segunda-feira, 21 de maio de 2012

Cooperativismo

Comissão de Agricultura e Cooperativismo da Assembleia do RS debateu o setor cooperativo               
 
 
Comissão de Agricultura e Cooperativismo da Assembleia do RS debateu o setor cooperativo“O Cooperativismo como mecanismo manutenção do homem no campo e fator de desenvolvimento da agropecuária, independente do tamanho do produtor”. Este foi o tema central dos debates em torno do Cooperativismo, a partir de palestra ministrada pelo presidente da Expodireto Cotrijal, Nei Mânica, realizada nesta quinta-feira (17/05), dentro do projeto “Radiografia da Agropecuária Gaúcha”, desenvolvido pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Ernani Polo (PP). O presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, participou do debate. Participaram ainda como debatedores, Rui Polidoro Pinto, presidente da FECOAGRO; Ademar Schardong, presidente do SICREDI e Clamir Balen, diretor da União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familicar (UNICAFES).
Cooperativismo no século XXI

Em sua explanação, Nei Mânica apresentou dados sobre o cooperativismo no RS, no Brasil e no Mundo, estabelecendo um comparativo que destaca a capacidade do setor crescer no país. O presidente da EXPODIRETO COTRIJAL pontuou itens a serem desenvolvidos, como os sistemas organizacionais e estruturantes das cooperativas; a eficiência operacional; a individualização de atividades; a inserção dos jovens no sistema como forma de manter a sucessão rural; investimentos em divulgação das ações cooperativadas; agregação de valor; associação com visão empresarial; utilização de avanços tecnológicos, acesso a mercados globais e mudança cultural. Perante aos principais problemas ligados ao abastecimento alimentar mundial, como abastecimento de água e área plantada, Mânica sinaliza o cooperativismo como um caminho correto a ser seguido: “Precisamos viver constantemente de desafios. O cooperativismo é necessário, útil e saudável”, afirmou Nei Mânica.

O presidente Vergilio Perius também fez grande contribuição aos debates, ressaltando que são necessárias políticas públicas para o fomento do cooperativismo com investimentos em linhas de crédito para o setor. A OCERGS desenvolve o projeto “geração cooperação” para incentivar jovens na participação cooperativa, que também visa à sucessão rural.

Participaram da palestra os deputados Frederico Antunes (PP), Edson Brum (PMDB), Zilá Breitenbach (PSDB), Altemir Tortelli (PT), Gerson Burmann (PDT), Giovani Feltes (PMDB), Pedro Westphalen (PP), Aloísio Classmann (PTB), Heitor Schuch (PSB), Jeferson Fernandes (PT), Valdeci Oliveira (PT) e Alceu Barbosa (PDT).

Fonte: Luiz Roberto de Oliveira Junior - Ocergs em 18/05/2012

Notícias

Programa 5S inicia nos Supermercados Cooperja

O Programa 5S, que existe há dois anos na Cooperativa, foi ampliado para os três Supermercados Cooperja. O objetivo principal é divulgar e incentivar a prática dos 5 passos: descarte, organização, limpeza, higiene e ordem mantida. As próximas etapas incluem Dia D, avaliações, entre outras.

Todas as Lojas Agropecuárias e as duas Unidades Industriais da Cooperativa já participam do 5S.

Cooperativismo

Instituído Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito

A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.620, publicada no dia 9 de maio no Diário Oficial da União, que institui o dia 28 de dezembro, como o Dia Nacional do Cooperativismo de Crédito. A data escolhida é a mesma em que foi fundada a Sicredi Pioneira RS, em Nova Petrópolis/RS, no ano de 1902.

http://www.mundocoop.com.br/2012/05/instituido-dia-nacional-do-cooperativismo-de-credito/

Notícias

Bancos mantêm aceleração do crédito em 16%

A pesquisa Febraban de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado divulgada no dia 02 de maio mostra que os bancos pretendem manter acelerada a expansão de suas carteiras de crédito, a uma taxa de 16%, quase quatro vezes maior do que a expectativa das próprias instituições de crescimento da economia, neste ano.

Esse resultado comprova outras duas pesquisas anteriores que mostram taxa de expansão do crédito na mesma faixa, enquanto que as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro variam entre 3,2% para este ano e 4,2% para 2013, acenando com recuperação econômica enquanto o PIB reflete lenta recuperação, analisa o economista-chefe da FEBRABAN, Rubens Sardenberg.

Ainda conforme a pesquisa, o índice de inflação medido pelo IPCA deve atingir 5,1% ainda este ano e aumentar para 5,5% em 2013. “Os números de inflação estão melhores, há uma queda adicional em relação ao que se esperava, mas o mercado continua acreditando que a economia vai se recuperar até o fim do ano”, avalia o economista-chefe da entidade.

A expectativa dos economistas ouvidos pela FEBRABAN para a pesquisa é de queda para a taxa básica de juros – Selic, que pode atingir 8,5% ainda este ano. Sardenberg, explicando os resultados, diz que a instituição acredita “em uma redução de mais 0,5%” em relação aos atuais 9%. Ressalta que a redução será feita em duas etapas iguais, de 0,25%, nas reuniões do Copom d previstas maio e julho.

De acordo com a pesquisa, no âmbito Externo, o crescimento do PIB dos Estados Unidos pode fechar 2012 em 2,3% e em 2,5% para o ano de 2013. Além disso, a Europa continuará sendo a principal fonte de incerteza. Os números da economia global continuam fracos e há indicações de que o desemprego continuará elevado, o crescimento econômico será fraco e, no âmbito político, haverá incerteza com a chegada das eleições na Franca e algumas discussões na Holanda, o que leva o economista-chefe da Febraban a estimar “um processo político relativamente complicado que faz a incerteza do ponto de vista da Europa continuar alto”.

A pesquisa FEBRABAN de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado é realizada a cada 40 dias após a divulgação da ATA do COPOM. O estudo foi realizado entre os dias 26 e 30 de abril, com 31 analistas consultados pela equipe econômica da entidade.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Cooperativismo

Cooperativismo brasileiro é recorde nas exportações


*Marco Olívio Morato
 
As cooperativas têm conquistado um espaço cada vez mais expressivo nas exportações brasileiras, resultado de um trabalho focado no profissionalismo da gestão. Em 2011, por exemplo, segundo dados do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (Depla), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o cooperativismo superou em 39,8% o valor exportado em 2010, de US$ 4,47 bilhões, atingindo a marca histórica de US$ 6,17 bilhões. Isso fez com que a balança comercial do segmento alcançasse um superávit de US$ 5,8 bilhões, crescimento de 40,4% sobre o ano anterior. Os dados mostram que o desempenho das cooperativas apresenta uma escalada significativa, que só interrompida em 2009 por consequência da crise mundial.

A performance tem como componente determinante o fortalecimento da relação comercial com diversos mercados de destino. Essa parceria fez com que o cooperativismo ganhasse um espaço relevante nas exportações do agronegócio, representando 6,5% das vendas totais do setor, superando, assim, o percentual de 5,8% obtido em 2010. Com isso, o segmento das cooperativas alcançou 2,4% do valor comercializado pelo País em 2011 – em 2005, essa participação era de apenas 1,9%.

Para chegar a esse resultado, quatro complexos de produtos se destacaram, com uma participação de 85% no total exportado. A cultura sucroalcooleira, por exemplo, alcançou um recorde de US$ 2,3 bilhões no ano passado, sendo responsável por 37% das vendas. Já a soja exportou US$ 1,2 bilhões, contabilizando 21% de expansão. As carnes aparecem em terceiro lugar, com US$ 850 milhões, além de uma fatia de 14% dos embarques do segmento. O café, por sua vez, ocupou a quarta posição, com US$ 830 milhões.

Uma rápida análise dos números do setor de cooperativas nos permite constatar também a evolução das vendas para cinco principais países de destino no ano passado. Observa-se, então, uma retomada de mercados tradicionais, como os Estados Unidos (EUA), a Alemanha e a Holanda (que se recuperam ou ainda convivem com a crise mundial), e o fortalecimento de outros em processo de expansão, como a China e os Emirados Árabes Unidos (EAU).

As exportações do setor cooperativista para os Estados Unidos (EUA), por exemplo, evoluíram significativamente, representando 11,9% dos itens comercializados em 2011. Dois principais produtos dominaram a pauta exportadora para esse país, que registraram, além de aumento no volume, uma significativa alta na receita vendida. O café foi responsável por 50% desse desempenho, correspondendo a US$ 369 milhões. Já o complexo sucroalcooleiro respondeu por 48% das vendas, somando US$ 352 milhões. Percebe-se, então, que a relação comercial com os EUA registrou incremento de 234% em valores no comparativo entre 2011 e 2010, influenciado pela recuperação da economia americana e o aumento nas cotações internacionais das commodities. No entanto, o volume exportado em 2011, de 402,9 mil toneladas, ainda está abaixo do registrado em 2008, antes da eclosão da crise financeira, que foi de 461,18 mil toneladas.

As vendas para a China, por sua vez, foram compostas principalmente por produtos do complexo da soja, que responderam por 66,3% dos negócios firmados com o país asiático. O destaque ficou para o farelo, com US$ 448,2 milhões e 60,8% entre as vendas dos derivados desse produto. Vale ressaltar também a participação das peças de carne de frango, que, em 2011, foram responsáveis por US$ 136,9 milhões, ou 18,5% das compras chinesas.

Para o fechamento de 2012, bem como para os próximos anos, é esperada uma participação ascendente do Brasil no comércio internacional de alimentos, visando atender à crescente demanda internacional. Isso se justifica pelos produtos de qualidade gerados pelo País, com custo competitivo, além do respeito às questões socioambientais. Nesse contexto, projeta-se um aumento gradual da participação das cooperativas nas exportações do agronegócio brasileiro, que têm trabalhado na melhoria constante de seus produtos e serviços, investindo ainda fortemente no profissionalismo de sua gestão.

*Marco Olívio Morato é analista de Ramos e Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)
http://www.revistacomexbb.com.br/artigos/cooperativismo-brasileiro-e-recorde-nas-exportacoes/

Notícias

 

Governo libera R$ 1,3 bi e mantém projeção do PIB em 4,5%

O governo federal amplia os limites de gastos do Orçamento em R$ 1,328 bilhão. Os números estão no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 2º bimestre divulgado nesta sexta-feira (18) pela Secretaria de Orçamento Federal (SOF) .


De acordo com o documento, as estimativas de receita líquida de transferências a estados e municípios demonstra um acréscimo de R$ 4,9 bilhões, o que representa uma variação de 0,5% em relação ao previsto na primeira avaliação bimestral de 2012.

Já em relação às receitas administradas pela Receita Federal, exceto Regime Geral da Previdência Social, a projeção até o final do exercício aponta para uma redução de R$ 10 bilhões, uma queda de 1,4% na comparação com a primeira avaliação bimestral de 2012.

O governo é obrigado a fazer as reavaliações bimestralmente com o objetivo de garantir o cumprimento da meta de resultado primário estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias.

O governo manteve a projeção de crescimento da economia em 4,5% em 2012. A inflação estimada ficou em 4,7% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A taxa de juros utilizada para a reestimativa ficou em 9,86% ao ano e a taxa de câmbio média prevista em R$ 1,76.

A massa salarial, pelas estimativas do governo, passaria para 12,01% ante os 11,73% previsto no primeiro bimestre. O preço médio do barril do petróleo, outro parâmetro utilizado, ficou mantido em US$ 111,64.

Fonte: Agência Brasil

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Ministra: país não pode esperar para tirar crianças da miséria

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, rebateu nesta terça (15) as críticas de que o programa Brasil Carinhoso tenha caráter eleitoreiro. O governo federal lançou o conjunto de ações com o objetivo de tirar da miséria crianças até 6 anos cuja renda familiar per capita seja inferior a R$ 70.


“O Brasil tem eleição a cada dois anos. O país não pode parar, tem que continuar, e é isso que estamos fazendo, tirando as crianças da extrema pobreza”, disse. “A pergunta deve ser o contrário: a gente deveria esperar o ano que vem, somente porque não é ano eleitoral?”, completou.

Após participar de entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Tereza lembrou que as famílias com crianças de até 6 anos já cadastradas no Bolsa Família serão beneficiadas automaticamente pelo novo programa e, portanto, não precisarão procurar as prefeituras.

“As pessoas já têm o cartão, não precisam ir a lugar algum para receber esse novo benefício, que é automático. Para o Nordeste, em especial, é muito importante conceder esse aumento agora, porque o Nordeste passa por uma das piores secas dos últimos 50 anos. Melhorar a vida dessas famílias neste momento é fundamental.”

Durante o programa, a ministra lembrou que o próprio Bolsa Família, quando foi lançado, em 2003, recebeu críticas. “Ele conseguiu não só aliviar a pobreza como garantir que as crianças passassem a frequentar mais a escola. Conseguimos reduzir a desnutrição, em especial no Semiárido nordestino. Está comprovado que o dinheiro que essas famílias recebem vai para a alimentação, para o material escolar e que é um dinheiro bem gasto”, destacou.


Fonte: Agência Brasilv