quarta-feira, 9 de abril de 2014

Cooperativismo

Cooperativismo agropecuário alemão desperta interesse de brasileiros
Grupo de líderes cooperativistas visitou cooperativas e participou de palestras
Brasília (8/04) – A missão brasileira formada por 27 líderes cooperativistas visitou hoje a cooperativa de crédito Fidelidade, localizada na cidade de Hamm, na Alemanha. O grupo teve a oportunidade de conhecer mais a fundo a estrutura de uma das cooperativas de crédito alemão mais tradicionais. A visita ocorre como parte da programação da quinta turma do Programa de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas, desenvolvido pela Ocepar, em parceria com o Sebrae/PR e, com apoio do Sistema OCB, cuja gerente geral, Tânia Zanella, é integrante.

Ontem, o grupo participou de uma palestra sobre agronegócio e política europeia, focando cooperativas agropecuárias que trabalham com o processamento de carnes. A atividade ocorreu na cidade alemã de Hohenhein.

Amanhã a comitiva brasileira chegará a Muenster, cidade onde será realizada uma palestra sobre o cooperativismo da região. O encontro ocorre na Universidade de Muenster. Na parte da tarde está prevista uma visita à cooperativa de processamento de carnes, Westfleisch.

Cooperatives

Bahia promote its Third Meeting of Women tomorrow
Event is primarily engaged in actions aimed at consolidating the growth of women's participation in cooperative Bahia
Brasilia ( 9 / 04 ) - The labor force of women , as well as its technical importance to the administration of Bahian cooperatives , give the keynote of the Third State Meeting Women Cooperativists promoted by OCB System / BA . The event is scheduled for tomorrow and will take place in Salvador ( BA ) .

 
This meeting 's main objective is to consolidate in practice actions aimed effectively to the growing participation of women in Bahia cooperative .

 
SCHEDULE

 
8am - Breakfast Welcome and material delivery ( participants will use the shirt in turquoise color)8:40 a.m. - Opening : President of OCEB System
 
9am - musicada Lecture 1 : The Five Essential Questions - José Antonio SAJA with the participation of musicians : Marcio Guedes , Camilla Baker and Felipe Mota
 
10h - Lecture 2 : The Power of Liking - prof . Victoriano Garrido
 
11am - Lecture 3 : A Real Woman - Dr. Luislinda Valois ( 1st black judge from Brazil )
 
12pm - Lunch (offered by Sescoop / BA )
 
13h - Debate : Suggestions from participants for improving work in cooperatives and development of the cooperative system in Bahia - Taise Cunha
 
16h - Artistic Presentation : " Piaba : the Show" - Renato Piaba
 
17h - Closure with coffee break and delivery of certificates
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Cooperativismo

Bahia promoverá seu III Encontro de Mulheres amanhã
Evento tem por objetivo principal consolidar ações que visem ao crescimento da participação da mulher no cooperativismo baiano
Brasília (9/04) – A força de trabalho da mulher, bem como sua importância técnica para a administração das cooperativas baianas, dará a tônica do Terceiro Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas, promovido pelo Sistema OCB/BA. O evento está programado para amanhã e ocorrerá em Salvador (BA).

Esse encontro tem por objetivo principal consolidar, na prática, ações que visem efetivamente ao crescimento da participação da mulher no cooperativismo baiano.

PROGRAMAÇÃO

8h – Café de boas-vindas e entrega de material (as participantes usarão camisa na cor azul-turquesa)
8h40 – Abertura: Presidente do Sistema OCEB
9h – Palestra musicada 1: As Cinco Perguntas Essenciais – José Antonio SAJA com a participação dos músicos: Márcio Guedes, Camilla Barreto e Felipe Mota
10h – Palestra 2: O Poder de se Gostar – prof. Victoriano Garrido
11h – Palestra 3: Uma Mulher de Verdade – Dra. Luislinda Valois (1ª juíza negra do Brasil)
12h – Almoço (oferecido pelo Sescoop/BA)
13h – Debate: Sugestões das participantes para melhoria dos trabalhos nas cooperativas e desenvolvimento do sistema cooperativista na Bahia - Taíse Cunha
16h – Apresentação Artística: "Piaba: o Show" – Renato Piaba
17h – Encerramento com coffee-break e entrega de certificados

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News

Dow AgroSciences starts producing corn seeds selected in western
A ceremony in the Hall of Acts of Governorship in Salvador , on Tuesday ( 25 ) , marked the beginning of the activities of the processing unit multinational Dow AgroSciences corn in the municipality of Luis Eduardo Magalhães , in the western region of the state . The event was also signed the final deed of sale, where the company is located .
Later this year, the company should produce 700,000 bags of hybrid seed to supply the Bahian and Brazilian markets , as the director explained manufacturing , Marcelo Bueno , emphasizing that the region was chosen " by climatic aspects , associated to the use of technology by local farmers and irrigation conditions . All these factors are very attractive . "
The Secretary of Agriculture , Jairo Carneiro said that for the production of seeds processed , selected the " project fills a need not only of Bahia , but in Brazil , giving greater profitability . It is also essential for the performance of our economy as a whole, as well as a need to reduce the import of products. "
With favorable climate and soil to grain production , the western region is a major producer of soybeans and corn of the country and contributes to the economic growth of the state . Installation of processing companies , separating the seeds from damaged too , adds value to the final product , as the governor Jaques Wagner said .
He said the companies " contribute to the state because aportam technology. The Dow , for example , is a cutting edge company . They end up bringing a development process of quality seeds which increases the productivity of other producers . It is therefore adding value . She has such a great impact on employment generation - are at the factory 40 and 100 in the field - but it is extremely important to the supply chain as a whole in the region . "
- See more at : http://www.seagri.ba.gov.br/noticias/2014/03/25/dow-agrosciences-come%C3%A7a-produzir-sementes-de-milho-selecionadas-no-oeste#sthash.ibjNvnl3.dpuf

Notícias

Dow AgroSciences começa a produzir sementes de milho selecionadas no oeste
 
Uma cerimônia no Salão de Atos da Governadoria, em Salvador, nesta terça-feira (25), marcou o início das atividades da unidade de beneficiamento de milho multinacional Dow AgroSciences no município de Luis Eduardo Magalhães, na região oeste do estado. No evento também foi assinada a escritura definitiva do terreno, onde a empresa está instalada. 
 
Até o final deste ano, a empresa deve produzir 700 mil sacas de semente híbrida para abastecer os mercados baiano e brasileiro, como explicou o diretor de manufatura, Marcelo Bueno, enfatizando que a região foi escolhida “pelos aspectos climáticos, associado ao emprego de tecnologia pelos produtores da região e as condições de irrigação. Todos estes fatores são muito atrativos”. 
 
O secretário da Agricultura, Jairo Carneiro, afirmou que, para a produção de sementes beneficiadas, selecionadas, o “empreendimento supre uma necessidade não apenas da Bahia, mas do Brasil, dando uma maior rentabilidade. É fundamental ainda para o desempenho da nossa economia como um todo, além de reduzir uma necessidade de importação de produtos”.
 
Com clima e solo favoráveis à produção de grãos, a região oeste é um dos maiores produtores de soja e milho do país e contribui para o crescimento econômico do estado. A instalação de empresas de beneficiamento, que separam as sementes danificadas das demais, agrega valor ao produto final, como ressaltou o governador Jaques Wagner. 
 
Ele disse que as empresas “contribuem para o estado porque aportam tecnologia. A Dow, por exemplo, é uma empresa de ponta. Eles acabam trazendo um processo de desenvolvimento de sementes de qualidade que aumenta a produtividade de outros produtores. É, portanto, agregação de valor. Ela não tem uma relevância tão grande na geração de empregos - são 40 na fábrica e mais 100 no campo -, mas é extremamente importante para a cadeia produtiva como um todo na região”. 
 
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News

China confirms opening of the Brazilian corn market
China confirmed yesterday that will allow the importation of large quantities of Brazilian corn , another step in the Asian country to reduce its dependence on the product from the United States .
The U.S. provides more than 90 % of cereal imports into China , but their participation in the corn -growing market in the world has fallen in the past two years on initiatives that country to diversify its sources of supply .
Increasing industrialization and the transition of China to a diet rich in proteins are altering the world trade flows . The volume of Chinese demand last year was 39 times greater than in 2009 , while imports represent , so far, only 2 % of total household consumption.
Beijing officials have warned that China could face a shortfall in supply of corn in the coming years due to increasing demand of animal feed and food processing , which turn the grain into profitable byproducts such as sweeteners , starches and glues , among other industries .
This demand is expected to remain high . In January , authorities said that the agricultural sector is likely that China has to import more corn in the coming years , in what was billed as " an inevitable choice ."
The agreement with Brazil , signed on March 31 by the General Administration of Quality Supervision , Inspection and Quarantine of China , is similar to those signed with Argentina , in February 2012 , and Ukraine in November of the same year . Analysts note that the formal announcement yesterday was the result of months of work to determine what types of Brazilian corn China considers acceptable for import.
In November , when he was in China , the then Minister of Agriculture of Brazil , Antonio Andrade , said the two countries had closed a plant according to the Brazilian corn were exported to the Chinese market , but did not say when he would be formally approved .
Brazil has recently become the second largest corn exporter in the world after the U.S. , but it was not the first Latin American country to negotiate with China on that front . Argentina , third largest exporter , sent in July its first large shipment to the Asian country (66 tons ) .
Brazil and Argentina came to sell a few hundred tons of corn to China in the past , but agreements to ensure product integrity , as the plant pact between Brazil and China, may pave the way for consignments that can reach thousands of tons in a single month .
Analysts say China's delay in addressing Brazil and maize may have been caused by logistical factors . " The supply of maize in Brazil can be very volatile and unstable ," says Pan Chenjun , analyst at Rabobank . Brazil is just one of at least seven countries with which China has been negotiating to secure its supply of cereal.
In 2011 , U.S. only , Laos and Myanmar sent shipments of higher corn and 10 tons to China . But last year , the country added Argentina and Ukraine to the group of large suppliers . China also increased the share of supply of other countries , including Russia and India .
In 2012 , the U.S. accounted for 98 % of maize imports from China . Last year , the U.S. share fell to 91 % . Meanwhile , Chinese quality inspectors rejected a record 545,000 tonnes of U.S. corn last year , claiming that the charges were contaminated with a genetically modified variety not approved by the Chinese government to import .
Even so , the high levels of imports in recent months - including the U.S. corn - indicate that China continues to be an opportunistic buyer on world markets . Corn prices began rising in recent weeks , but thanks to a massive global crop still 34 % below the historical peak of U.S. $ 333 per tonne recorded in July 2012.
China continues to take initiatives to ensure his share of grains and other foods in the world . Giant COFCO paid about $ 1.2 billion for a majority stake in the Dutch trading Nidera . The State also filed a $ 1.5 billion consortium to acquire a majority stake in agribusiness division of Noble Group .
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Notícias

China confirma abertura de mercado ao milho brasileiro
 
A China confirmou ontem que vai permitir a importação de grandes quantidades de milho brasileiro, em mais um passo do país asiático para diminuir sua dependência do produto proveniente dos Estados Unidos.
 
Os EUA fornecem mais de 90% do cereal importado pela China, mas sua participação no mercado de milho de maior crescimento do mundo vem caindo nos últimos dois anos diante das iniciativas daquele país para diversificar suas fontes de suprimento.
 
A crescente industrialização e a transição dos chineses para uma dieta rica em proteínas estão alterando os fluxos do comércio mundial. O volume da demanda chinesa no ano passado foi 39 vezes maior que em 2009, embora as importações representem, até agora, apenas 2% do consumo doméstico total.
 
Autoridades de Pequim alertaram que a China poderá enfrentar um déficit no suprimento de milho nos próximos anos devido à crescente demanda das indústrias de ração animal e de processamento de alimentos, que transformam o grão em subprodutos lucrativos, como adoçantes, colas e amidos, entre outros.
 
Essa demanda deverá continuar em alta. Em janeiro, autoridades do setor agrícola disseram que é provável que a China tenha que importar mais milho nos próximos anos, no que foi classificado como "uma escolha inevitável".
 
O acordo com o Brasil, assinado em 31 de março pela Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena da China, é semelhante aos que foram firmados com a Argentina, em fevereiro de 2012, e com a Ucrânia, em novembro do mesmo ano. Analistas lembram que o anúncio formal de ontem foi o desfecho de meses de trabalho para determinar quais tipos de milho brasileiro a China considera aceitáveis para a importação.
 
Em novembro, quando esteve na China, o então ministro da Agricultura do Brasil, Antônio Andrade, informou que os dois países tinham fechado um acordo fitossanitário para que o milho brasileiro fosse exportado ao mercado chinês, mas não disse quando ele seria formalmente aprovado.
 
O Brasil se tornou recentemente o segundo maior exportador de milho do mundo, depois dos EUA, mas não foi o primeiro país latino-americano a negociar com a China nessa frente. A Argentina, terceiro maior exportador, enviou em julho seu primeiro grande carregamento para o país asiático (66 mil toneladas).
 
Brasil e Argentina chegaram a vender algumas centenas de toneladas de milho à China no passado, mas acordos para garantir a integridade do produto, como o pacto fitossanitário entre Brasil e China, podem abrir caminho para remessas que podem atingir milhares de toneladas em um único mês.
 
Analistas dizem que o atraso da China em abordar o Brasil quanto ao milho pode ter sido causado por fatores logísticos. "O fornecimento de milho do Brasil pode ser muito volátil e instável", afirma Chenjun Pan, analista do banco Rabobank. O Brasil é apenas um de pelo menos sete países com quem a China vem negociando para garantir seu suprimento do cereal.
 
Em 2011, apenas EUA, Laos e Mianmar enviavam carregamentos de milho superiores a 10 mil toneladas à China. Mas, no ano passado, o país asiático acrescentou a Argentina e a Ucrânia ao grupo de grandes fornecedores. A China também aumentou a cota de fornecimento de outros países, incluindo Rússia e Índia.
 
Em 2012, os EUA responderam por 98% das importações de milho da China. No ano passado, a fatia americana caiu para 91%. Enquanto isso, fiscais de qualidade chineses rejeitaram um recorde de 545 mil toneladas de milho americano no ano passado, alegando que as cargas estavam contaminadas com uma variedade geneticamente modificada ainda não aprovada pelo governo chinês para importação.
 
Mesmo assim, os níveis elevados de importação dos últimos meses - incluindo de milho dos Estados Unidos -, indicam que a China continua a ser um comprador oportunista nos mercados mundiais. Os preços do milho começaram a subir nas últimas semanas, mas, graças a uma volumosa safra global, continuam 34% abaixo do pico histórico de US$ 333 por tonelada registrado em julho de 2012.
 
A China continua a tomar iniciativas para garantir sua cota de grãos e outros alimentos no mundo. A gigante Cofco pagou cerca de US$ 1,2 bilhão por uma participação majoritária na trading holandesa Nidera. A estatal também entrou com US$ 1,5 bilhão num consórcio para adquirir uma fatia majoritária na divisão de agronegócios da Noble Group.
 
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