terça-feira, 7 de agosto de 2012

Notícias

Unicafes PR realiza seminários regionais de cooperativismo
 
Unicafes PR realiza seminários regionais de cooperativismo Regional - Cerca de 400 associados de cooperativas da agricultura familiar e economia solidária deverão participar até o dia 10 de agosto, dos Seminários Regionais do Cooperativismo, realizados pela Unicafes PR em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA.

Os encontros visam debater formas de atuações e meios para a manutenção e criação de cooperativas, em especial o ramo da pesca e produção de peixes e ao fortalecimento de cooperativas que estão em processo inicial de constituição.

Os seminários nos municípios de Francisco Beltrão, Santa Helena e Paranavaí aconteceram nesta semana e em Curitiba e Pitanga, serão realizados dias 09 e 10 de agosto respectivamente, os quais deverão reunir representantes de 150 cooperativas filiadas a Unicafes PR.

O presidente da Unicafes PR, Luiz Ademir Possamai, destaca a importância dos seminários para o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento da economia local e regional. “Neste ano comemoramos o Ano Internacional das Cooperativas e diante do número de cooperativas e cooperados no Paraná e do potencial de criação de novos empreendimentos, é imprescindível o apoio ao cooperativismo e ao associativismo", disse Possamai.

Fonte: Aqui Sudoeste em 06/08/2012

Cooperativismo

BIOMASSA II: Combustíveis verdes nas cooperativas
 
BIOMASSA II: Combustíveis verdes nas cooperativasO setor cooperativista tem elevado seus investimentos na produção de energia proveniente da biomassa. Silvio Krinski, assessor de meio ambiente do setor técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná, (Ocepar), afirma que essas instituições têm buscado cada vez mais produzir sua própria energia. ''As cooperativas têm passivos que podem se transformar em ativos'', explica o especialista. Krinski completa que dentro do Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), criado pelo Ministério da Agricultura, o setor tem buscado respaldo financeiro para fomentar projetos que envolvam energias renováveis.

Aproveitamento - ''No Paraná temos várias cooperativas que aproveitam os rejeitos para produzir energia''. Krinski destaca que cada organização tem buscado utilizar a matéria-prima que possui em abundância na região instalada para baratear os custos de produção. O especialista da Ocepar dá como exemplo as cooperativas Agrária e Copacol que, em parceria com a Embrapa, vêm buscando novas variedades de madeira encontradas na região que possuem maior acúmulo de biomassa. ''Hoje a silvicultura tem garantido a sustentação energética de muitas cooperativas no Estado'', salienta.

Custos de produção - Krinski completa que o valor da energia no Brasil ainda é muito alto e as instituições cooperativistas estão buscando novos meios para baratear os custos de produção. O especialista destaca que outras organizações de produtores têm buscado fontes de energias oriundas de dejetos de animais. Krinski acrescenta que os dejetos de suínos e aves, que antes eram jogados no meio ambiente, hoje tornaram-se fontes de energia. Para acelerar o processo de adesão ao sistema, o técnico explica que empresas e entidades como a Itaipu Binacional, Fundação Getúlio Vargas e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), têm fomentado cursos destinados à produção de bioenergia.

Autossustentável - A cooperativa Cocamar de Maringá, há quase três anos criou uma usina de geração de energia para movimentar seu polo industrial. Com o uso de 70% de bagaço de cana e 30% de madeira de eucalipto utilizada como combustível, a usina produz em torno de três megawatts de energia por dia. ''Na queima do bagaço de cana produzimos vapor que movimenta os nossos geradores'', salienta Arquimedes Alexandrino, superintendente de operações da Cocamar. Ele completa que são necessárias 250 mil toneladas de bagaço e 35 mil toneladas de restos de madeira por ano para tocar a unidade industrial da cooperativa.

Segurança - Alexandrino explica que a produção própria de bioenergia garante segurança de fornecimento para a indústria. ''Quase todas as usinas de cana e indústrias já estão trabalhando com cogeração de energia'', afirma. Porém, o superintendente salienta que a busca por essa matriz energética tem elevado os preços da matéria-prima. Ele completa que para entrar no mercado de bioenergia é necessário planejamento. E reforça que a cooperativa ou a indústria devem utilizar as fontes de energia oferecidas por suas regiões.

Fonte: Sistema Ocepar em 06/08/2012

Cooperativismo

Sescoop prepara o II Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo
 
Sescoop prepara o II Encontro Brasileiro de Pesquisadores do CooperativismoFomentar o intercâmbio de pesquisadores e a produção técnica e científica sobre cooperativismo, em diversas áreas do conhecimento. Esse é o objetivo do Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo (EBPC), cuja segunda edição será realizada nos dias 30 e 31 de agosto deste ano. Promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), em conjunto com o Observatório do Cooperativismo, o II EBPC traz como tema o "Ano Internacional das Cooperativas: cooperativas constroem um mundo melhor".

De acordo com a gerente de Formação e Qualificação Profissional do Sescoop, Andréa Sayar, a novidade de realizar o encontro em dois dias tem por objetivo promover, além das apresentações dos trabalhos, palestras que provoquem debates à luz do ano comemorativo."Estamos buscando pessoas que possam trazer reflexões sobre a importância das pesquisas para a autonomia e independência das cooperativas e estratégias de inovação adotadas por essas organizações", disse.

A expectativa da coordenação do II EBPC é suplantar os bons resultados alcançados na primeira edição do evento, realizada em 2010. Segundo Andréa, o primeiro EBPC foi uma surpresa muito feliz no que diz respeito ao quórum e, para este ano, a previsão é de superação. "Esperamos aumentar este número, tanto em termos de público ouvinte quanto de trabalhos apresentados, e também aprimorar o nível das discussões na rede brasileira de pesquisadores do cooperativismo (RBPC)".

Diferentemente da primeira edição, realizada em Brasília (DF), o II EBPC terá como sede a capital gaúcha, Porto Alegre, onde se encontra a sede da primeira Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop), que inicia neste semestre sua primeira turma. Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a escolha do local levou em consideração a importância de dar visibilidade a uma iniciativa modelo para o país.

"Brasília, apesar de ser o centro nacional, é uma cidade eminentemente política e costuma estar um pouco distante das realidades locais. E como nós temos um exemplo fantástico a ser exibido, que é a Escoop - a primeira escola cooperativista nascida dentro do nosso sistema - achamos propício fazer o evento dentro das instalações da instituição". Freitas ressaltou que a faculdade, que está começando seus trabalhos oficialmente este ano, já é uma referência para o país inteiro, e é fundamental que os pesquisadores a conheçam e tenham a oportunidade de ver o trabalho desenvolvido lá.

Os trabalhos já foram selecionados. Os interessados em participar do II EBPC têm até o dia 24 de agosto para preencher e encaminhar a ficha de inscrição. Para mais informações clique aqui.

Fonte: Ascom OCB em 07/08/2012

Notícias

Sancionada lei que amplia recursos para financiar exportações
 
Sancionada lei que amplia recursos para financiar exportaçõesA Lei n° 12.699, que concede crédito suplementar para o Programa de Financiamento às Exportações (Proex) no valor de R$ 1,3 bilhão, foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

Do total, R$ 800 milhões foram destinados ao “Proex Financiamento” e R$ 555 milhões para o “Proex Equalização”. “A sanção pela presidenta Dilma da lei que amplia o crédito para o Proex reforça o conjunto de medidas que vem sendo adotadas pelo governo para estimular as exportações, e se associa ao ‘Reintegra’, que desonera as vendas de produtos brasileiros ao mercado externo”, considerou o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. “A ampliação desses recursos foi um compromisso assumido no Plano Brasil Maior e esse apoio é importante para incrementar a competitividade do setor exportador brasileiro neste momento de crise econômica internacional”, avaliou a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Tatiana Lacerda Prazeres.

O Proex Financiamento concede empréstimos diretos aos exportadores brasileiros que recebem o valor da operação comercial à vista e oferece ao importador prazo para o pagamento da transação. Esse mecanismo de financiamento atende, principalmente, às exportações de micro e pequenas empresas. O crédito do programa está disponível para empresas exportadoras de bens e serviços, com faturamento bruto anual de até R$ 600 milhões. Quando a operação de exportação brasileira é financiada por instituições financeiras estabelecidas no país ou no exterior, o “Proex Equalização” arca com parte dos encargos financeiros incidentes, de forma a tornar as taxas de juros equivalentes às praticadas internacionalmente.

Fonte: Assessoria de Imprensa do MDIC em 07/08/2012

Cooperativismo

OCB/CE: Ramo Trabalho Discute Nova Regulamentação
 
OCB/CE: Ramo Trabalho Discute Nova RegulamentaçãoEstiveram presentes na sede da OCB/CE, no dia 06/08, vários dirigentes, associados e colaboradores de Cooperativas de Trabalho, a fim de participar de reunião para discutir a Lei n. 12.690/12, que regulamenta o funcionamento destas sociedades.

A reunião foi conduzida pelo representante do Ramo Trabalho, Sr. Fontenele, que também é associado da COOPSEN, contando com a participação do Presidente da OCB/CE, Sr. Nicédio Alves Nogueira. Também participaram do encontro o Superintendente da OCB/CE, Sr. José Aparecido dos Santos e o Assessor Jurídico do SESCOOP/CE, Sr. André Fontenelle.

Na reunião foram discutidos diversos pontos da nova Lei, sendo levantados questionamentos e comentários que farão parte de um documento a ser encaminhado à Unidade Nacional da OCB. Referido documento será levado em mãos pelo Sr. Fontenele, no próximo dia 21/08, por ocasião de um encontro com os Representantes do Ramo Trabalho de todo o Brasil, bem como de técnicos da OCB, oportunidade em que serão definidas as bases para a elaboração de uma cartilha sobre a nova regulamentação. As Cooperativas de Trabalho que estiveram ausentes ainda poderão se manifestar, encaminhando suas considerações para a OCB/CE até o dia 16/08/12.

Fonte: OCB/CE em 07/08/2012

domingo, 5 de agosto de 2012

Notícias

PNA foi tema de reunião em São Paulo

Estabelecer diretrizes para uma melhor distribuição geográfica e ampliação do parque de armazenagem, ensejando o crescimento desse setor e atendendo efetivamente aos incrementos da produção agrícola do País. Esse é o objetivo do Plano Nacional de Armazenagem (PNA), proposto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e que foi tema de reunião realizada pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) no dia 18 de julho, em São Paulo.

Com a presença de representantes da OCB, Ocesp, Ocepar, Ocesc e cooperativas, além de apresentar as diretrizes que estão guiando a elaboração do PNA, a reunião objetivou discutir propostas e sugestões referentes às necessidades do sistema cooperativista, que responde por cerca de 20% da capacidade estática de armazenagem do País

Cooperativismo

Sescoop realiza 3º Encontro de Aprendizagem
 
 
Sescoop realiza 3º Encontro de AprendizagemO Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) recebeu no dia 31 de julho um grupo de coordenadores de Capacitação de 24 unidades estaduais para o 3º Encontro de Aprendizagem do Sescoop. O objetivo é apresentar a esses gestores um panorama da evolução do programa Aprendiz Cooperativo, desde seu lançamento – em novembro/2011. “Fizemos um balanço desses seis primeiros meses de execução do programa, mostrando resultados de trabalhos realizados em Pernambuco e no Pará, estados que já aplicam a metodologia desenvolvida pela unidade nacional”, explicou a gerente de Formação e Qualificação Profissional do Sescoop, Andréa Sayar.

Nos dias 1º, 2 e 3/8), o grupo acompanha a primeira Formação de Instrutores do programa. Na ocasião, 54 professores serão capacitados para ministrar as dez disciplinas que compõem o programa Aprendiz Cooperativo nas salas de aula. De acordo com o gerente Geral de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop, Maurício Alves, o engajamento das unidades estaduais nesse processo foi, e continua sendo, fundamental. Segundo o gestor, os coordenadores têm a importante responsabilidade de repassar o conhecimento em suas unidades. “Somos conhecedores da lei, da pedagogia, do processo como um todo, mas são os técnicos dos estados que têm o real conhecimento sobre a base. A participação dos estados na composição do Comitê de Aprendizagem, responsável pela estruturação do programa e produção de todo o material didático a ser utilizado, deu ao Aprendiz Cooperativo o caráter participativo inerente à atividade”, disse.

Alves ressaltou, ainda, que o trabalho desenvolvido pelo grupo é motivo de orgulho para o sistema cooperativista: “Estamos cumprindo uma meta extremamente importante no que diz respeito a atender uma exigência legal. Representa, também, maturidade do Sescoop como um todo. Essa produção nos traz bastante orgulho, é um passo importante que damos. Trata-se de uma solução caseira de bastante qualidade”. E acrescentou: “Nossa esperança é realizar essa formação todos os anos, atendendo a demanda de mais unidades e cooperativas, alcançando todos os jovens aprendizes”.

A assistente de capacitação, Cleonice Monteiro e a instrutora do Sescoop-AM, Giselle Haddad participam do encontro e falaram que estão buscando entender o programa e aprender através do material didático como as unidades vão funcionar e se adequar corretamente em cada estado sem perder a sua identidade. Segundo Cleonice o programa é novo e será implantado de acordo com as técnicas de ensino mostradas no encontro. “O objetivo do programa é fazer de cada um de nós agentes multiplicadores para formar instrutores nas localidades que atuamos”, finalizou.
Fonte: OCB/AM em 02/08/2012