sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Notícias

Paraná amplia rede de bancos credenciados para recolher impostos

Paraná amplia rede de bancos credenciados para recolher impostosA Secretaria de Estado da Fazenda assinou nesta quinta-feira (02) contrato de prestação de serviços com o Sistema de Cooperativas de Crédito Sicredi, ampliando a rede de bancos habilitados a recolher impostos em todo o Paraná. O Sicredi tem 330 agências, especialmente no interior do Estado, e em 71 municípios é a única instituição bancária à disposição do contribuinte.

A intenção, de acordo com o secretário Luiz Carlos Hauly, é aumentar a capilaridade da rede coletora e facilitar a vida dos cidadãos paranaenses, que em muitos municípios precisavam se deslocar para cidades vizinhas por não dispor de agência bancária.

Os impostos estaduais podem ser pagos no Banco do Brasil, Itaú e Bradesco. Estes dois últimos passaram a integrar a rede no ano passado, numa iniciativa inovadora do atual governo estadual. “Abrimos a possibilidade para otimizar o atendimento”, explica Hauly.

O Sicredi planeja atender todos os 399 municípios paranaenses dentro de seis anos, conforme explica o presidente da entidade, Manfred Alfonso Dasenbrock. Hoje, congrega 25 cooperativas de crédito e possui 400 mil associados. “O importante é que os recursos captados pelo Sicredi são aplicados na própria região”, afirma Dasenbrock.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná / Foto: Julio Cesar Souza em 02/02/2012

Notícias

Produtores de cana visam criar cooperativas para assumirem usinas

Produtores de cana visam criar cooperativas para assumirem usinasProdutores nordestinos de cana de açúcar criarão grupo de trabalho para formação de cooperativas de fornecedores nos estados onde existem usinas em dificuldade financeira. A medida, que foi deliberada durante reunião com dirigentes do Banco do Nordeste e Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Fortaleza, nesta quinta-feira (2), visa incentivar o plantio de cana na região. Também foi aprovada a garantia de crédito automático do BNB para produtores que mudarem de faixa produtiva. A instituição bancária ainda vai autorizar o financiamento para agricultores que possuem plantação em municípios que não estão incluídos no zoneamento agroecológico da cultura.

De acordo com o presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), Alexandre Andrade Lima, o BNB demonstrou todo interesse em colaborar com o desenvolvimento da cultura canavieira na região. “Tivemos total apoio, inclusive, sinalização positiva para uma possível liberação de recursos para assumirmos usinas que se encontram em dificuldade financeira, como, em Pernambuco e no Ceará. O Banco do Nordeste já realizou este tipo de parceria com fornecedores do estado de Alagoas, através da Cooperativa Pindorama. “A cooperativa gera, hoje, cerca de 1800 empregos no campo e 300 na indústria”, diz, acrescentando que a Pindorama é comandada por pequenos produtores, onde todos os cooperados, além de fornecedores de matéria-prima são donos do negócio e participam dos lucros

Dessa forma, as associações de fornecedores de cana dos estados nordestinos, juntamente com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Mapa e o BNB, criarão um grupo de trabalho para analisarem a viabilidade da criação de cooperativas de produtores para assumirem unidades industriais que apresentam dificuldade de funcionamento. Outra ação aprovada na reunião com o BNB e Mapa foi a liberação de financiamento automático para produtores de cana que mudarem de faixa produtiva (de médio para pequeno produtor). O Banco iria passar a exigir do fornecedor a apresentar projeto específico registrado em cartório para autorizar o financiamento. O procedimento oneraria os custos de 5% a 6%. Participaram da reunião a Unida e a Comissão Nacional de Cana de Açúcar da CNA.

A inclusão da liberação de recursos para produtores de municípios que não estão inseridos no zoneamento agroecológico foi mais uma conquista. O Banco, a partir de janeiro, passou a utilizar o zoneamento da cana como critério para liberação do financiamento. Assim, os municípios não incluídos no zoneamento estariam excluídos do processo. Dessa forma, muitas cidades em que o banco financiou até o ano passado, ficariam impossibilitadas do empréstimo. Só em Pernambuco, por exemplo, ficariam de fora as cidades de Bom Jardim, Buenos Ayres, Chã Grande, Feira Nova, Batateira, João Alfredo, Lagoa de Itaenga, Lagoa do Carro, Limoeiro, Macaparana, Machados e São Vicente Ferrer.
Fonte: Boainformacao.com.br em 03/02/2012

Economia Solidária

Paraná: Parceria garante coleta de óleo usado

Paraná: Parceria garante coleta de óleo usado
 
A prefeitura de Ivaiporã vai assinar nos próximos dias um termo de parceria com a SOS Óleo Vegetal e a Cooperativa de Materiais Recicláveis de Ivaiporã (Copemari) para dar início a coleta de óleo de cozinha na cidade. A empresa e a cooperativa vão dividir os trabalhos de recolhimento e destinação correta do material. O projeto tem como objetivo evitar a poluição e gerar renda para várias instituições ligadas à área no município.

O diretor de Meio Ambiente, Elias Cruz Leão, destaca que o descarte do óleo gera um efeito danoso ao meio ambiente. Quando jogado diretamente no ralo da pia ou no lixo, polui córregos, riachos, rios e o solo, além de danificar o encanamento das residências e encarecer o tratamento da água em até 35%.

A SOS vai remunerar as associações parceiras para a coleta do material. O secretário de meio ambiente explica que os pontos de coletas serão nas escolas municipais, estaduais, igrejas, supermercados, mercados de bairro e faculdades, dentre outros. “O mais importante é que essa parceria além de solucionar um problema ambiental vai agregar renda aos cooperados da Copemari e as escolas através das associações de Pais e Mestres”.

O empresário idealizador do projeto, Gilson Renato Tschá, relata que o funcionamento é simples, serão deixados tonéis de 30, 50 ou 80 litros nos estabelecimentos participantes do projeto. Quando estiverem cheios, representantes da SOS recolhem e levam o óleo para a sede da Coopemari. “Nas residências o óleo deverá ser acondicionado em garrafas pet, quando estas estiverem completas deverão ser levadas aos ecopontos que estarão identificados com a logomarca do SOS”, explica Tschá. O óleo recolhido será reciclado por uma usina de biodiesel.
Fonte: TNOnline em 03/02/2012

Cooperativismo

Cooperativa para coleta de resíduos sólidos

Cooperativa para coleta de resíduos sólidosA proposta da prefeitura de tornar a cidade cada vez mais limpa, ação que também depende significativamente da disposição da população de partilhar esse objetivo, deve ganhar reforço substancial em breve. O município já conta com a Cooperativa dos Coletores de Resíduos Sólidos da Construção Civil de Rio Claro, constituída recentemente.

A entidade, que tem como diretor-presidente Elton Heber dos Santos e reúne vários empresários do setor de caçambas, resultou de sucessivas reuniões que o grupo realizou nos últimos meses com a equipe da Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente (Sepladema). “Partimos de um consenso, da necessidade de se propor novas soluções para o problema dos entulhos, da possibilidade de triagem e aproveitamento desses materiais e a idéia tomou corpo, felizmente, com a importante participação do setor privado” afirma Regina Ferreira, diretora do departamento de Resíduos Sólidos da Sepladema.

Motivado pelas conversações entre os setores público e privado, o prefeito Du Altimari disse que está empenhado em apoiar a iniciativa “da forma que for possível e com toda a boa vontade, pois esse projeto contempla nossa política de inserir Rio Claro numa plataforma superior de respeito à natureza e opção pela qualidade de vida que também depende da maneira como tratamos o meio ambiente”, explica.

O foco imediato da nova cooperativa é encontrar um local apropriado que sirva como área de transbordo, destinada a receber e fazer a triagem dos resíduos de construção. No local, os materiais seriam separados, dando-se a destinação adequada a cada tipo de resíduo. Plásticos, ferro, restos de madeira, tijolos e, eventualmente, até mesmo lixo orgânico que, infelizmente, ainda ocupa as caçambas existentes em Rio Claro devido à atitude de algumas pessoas, que insistem nesta prática totalmente contrária ao bom senso e à saúde pública.

Os cooperados propõem, inclusive, que parte desse material, após triagem, possa ser doada à prefeitura, para utilização em obras que comportam esse tipo de resíduos. Nos demais casos, a idéia da Cooperativa é comercializar o que há de aproveitável, transformando lixo em renda e empregos, além de prestar um serviço inestimável à cidade, que produz, atualmente, algo bem próximo de 200 toneladas diárias de entulho.

O apoio que a prefeitura se dispõe a dar à cooperativa deverá ser definido em curto prazo, em reunião que o prefeito Du Altimari terá com representantes da nova entidade. “As perspectivas de uma solução boa para ambas as partes são concretas”, prevê a diretora Regina. O prefeito Du Altimari acha que o município pode e deve colaborar com a proposta e lembra de outras ações nas quais a prefeitura vem apostando, recentemente, em prol do meio ambiente no município. “Estamos aguardando definição do governo estadual sobre nossa proposta de criar o Jardim Botânico no território da Floresta Estadual Edmundo Navarro e, gradativamente, constatamos que a população passa a valorizar mais os ecopontos implantados no Jardim São Paulo, São Miguel e Cervezão” concluiu.

A eficiência indiscutível do Cata Bagulho, serviço implantado pela prefeitura em 2009, e que, desde então, vem percorrendo toda a cidade a cada ciclo de trinta dias, recolhendo aparelhos eletrônicos inservíveis, móveis velhos, ferragens e pilhas, entre outros descartes, também foi citado pelo Prefeito.
Fonte: Canal Rio Claro em 03/02/2012
 

Notícias

Montadoras aceitam negociar mudança no acordo automotivo com o México




BRASÍLIA - O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, afirmou nesta sexta-feira, 3, que o setor aceitaria negociar uma mudança no acordo automotivo com o México.

"Viemos manifestar que achamos o acordo muito importante para o nosso País. Confirmamos a necessidade de manter esse acordo", disse, após reunião de executivos do setor automotivo com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Belini confirmou que, na reunião, o governo disse estar em um processo de reavaliação do acordo. "Isso nos foi confirmado", resumiu. "Como tem um processo de reavaliação, não tem nada ainda definido. A sugestão da Anfavea é continuar. Aceitamos inclusive estudar outros termos", prosseguiu.

Belini confirmou que a possibilidade de uma revisão do acordo com o México foi tocada, mas ele informou que não houve uma conclusão sobre o tema. "Não entramos em detalhes técnicos. Agora vamos aguardar o governo fazer as suas avaliações e depois vamos conversar novamente", relatou.
Esses encontros, de acordo com Belini, fazem parte do processo de reavaliação, mas ele enfatizou que os detalhes precisam ser estudados gradativamente. "Hoje existe um desequilíbrio na balança comercial, e é isso que está preocupando o governo", avaliou.

Perguntado sobre a possibilidade de incluir também ônibus, caminhões e utilitários no acordo com o México, o presidente da Anfavea disse que já foi vista uma movimentação nesse sentido do lado do México. "Isso poderia ajudar (a balança comercial)", analisou.

Belini voltou a dizer que a associação avalia como importante a manutenção do acordo, mas que o setor aceita também algumas alterações, que podem vir a ser discutidas. "Quando tem acordos bilaterais, tem de ver que existem importações e exportações. De um lado, temos um superávit com a Argentina e, de outro, um déficit com o México, mas já foi ao contrário. Temos períodos cíclicos", salientou.

Bastidores. O fraco desempenho das exportações levou o governo a elevar o tom nas negociações com o México para ampliação de um acordo comercial. Nos bastidores, auxiliares da presidente Dilma Rousseff chegam a ameaçar o país com o rompimento do tratado automotivo, em vigor desde 2002, como revelou a colunista Sonia Racy, em seu blog, no portal estadão.com, na terça-feira.

O principal motivo para a impaciência dos negociadores brasileiros é a relutância do governo mexicano em permitir maior acesso a seu mercado. Desde 2009, o Brasil negocia um amplo acordo com o México, que abrange comércio, investimentos, serviços e compras governamentais. "A lógica é que as duas maiores economias da região tem de se integrar", disse o consultor Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento.
O chanceler Antonio Patriota abordou o tema com a colega mexicana Patricia Espinosa por duas vezes recentemente: durante a visita dela ao Brasil, em dezembro, e na semana passada quando se encontraram no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Patriota defende o diálogo, mas sua posição esbarra na visão do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que prefere ações mais duras, como a suspensão do acordo automotivo, para pressionar os mexicanos.

A decisão do governo Dilma em "anular" o acordo causou um enorme reboliço na diplomacia dos dois países. O próprio presidente mexicano, Felipe Calderon, telefonou para Dilma, que estava em Cuba para pedir que o Brasil não rompesse o acordo.

Diplomacia. O Itamaraty entrou na negociação e tenta colocar panos quentes na polêmica. Ele defende a criação de duas comissões, uma mexicana e outra brasileira, para estudar o assunto. A tentativa de obter um consenso esbarra na pressa do governo brasileiro em decidir a questão. O Brasil precisa "avisar" o México que vai "anular" o acordo com 14 meses de antecedência. O argumento de Calderon para tentar convencer Dilma a manter o acordo foi simples: enquanto o Brasil tinha um superávit comercial na balança automotiva com o seu parceiro, o México não quis romper o acordo. Agora que a situação se inverteu o País não quer mais cumprir as premissas.

Estratégia. As principais montadoras do Brasil têm fábrica no México e trazem de lá veículos sem pagar Imposto de Importação. "Quando o acordo foi firmado, as montadoras definiram uma estratégia conjunta de produção entre as fábricas do Brasil e México. O que elas produzem lá, não fazem aqui", disse o diretor do Centro de Estudos Automotivos, Luiz Carlos Mello.

Hoje, produzir no México é mais competitivo que no Brasil por dois motivos: o câmbio mais vantajoso e a maior proximidade com o mercado americano. "As fábricas ficam do lado dos EUA e podem exportar para o Brasil sem pagar imposto", disse o consultor Alexandre Lira.

O rompimento do acordo está em linha com outra medida protecionista tomada pelo governo em setembro - de elevar a taxação dos carros importados. O objetivo era motivar as montadoras a produzirem no Brasil.

Cooperativismo

Cooperativas rurais do Amazonas terão internet e telefone

Cooperativas rurais do Amazonas terão internet e telefoneAs cooperativas rurais do Amazonas estão prestes a sair do isolamento digital e da falta de telefone. Ontem (2), o presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB-AM) protocolizou, na operadora de telefonia e dados Embratel, responsável pela telefonia na área rural, requerimento solicitando a instalação de uma Unidade de Atendimento à Cooperativa (UAC) nas cooperativas Cooplan (Cooperativa de Leite de Autazes) e CPU-Uatumã (Cooperativa dos Produtores Agroindustriais do Projeto Uatumã), de Presidente Figueiredo. A UAC terá um fax, um computador e um telefone público, que vão atender às cooperativas rurais e as comunidades onde operam.

A solicitação tem base no Decreto 7.512, de junho de 2011, da Presidência da República, que aprova o Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC). No Artigo 19 do Anexo 1, o Decreto estabelece que as concessionárias de serviço telefônico devem ativar um Posto de Serviço Multifacilidades (PSM) para atender a cada UAC localizada em área rural, quando solicitado pelas cooperativas. O PSM é um conjunto de instalações de uso coletivo que oferece serviços de telecomunicações como telefone, fax e internet. As cooperativas devem formalizar a solicitação nas operadoras e ceder o local para instalação dos equipamentos.

A luta pelo cumprimento da legislação que beneficia as cooperativas rurais foi iniciativa do deputado estadual Chico Preto, membro da Frente Parlamentar Cooperativista (Frencoop). Ele procurou o presidente da OCB, Petrucio Magalhães Jr., para coordenar a reunião das cooperativas rurais para fazer as solicitações das UACs. Para o deputado, a instalação desses equipamentos vai tirar as cooperativas rurais do isolamento e é o caminho para o desbravamento para alcançar todo o país e o mundo. “Tecnologia de informação é essencial para o desenvolvimento. Mas tecnologia é caro, as cooperativas não tem como fazer esse investimento. Assim, logo que as operadoras atenderem as solicitações para instalação dos equipamentos de telecomunicações, as cooperativas vão se fortalecer. E cooperativa forte, comunidade forte”, disse.

A CPU-Uatumã fica no Ramal do Paulista, a 80 quilômetros da sede de Presidente Figueiredo, 18 quilômetros mata à dentro. A cooperativa tem cerca de 80 famílias cooperadas, perto de 300 pessoas. O telefone público mais próximo fica na Vila Nova Jerusalém, 18 quilômetros depois da entrada do Ramal do Paulista. Quando ele dá problema, o que não é raro acontecer, outro só 36 km adiante, na comunidade Abori, no Ramal Rumo Certo. É por isso que o presidente da CPU-Uatumã, Ozeias Martins da Silva, diz que a chegada dos equipamentos lá vai ser a festa do ano na cooperativa. “Vai mudar em muito a vida da cooperativa, dos cooperados e da comunidade toda”, resume.

O presidente da Cooplan, Manuel Maia, já teve a experiência de contar com internet e telefone na sede da cooperativa, em Autazes. “Pagávamos R$ 300 pelo ponto e tínhamos agilidade nos contatos com Manaus e com quem precisássemos conversar em qualquer lugar do mundo”. Há um ano, porém, o ponto foi cortado e a Cooplan está, desde então, sem comunicação. “Tenho certeza que com a instalação dos equipamentos e a possibilidade de a gente se comunicar por telefone, fax e internet os negócios da cooperativa vão melhorar e a comunidade será beneficiada com isso, muito mais do que é hoje”, afirma, destacando que os investimentos que a cooperativa leva para o município têm ajudado a promover a economia local e o bem estar da população.

Além de protocolizar as solicitações, a OCB-AM vai acompanhar e pressionar as empresas responsáveis pela instalação dos equipamentos para que assinem o quanto antes os contratos de prestação de serviços para instalação de postos de serviços de telecomunicações. A partir da assinatura do contrato, as empresas tem 120 dias para instalar os equipamentos. “Esse serviço aproxima ainda mais as cooperativas das comunidades”, comemorou Petrucio.

Fonte: OCB/AM - Foto: Priscilla Torres/Coopcom em 03/02/2012

Notícias

App para iPhone mostra pontos de reciclagem mais próximos
App para iPhone mostra pontos de reciclagem mais próximos
O Rota da Reciclagem é uma iniciativa da multinacional sueca Tetra Pak que compila cooperativas e pontos de coleta de materiais recicláveis, para que o usuário veja quais as opções mais próximas para o despejo correto e sustentável do lixo. Agora, a busca pode ser feita diretamente do iPhone ou iPad, a partir de informações de geolocalização.

O app homônimo possui a mesma interface do site da empresa e coloca alfinetes no mapa, que diferenciam os pontos de coleta como Cooperativas, Comércios e PEVs (Pontos de Entrega Voluntária). Há também uma barra de busca no topo da tela, para que o usuário insira seu endereço e possa encontrar mais rapidamente um local para entrega de embalagens longa vida e outros resíduos recicláveis. 

De acordo com a desenvolvedora, há mais de 3.400 locais cadastrados, espalhados pelo País. Entretanto, o app chegou com alguns problemas: ele trava e fecha quando o usuário utiliza o zoom de pinça, expandindo a navegação. Sendo assim, só é possível utilizar o programa a partir da busca de endereço, que executa o zoom e diminuiu a quantidade de pontos de interesse exibidos na tela. Além disso, diferentemente do site, não há uma legenda que explique os símbolos e siglas exibidas na tela.

O aplicativo é gratuito e compatível com iPhone, iPod e iPad com iOS 3.2.1 ou superior.
Fonte: MacWorld em 03/02/2012