito Santo (-8,0%) assinalaram os resultados negativos no índice mensal de abril. Desta forma, a indústria nacional avançou 8,4%, nessa base de comparação, uma vez que 12 dos 14 locais pesquisados apresentaram resultado positivo.

No acumulado do ano, a indústria baiana registrou expansão de 4,9%, e, no acumulado dos últimos 12 meses, houve acréscimo de 4,1%.


ANÁLISE DOS SETORES DE ATIVIDADES


Contribuíram para o resultado de abril (13,5%), comparado com o mesmo mês do ano anterior, os segmentos da indústria de transformação, com destaque para Refino de petróleo e produção de álcool (20,3%), em razão do aumento na produção de óleo diesel, óleos combustíveis e gasolina automotiva e de Produtos químicos (14,1%), influenciado pelo aumento em policloreto de vinila (PVC) e hidróxido de sódio (soda cáustica). Outras contribuições positivas foram registradas por Celulose e papel (21,1%), Metalurgia básica (14,7%), Veículos (41,9%) e Borracha e plástico (10,6%). A única contribuição negativa foi observada no setor de Minerais não metálicos (-0,7%).  Segundo o Coordenador da SEI, Luiz Mário Ribeiro Vieira, “esse resultado é expressivo porque o grau de difusão do crescimento é elevado, atingindo oito dos nove segmentos da indústria geral”.

Influenciaram positivamente para o resultado do primeiro quadrimestre do ano (4,9%), comparado com o mesmo período do ano anterior, cinco dos oito segmentos da Indústria de Transformação, com destaque para Refino de petróleo e produção de álcool (20,3%), Metalurgia (12,0%), Celulose e papel (6,0%), Veículos automotores (29,7%) e Borracha e plástico (14,6%). Negativamente, destacaram-se Alimentos e bebidas (-8,6%), Produtos químicos (-1,5%) e Minerais não metálicos (-3,2%).
Já para o resultado do acumulado dos últimos doze meses (4,1%), comparado com o mesmo período do ano anterior, dos oito segmentos da indústria de transformação seis contribuíram positivamente, com destaque para Refino de petróleo e produção de álcool (14,5%), Celulose e papel (6,6%), Borracha e plástico (13,4%), Produtos químicos (1,1%) e Veículos (16,2%). Por outro lado, as influências negativas vieram de Alimentos e bebidas (-3,5%) e Metalurgia básica (-5,3%).