quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Cooperativismo

Parintins sediará seminário sobre cooperativismo

Com objetivo de discutir e incentivar o empreendedorismo e o cooperativismo como alternativa ao setor primário no Baixo-Amazonas, representantes da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), do Conselho Federal de Administração (CFA) e da Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB-AM) discutiram ontem, na sede da OCB, a realização de seminário sobre o tema no município de Parintins.

A profissionalização da gestão de cooperativas e a criação de mercado de trabalho e renda também foram apontados como objetivos do seminário, que deverá ser realizado no campus da Ufam de Parintins, nos dias 19 e 20 de abril. Cooperativas e setor empresarial de Parintins e municípios da região, assim como estudantes do curso de administração deverão participar do evento.

O presidente da Organização das Cooperativas do Amazonas (OCB-AM), Petrucio Magalhães Jr., destacou que o evento faz parte da agenda cooperativista para o Ano Internacional das Cooperativas, instituído pela Assembleia Geral da ONU para o ano de 2012. “O papel do cooperativismo é fundamental para o desenvolvimento social e econômico do interior do estado, que tem base no setor primário”, lembra Petrucio.

O professor do curso de Administração da UFAM de Partintins, Sérgio Vieira do Nascimento, lembrou que a cidade é muito conhecida por seu festival folclórico, mas tem poucas alternativas econômicas além do turismo. “Parintins tem enorme potencial no setor primário”, declarou ele, que propôs a realização de uma oficina sobre elaboração de projetos para captação de recursos para o setor.

O membro do Conselho Federal de Administração e Conselheiro Fiscal do Sescoop-AM (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Nelson Aniceto Rodrigues, lembrou a importância do desenvolvivemnto do setor primário no Amazonas.“No Amazonas existem 267 mil propriedades rurais com potencial econômicos (a maior parte pequenos produtores), o que significa mais emprego do que o distrito industrial”, lembrou.

A cidade de Parintins está a 312 km em linha reta de Manaus é o segundo município mais populoso do Estado do Amazonas, com 102.066 habitantes.

Fonte: Felipe de Paula - Assessoria de Comunicação OCB-AM em 28/02/2012
 

Cooperativismo

Inscrições abertas para o II Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo
 
Inscrições abertas para o II Encontro Brasileiro de Pesquisadores do CooperativismoA segunda edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo (EBCP) traz como tema o "Ano Internacional das Cooperativas: cooperativas constroem um mundo melhor". O evento será promovido em Brasília (DF), nos dias 2 e 3 de julho, pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em parceria com o Observatório do Cooperativismo.

Fomentar o intercâmbio de pesquisadores e a produção técnica e científica sobre o setor é o principal objetivo do encontro. Os interessados podem enviar seus trabalhos para o email do Observatório do Cooperativismo (FEA-RP/USP), iiebpc@gmail.com, até o dia 10 de abril. A iniciativa está aberta a grupos e programas de pesquisa, bem como pesquisadores individuais.

O comitê científico do evento que avaliará os trabalhos contará com a participação do professor Sigismundo Bialoskorski Neto, titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FEA-RP/USP), entre outros pesquisadores de renome. Os interessados podem escolher entre oito temáticas para participar e os artigos devem ter no máximo 20 páginas. O resultado será divulgado no dia 4 de maio.

De acordo com a coordenadora pelo Sescoop, Andréa Sayar, a novidade de realizar o encontro em dois dias tem por objetivo promover, além das apresentações dos trabalhos, palestras que provoquem debates à luz do ano comemorativo. "Estamos buscando pessoas que possam trazer reflexões sobre o papel das cooperativas no processo de desenvolvimento socioeconômico, que é a grande temática do ano internacional", disse.

Espera-se, para a segunda edição do evento, que os bons resultados alcançados no primeiro EBPC, realizado em 2010, sejam superados. Segundo Andréa, o número de participantes no primeiro encontro foi maior que as expectativas e, para este ano, a perspectiva é que haja mais inscritos. "O primeiro EBPC foi uma surpresa muito feliz. Este ano, esperamos superar este número, tanto em termos de público ouvinte quanto de trabalhos apresentados, e também aprimorar o nível das discussões na rede brasileira de pesquisadores do cooperativismo (RBPC)".

Fonte: Ocemg em 28/02/2012

Cooperativismo

Sistema Ocemg defende participação de cooperativas em licitações
 
 
Sistema Ocemg defende participação de cooperativas em licitaçõesEm audiência realizada no último 14 de fevereiro, no Tribunal de Contas da União, em Belo Horizonte, o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, acompanhado do deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop-MG), Antônio Carlos Arantes, e do superintendente de cooperativismo pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, João Neiva, defendeu a participação incontestável das cooperativas em processos licitatórios no Estado. A audiência teve por objetivo discutir a revisão de uma decisão do TCU, já ultrapassada, de 1999, que gerava interpretação indevida em relação aos processos licitatórios para cooperativas.

Durante a primeira reunião do ano do Conselho Estadual de Cooperativismo (Cecoop-MG), em janeiro, foi apresentada a dificuldade da Cooperativa Novalimense de Transporte de Carga e Pessoas (Coopernova) em entrar nos certames licitatórios mineiros. Na ocasião, o superintendente, João Neiva, apresentou as ações propostas para resolver o problema e uma das propostas era discutir a demanda com o TCU.

De acordo com a gerência jurídica do Sistema, a participação de uma sociedade cooperativa em um procedimento licitatório é possível, moral, legal, impessoal e público. "Se um dos princípios básicos de uma licitação é o da competitividade (art. 3°, §1°, I) ao não se permitir a participação de uma sociedade cooperativa em um processo licitatório, sem a devida justificativa legal, os princípios constitucionais da legalidade e da impessoalidade serão feridos", explica o gerente Luiz Gustavo Saraiva.

O art. 14 da Lei Estadual 15.075/04 determina que as cooperativas podem participar dos procedimentos licitatórios, habilitando-se em igualdade de condições com todas as pessoas físicas ou jurídicas capazes de firmar contrato com o Estado, desde que apresentem certificado de registro na Ocemg ou em outra organização estadual de cooperativas, conforme previsto na legislação em vigor.

Em dezembro de 2010, foi sancionada a lei 12.349, que trouxe importantes alterações à Lei Federal 8.666/93, que institui normas para licitações e contratos da administração pública, dentre elas a vedação aos agentes públicos de restringir a participação das sociedades cooperativas nos processos licitatórios.

Como resultado da audiência, o TCU se comprometeu a reavaliar o assunto e apresentar um posicionamento definitivo sobre a correta interpretação no que se refere à participação das cooperativas em licitações. Com a iniciativa, o segmento espera evitar desgastes desnecessários e ainda o cumprimento da legislação vigente.

Fonte: Ocemg em 28/02/2012
 

Notícias

Rio de Janeiro: Workshop com foco em seminário propõe grupo permanente de estudos
 
 
Rio de Janeiro: Workshop com foco em seminário propõe grupo permanente de estudosO seminário "A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) à luz do cooperativismo" será um momento transformador para a cidade do Rio de Janeiro, para o cooperativismo e para a sociedade em geral. Prova disso, foi o workshop realizado na Fazendinha, da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), que é o campo para operacionalizar as ações do Sescoop/RJ, onde foram definidos alguns dos tópicos a serem debatidos no evento. Uma comissão de estudos foi organizada para encaminhamento dos assuntos e uma nova reunião será realizada antes do seminário.

Participaram do workshop no dia 30 de janeiro, o presidente do Sistema OCB/Sescoop-RJ Marcos Diaz, o superintendente técnico do Sescoop/RJ Jorge Barros, o coordenador do setor socioambiental Antônio Bispo, o assessor jurídico Ronaldo Gaudio além de demais coordenadores e funcionários da instituição. O poder público também esteve presente com diversas autarquias e secretarias do Meio Ambiente, além de pesquisadores e da sociedade civil organizada.

Os cerca de 50 participantes foram separados em três grupos que debateram as seguintes temáticas: direito social (proteção básica, educação, saúde, habitação, aposentadoria); PNRS (logística reversa, compostagem, tecnologia, acordos setoriais); cooperativismo (tributação, egressos, organização de cooperativas, marco legal, projetos); gestão municipal (consórcio, coleta seletiva, prestação de serviços ambientais, marco legal); mercados (novos negócios, APL, cadeia da reciclagem). Os técnicos do Sescoop/RJ Luiz Cláudio e Ghislaine Dalcin e o superintendente de resíduos sólidos da Secretaria de Estado de Ambiente (Sea), Jorge Pinheiro, foram os relatores.

O presidente Marcos Diaz resumiu o encontro dizendo que o seminário será o coroamento de um trabalho que está sendo desenvolvido ao longo destas reuniões. "Ao mesmo tempo em que existem políticas estaduais de coleta seletiva, há um enorme interesse pelos resíduos. Vamos pensar na inclusão sócio-produtiva dos catadores no contexto amplo de cidadania. Além disso, as cooperativas de reciclagem precisam de uma atenção especial nas áreas tributária, jurídica e social."

Na abertura, Jorge Barros fez uma retrospectiva das ações do Sescoop/RJ e apresentou os coordenadores da instituição. "Os temas abordados nas oficinas constituirão o seminário, mostrando que a demanda está sendo atendida diretamente da base. O conteúdo, portanto, será o produto desta reflexão e do entendimento do Estado com a sociedade civil organizada", disse.

A secretária de Meio Ambiente de Mesquita e presidente da Anama-RJ, Kátia Perobelli, lembrou que experiência é fundamental e que ninguém assume nada sem uma base sólida. "Essa experiência o Sescoop/RJ possui amplamente." Segundo Kátia, fazer coleta seletiva até que é fácil, mas organizar os catadores em cooperativas é o grande desafio. "Espero que, com esta parceria com o Sistema OCB/Sescoop-RJ, consigamos os instrumentos necessários para capacitar tecnicamente os trabalhadores."

Gestão compartilhada

O superintendente da SEA Jorge Pinheiro, levou uma visão panorâmica do momento. "A PNRS é uma gestão compartilhada. Vejo com muita alegria o papel que o Sescoop/RJ está ocupando nesta lacuna. Estamos iniciando uma caminhada importante, pois elencaremos os desafios colocados para as cooperativas. Estamos construindo um espaço público de debates com objetivos de inclusão social." Segundo ele, o catador é um importante agente ambiental que tem vantagens, mas precisa consolidar estas prerrogativas. E a criação de uma instância pública com capacidade de sustentação é vital.

Representando o secretário de Meio Ambiente de Volta Redonda, Carlos Amaro, Ana Claudia Zamboti acredita no fortalecimento da cooperativa em formação existente no município e que sairá do evento com novas informações para os profissionais organizados em cooperativas.

O gerente de educação ambiental do Inea, Edinei Garcia, após apresentar o órgão, disse que formar profissionais para trabalharem em cooperativas traz uma eqüidade, dividindo as riquezas. "Há muitas dificuldades para se desenvolver as cooperativas. Isso porque os trabalhadores necessitam do básico, como aprender a ler e a escrever. Eles também precisam saber valorizar o bem material que produzem", descreveu.

O assessor jurídico do Sescoop/RJ revelou que não conhece nenhuma outra Unidade Estadual do Sistema que esteja tão bem definida quanto o Rio de Janeiro no que tange às ações que envolvem a PNRS e o cooperativismo. "A cooperação é a forma mais eficiente de gerar riquezas igualitárias. Existe uma convergência histórica e profunda do direito ambiental no cooperativismo, além da geográfica, do Rio de Janeiro como uma janela para o mundo", disse Ronaldo Gaudio, que faz parte da comissão especial de direito cooperativo da OAB.

Também esteve presente no workshop representando a superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado, Maria de Lourdes, que colocou o órgão à disposição. "O papel do Estado é de ente regulador. É preciso, portanto, regras para manter o sistema estruturado e funcionando. Este seminário, por conseguinte, vai unir diversas instâncias governamentais para pensar, propor mudanças e desenvolver ferramentas para os catadores de materiais recicláveis do Estado do Rio de Janeiro como exemplo para todo o país", cocluiu Maria de Lourdes.

Fonte: Leo Poyart - Montenegro Comunicação / Revisão: José Aranha - Assessoria de Comunicação Sistema OCB/Sescoop-RJ' em 28/02/2012

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Cooperativismo

Sicoob ES apresenta resultados e pretende continuar crescendo em número de sócios, quantidade de produtos e qualidade dos serviços e atendimento!

Dia 15/02, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) divulgou os resultados do ano de 2011 no Espírito Santo. Ao todo estão sendo distribuídos R$ 53,7 milhões entre os seus associados, sendo que desse total, R$ 24,36 milhões foram destinados à remuneração do capital dos sócios, em 31 de dezembro de 2011, e equivalem a juros de 11,62% ao ano, percentual acumulado da Selic (taxa básica de juros da economia).
Outros R$ 29,3 milhões serão colocados à disposição dos associados nas assembleias de prestação de contas, que começam no dia 15 de março. Esse valor representa um crescimento de 46% com relação ao resultado do exercício de 2010.
Os resultados de 2011 foram divulgados pelo diretor-executivo do Sicoob ES, Francisco Reposse Junior, durante coletiva de imprensa, na qual a equipe da Gerência de Comunicação do Sistema OCB-SESCOOP/ES estava presente.
Na ocasião, o diretor destacou uma das grandes apostas do Sicoob para 2012: o lançamento de uma linha de crédito habitacional, que será oferecida a partir do segundo semestre. Junior afirmou que de 2008 para 2011, a carteira de crédito imobiliário passou de 5% de participação para 11%. O Sicoob quer entrar nesse mercado, mas ainda está estruturando o produto, com o objetivo de oferecer um serviço com menos burocracia e mais agilidade.
Atrativos
Segundo o presidente do Sicoob ES, Bento Venturim, os resultados são distribuídos entre os sócios de acordo com a movimentação que cada um realiza com a cooperativa. A composição do valor leva em consideração o saldo médio em conta corrente, as aplicações financeiras e os empréstimos.
“A divisão das sobras é um dos principais atrativos do Sicoob em relação ao mercado financeiro tradicional. No sistema cooperativista, todos os associados são proprietários da instituição, enquanto nos outros bancos só os acionistas participam da distribuição de resultados”, afirmou Venturim.
Custos mais baixos
Francisco Reposse Junior ressaltou que o Sicoob trabalha com os mesmos produtos e serviços que os bancos oferecem, porém com custos mais baixos. “A taxa média mensal de juros praticada no ano foi de 1,81%, enquanto a do mercado se situou em 2,66%”, informou.
A taxa anual do Sicoob ficou em 24,2%, bem abaixo da cobrada pelos bancos: 37,1%.
Os números do Sicoob
Crédito
O resultado expressivo alcançado em 2011 também se deve ao montante de R$ 1,9 bilhão que o Sicoob emprestou aos seus associados ao longo do ano passado – um acréscimo de R$ 334,4 milhões em relação a 2010, o que representa alta de 27%. A taxa média mensal praticada pelo Sistema ficou em torno de 1,81%.
“Clientes que pagaram juros sobre empréstimos vão receber de volta R$ 5,8 milhões. Por isso, na prática, a taxa real acabou sendo de 1,73%”, disse Francisco Reposse Junior.
Ele acrescentou que, devido à previsão de dificuldades para o cenário econômico global em 2012, o Sicoob adotou uma postura bastante conservadora e fez uma provisão adicional no valor de R$ 10,4 milhões para a instituição se prevenir com relação a perdas sobre a carteira de crédito.
Para este ano, a meta do Sicoob é emprestar R$ 2,4 bilhões aos associados.
Expansão
Em 2011, o Sicoob abriu cinco novas agências, quatro delas na Grande Vitória, consolidando o seu crescimento na Região Metropolitana. Os novos pontos de atendimento estão localizados nos seguintes municípios: Vitória (Reta da Penha), Vila Velha (Glória e Santa Mônica), Serra (Laranjeiras) e Mimoso do Sul.
Consórcio
A cooperativa inseriu um novo produto na sua carteira de negócios no ano passado. Trata-se do Consórcio Sicoob, em que o cliente tem a possibilidade de parcelar em até 75 meses a compra do veículo e até 180 meses a aquisição do imóvel, sem a cobrança de juros. As taxas de administração variam de 13,50% a 18%.
Lucro
O lucro do Sistema somou R$ 78,7 milhões em 2011, o que corresponde a um incremento de 41,3% em relação ao ano anterior.
O diretor-executivo explica que um dos fatores que contribuiu para esse crescimento foi a renda proveniente da prestação de serviços, que registrou alta de 19%, alavancada principalmente pelas operações de seguros e previdência, com crescimento de 50%, se comparado a 2010.
Baixa inadimplência
O índice de inadimplência no crédito verificado entre os clientes do Sicoob em 2011 foi três vezes menor do que o registrado pelos bancos convencionais, segundo dados do Banco Central. O percentual do Sicoob se situou em 1,83% e o do mercado em geral, em 5,5%. O índice considerado pelo Banco Central é o Inad 90, que classifica empréstimos em atraso há mais de 90 dias.
Sócios
Em 2011, o Sicoob conquistou uma média de 1.500 novos sócios por mês. Ao todo, foram 18.404 associados, entre pessoas físicas e jurídicas, um crescimento de 17% em relação ao ano anterior. A instituição encerrou o exercício com 124.198 clientes.
Depósitos
O volume de depósitos se revelou um dos destaques no desempenho em 2011, alcançando o total de R$ 884,2 milhões. O crescimento foi de R$ 258 milhões – 41,2% em termos percentuais.
“Esse incremento decorre da confiabilidade que o Sistema proporciona aos associados. Antes, algumas pessoas mantinham uma conta na cooperativa e outra em um banco. Mas, conforme foram conhecendo as vantagens que o sistema cooperativo de crédito oferece, acabaram trazendo todos os negócios para nossas unidades”, disse Bento Venturim.
Patrimônio líquido
Outro destaque de 2011 foi a rentabilidade de 21,9% sobre o patrimônio líquido da cooperativa. O índice é praticamente o dobro do percentual acumulado da Selic (taxa básica de juros da economia), que ficou em 11,62% no período. O patrimônio líquido fechou o ano em R$ 372,1 milhões.
Ativos
A instituição ultrapassou o montante de R$ 1,64 bilhão de ativos em 2011, uma alta de 27,4% em relação ao ano anterior.
“Desse total, R$ 1,1 bilhão são referentes a empréstimos e financiamentos, representando 70,63% do ativo. Isso significa que o Sicoob ajuda a economia a girar por meio de operações de crédito, em vez de especular no mercado financeiro”, ressaltou Francisco Reposse.
Poupança
A captação da poupança do Sicoob saltou de R$ 116,9 milhões para R$ 182,7 milhões – 56,3% de crescimento de 2010 para 2011.
“A poupança é um produto estratégico para o Sistema. A partir do momento em que aumentamos o volume captado de poupança, temos a possibilidade de oferecer mais crédito para os associados”, informou Bento Venturim.
Empregos
O Sicoob contratou 71 funcionários em 2011. Com os novos colaboradores, o número de empregos diretos gerados pela cooperativa passou de 743 pessoas para 814.
Mais sobre o Sicoob
Presente em 21 estados e no Distrito Federal, o Sicoob é a sexta maior rede bancária do Brasil e a terceira do Espírito Santo. A instituição financeira, que tem cerca de 124 mil associados no Estado e aproximadamente 2 milhões no País, é o sistema de cooperativismo de crédito mais abrangente do Brasil, com 1,9 mil pontos de atendimento.
Confira abaixo a fala do diretor-executivo do Sicoob ES após a coletiva de imprensa:
Francisco Reposse Junior, diretor-executivo do Sicoob ES - A gente se sente muito gratificado por ter de uma forma ou de outra contribuído para isso e participado dessa evolução, eu particularmente por estar no Sicoob desde o início aqui no Estado, e por ver cada conquista, cada pedacinho sendo feito, cada produto, cada agência que abre, cada ano fechado, todas as dificuldades ao longo do tempo, e ver agora o sócio satisfeito quando vejo nas pesquisas, isso é o que nos move! Não é uma conquista de uma agência nova somente, um produto novo, mas é saber que estamos fazendo algo com objetivo final que é atender melhor o sócio, porque ele vem procurando algo melhor, ele participa de uma cooperativa porque ele pensa que uma cooperativa tem que ser melhor, e a gente está conseguindo mostrar e ele fica satisfeito com isso. Não basta dirigente estar satisfeito, empregado estar satisfeito, seus donos têm que estar satisfeitos. Estamos no caminho, focados e essa é a nossa maior satisfação. Nós temos dois objetivos, conquistar mais sócios e atendê-los da melhor maneira possível, nossa busca é sempre aumentar o número de cooperados, aumentando ainda mais a qualidade dos serviços prestados. 2012 está sendo um ano fantástico, pois estamos tendo a oportunidade de o mundo inteiro falar sobre o cooperativismo, em todas as suas formas de atuação. Para nós, a ONU ter declarado 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas foi uma oportunidade extraordinária de mostrar para a população as vantagens que o cooperativismo traz, as doutrinas do cooperativismo, porque quem não está no meio, passa a entender mais e fica mais fácil sua adesão. E para aqueles que já são sócios, vão entender exatamente aquilo que eles já vivem. Então 2012 é um ano de comemoração,mas ao mesmo tempo de muita ação para poder mostrar para a população de um modo geral o que é e como funciona o cooperativismo.
Fonte: Vera Caser Comunicação

Economia Solidária

Produtores festejam primeira colheita de banana do Perímetro Salitre

Pequenos produtores de banana do Perímetro de Irrigação Salitre em Juazeiro (BA), implantado pela Codevasf através da 6ª Superintendência Regional, já estão realizando os trabalhos de corte da primeira colheita. Cerca de 26 toneladas da fruta já foram colhidas, dessas, 80% são consideradas de primeira qualidade, agradando assim, um mercado consumidor mais exigente como o de Salvador, para onde as frutas estão sendo vendidas. A expectativa é que até o final dos primeiros cortes sejam colhidas em torno de 80 toneladas de banana.

Com uma área plantada de 5,5 hectares, Noel Cavalcante da Gama, proprietário do Lote 82, é o primeiro produtor a vender grande quantidade de banana do tipo Prata para a capital baiana. “O mercado exige uma qualidade e temos que trabalhar para atender essa exigência. O pessoal que trabalha aqui está acostumado com manga, uva e goiaba, ainda estamos começando com a banana, mas hoje, o sentimento é de vitória, sei que temos muito o que conquistar e eu acredito no projeto”, afirma confiante o produtor.

No Salitre, de acordo com dados técnicos, são 27 produtores de banana distribuídos em uma área plantada de 77,5 hectares. Alguns atacadistas destacam a boa qualidade da fruta comprada e apontam a proximidade com o mercado comprador e o bom estado de conservação das estradas de acesso ao perímetro como fatores positivos para a comercialização. O próximo objetivo agora é melhorar ainda mais o cultivo e expandir o mercado para outras capitais do nordeste como Aracajú, Maceió, Recife e Fortaleza. As informações são da Codevasf.

http://www.gazzeta.com.br/produtores-comemoram-primeira-colheita-de-banana-do-perimetro-salitre/

Economia Solidária

Agricultura familiar é destaque no IV Festival do Umbu

Cerca de duas mil pessoas assistiram à abertura oficial da IV edição do Festival Regional do Umbu, que terminou neste domingo (26), na praça principal do município de Uauá (BA). O evento, organizado pela Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaça (Coopercuc), contou com participação do ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Afonso Florence, e do presidente da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), Elionaldo Teles.

O ministro Afonso Florence exaltou a importância das políticas públicas para o semiárido brasileiro e ratificou ser essa a melhor opção para o fortalecimento das sociedades civis, sejam elas urbanas ou rurais. “Esse festival é uma excelente forma de demonstração da força da agricultura familiar no semiárido. Nossa missão é intensificar cada vez mais o aumento do consumo dos produtos da agricultura familiar. Para tanto, já foi determinado que 30% dos alimentos comercializados pelas prefeituras devem ser adquiridos da agricultura familiar”, destacou.

A região de Uauá possui atualmente 200 famílias em 20 comunidades envolvidas na produção de doces, sucos, geléias, compotas e polpas de umbu, goiaba, manga e maracujá. O destaque são os doces de umbu, fruta suculenta típica do semiárido, rica em sais minerais e vitaminas.

http://www.gazzeta.com.br/agricultura-familiar-e-destaque-no-iv-festival-do-umbu/