sexta-feira, 27 de julho de 2012

Notícias

Cisternas podem incrementar alimentação nas escolas rurais


Essa carência pode ser suprida com a proposta de pesquisadores da Embrapa Semiárido: instalar nas escolas cisternas voltadas exclusivamente para a produção de alimentos. Os técnicos da instituição vão estender para a área da educação rural uma experiência bem sucedida em propriedades de agricultores familiares de todo Semiárido com a captação de água de chuva.

Com uma cisterna capaz de armazenar 16 mil litros de água de chuva e a instalação de um sistema simplificado de irrigação por gotejamento, consegue-se o bastante para ter, no quintal da casa, um pomar com 36 fruteiras e ainda cultivar hortaliças.

Em Barreiros, zona rural do município de Petrolina, uma estrutura dessa fez o agricultor Alírio Gomes colher, ao longo do ano, 214 kg e 125 kg de acerola e mamão, respectivamente. Em outro trabalho feito no Campo Experimental da Caatinga, na Embrapa Semiárido, os pesquisadores registraram produção de 68 kg de pimentão, 84 kg de cenoura, 31 kg de berinjela, além de 76 pés de alface e 180 molhos de coentro.
http://www.gazzeta.com.br/cisternas-podem-incrementar-alimentacao-nas-escolas-rurais/

Cooperativismo

Regulamentação de cooperativas beneficia o setor
 
Regulamentação de cooperativas beneficia o setorDepois de oito anos de intensas negociações no âmbito do Executivo, Legislativo e entidades privadas, a Unisol (União e Solidariedade das Cooperativas) e cooperativistas comemoram a vitória da aprovação da lei 12.690 que regulamenta a atividade no País. A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei sexta-feira (20/07), que possibilita novas regras para a organização e funcionamento das cooperativas de trabalho no Brasil.

De acordo com o assessor jurídico da Unilsol e chefe do departamento jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Marcelo Mauad, antes de constituir a nova lei, as cooperativas viviam em uma permanente insegurança porque corriam risco de autuação pela fiscalização.

Marcelo Mauad disse que são mais de 22 mil empreendimentos do setor de economia solidária espalhados pelo Brasil, mas apenas 10% são organizados por cooperativas porque o modelo cooperativista não era compatível com os grupos que estavam sendo constituídos. Agora, com a regulamentação, o número de sócios permitido para formar uma cooperativa cai de 20 para sete, o que facilita para o setor. “É motivo de grande alegria e otimismo. Nós, da Unisol Brasil temos muito que nos orgulhar porque partiu dessa entidade a proposta negociada, pois durante muitos anos procuramos buscar esse reconhecimento jurídico. Espero que todas as cooperativas sejam informadas sobre a nova lei, para que possam aproveitar os benefícios”, afirmou Mauad.

O diretor da Uniforja, copperativa de Diadema, Maurício Costa, contou que não foi fácil esta conquista. “A aprovação estabelecerá novas diretrizes, definindo a autogestão deste tipo de empreendimento, reforçando os valores essenciais do cooperativismo, e visa dentre outras seguranças, uma condição entre a cooperativa, o cooperado e a sociedade”, ressaltou Costa.

Para o diretor-presidente da Unisol, Arildo Mota Lopes, a aprovação da lei representa a união de forças da Unisol, outras entidades e empreendimentos de todo o País. “É um grande passo rumo ao desenvolvimento justo e solidário, considerou”.
Fonte: ABCD Maior em 26/07/2012

Cooperativismo

MAPA: Cooperativismo integra Comitê Estratégico do Agronegócio
 
MAPA: Cooperativismo integra Comitê Estratégico do Agronegócio“É muito importante termos um instrumento como o Comitê para auxiliar no crescimento da agricultura brasileira. Pessoas competentes que lidam com o setor diariamente farão parte das discussões. O grupo nos ajudará no aferimento dos resultados, na implementação do Plano Agrícola e Pecuário ou mesmo na condução de programas estratégicos para o ministério e para o governo”, ressaltou Mendes Ribeiro.

Personalidades - O comitê terá a participação de personalidades como o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas; o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Senador Waldemir Moka; o embaixador especial da FAO para o cooperativismo, Roberto Rodrigues; e outros como Alysson Paolinelli; Antônio Delfim Netto; Assis do Couto; Cesário Ramalho da Silva; Edinho Araújo; Francisco Sérgio Turra; Homero Pereira; Jorge Gerdau Johannpeter; Kátia Abreu; Luciano Coutinho; Luiz Carlos Corrêa Carvalho e Marcus Vinicius Pratini de Moraes.

Prioridades - O grupo terá como objetivo definir prioridades a serem estabelecidas na formulação das políticas agrícolas e também contribuirá na fixação de diretrizes, indicadores e metas de desempenho do agronegócio e suas respectivas cadeias produtivas, além de avaliar e acompanhar as ações governamentais aplicadas ao desenvolvimento e sustentabilidade do setor.

Primeira reunião - Mendes Ribeiro coordenou a primeira reunião do colegiado. No encontro, foram apresentados a sistemática de funcionamento do Comitê e o Plano de Ações Estratégicas do Mapa 2012/ 2014, e também foram discutidas as linhas de atuação e ações prioritárias para os próximos dois anos. Os participantes do evento receberam cópia do Plano que será debatido na próxima reunião, a ser realizada em 45 dias em local ainda a ser definido. Ao final, os membros fizeram uso da palavra e saudaram a iniciativa do ministro para o fortalecimento do agronegócio nacional.

Indicações - Além dos 15 integrantes já divulgados no Diário Oficial da União do dia 20 de julho, o Comitê também será composto por dois integrantes que ainda serão indicados pelo Senado Federal e terá limite máximo de até 20 representantes. O grupo se reunirá, em Brasília, pelo menos duas vezes ao ano, com o objetivo de definir prioridades na formulação das políticas agrícolas, contribuir na fixação de diretrizes, indicadores e metas de desempenho do agronegócio e suas respectivas cadeias produtivas. O Comitê ainda avaliará e acompanhará as ações governamentais aplicadas ao desenvolvimento e sustentabilidade do agronegócio nacional. Poderão ocorrer encontros extraordinários por convocação do seu presidente ou por solicitação subscrita de dois terços dos integrantes. (Mapa)


Confira quem integra o Comitê Estratégico do Agronegócio:


- Presidente Executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho – Abramilho e ex-ministro da Agricultura (1974 a 1979), Alysson Paolinelli;
- Professor e ex-ministro da Agricultura (1979) Antônio Delfim Netto;
- Deputado Federal, Assis do Couto (PT/PR); - indicado pela Câmara Federal;
- Presidente da Sociedade Rural Brasileira – SRB, Cesário Ramalho da Silva;
- Deputado Federal, Edinho Araújo (PMDB/SP); indicado pela Câmara Federal
- Presidente Executivo da União Brasileira de Avicultura - Ubabef e ex-ministro da Agricultura (1998 a 1999), Francisco Sérgio Turra;
- Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária - FPA, deputado Homero Pereira (PSD/MT);
- Presidente da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade do Conselho de Governo da Presidência da República, Jorge Gerdau Johanpetter;
- Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA, Senadora Kátia Abreu (PSD/TO);
- Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, Luciano Coutinho;
- Presidente da Associação Brasileira do Agronegócio - Abag, Luiz Carlos Corrêa Carvalho;
- Presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB, Márcio Lopes de Freitas;
- Membro do Conselho de Administração da JBS Friboi e ex- ministro da Agricultura (1999 a 2002) Marcus Vinicius Pratini de Moraes;
- Coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas - FGV e ex-ministro da Agricultura (2003 a 2006), Roberto Rodrigues;
- Presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo - Frencoop, senador Waldemir Moka (PMDB/MS);
- 2 representantes do Senado Federal a ser indicados pela Presidência da Casa.
Fonte: Cenário MT em 26/07/2012

Economia Solidária

OIT: pequenos empresários são os que mais assinam CTPS no Brasil
 
OIT: pequenos empresários são os que mais assinam CTPS no BrasilUm relatório sobre o emprego no Brasil publicado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), aponta as micro e pequenas empresas responsáveis por pouco mais da metade dos postos com carteira assinada no País.

Segundo levantamento da instituição, as MPEs – que representam 99% das empresas locais –, respondem por 51,6% dos empregos privados não agrícolas formais e, aproximadamente, 40% do montante salarial movimentado no Brasil.

Os pesquisadores da OIT levaram em consideração dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a análise.

Grandes e médias. As empresas de médio e de grande porte, por sua vez, impactaram com 48,4% do contingente total de empregos privados não agrícolas. Em 2010, elas computavam 59,6 mil estabelecimentos no Brasil.

Entre outros pontos, o relatório da OIT também destacou o avanço nas condições de trabalho no Brasil nos últimos anos, assim como a média de escolaridade do trabalhador.

Entre 2004 e 2009, cresceu de 7,3 para 8,2 anos a média de anos de estudo da população ocupada. Entretanto, apenas no Distrito Federal essa média ultrapassava o patamar 10 anos (10,3 anos). Em 15 das 27 unidades federativas, essa cifra nem sequer alcançava os oito anos de estudo, que corresponde ao ensino fundamental completo.
Fonte: Cidade Verde em 26/07/2012

Cooperativismo

Bahia candidata-se a fronteira agrícola de cooperativa do PR
              
Diretores de uma das maiores cooperativas do Brasil, a paranaense Agrária, encontram-se na Bahia, nesta semana, para decidir potenciais investimentos. O anfitrião da comitiva, secretário baiano Eduardo Salles, afirma que o estado procura "agroindustrializar-se", tendo em vista modelos já avançados - a exemplo do setor no Paraná e em Minas Gerais.

Algo que remete à migração dos gaúchos ao centro-oeste brasileiro nos anos 70, a Agrária tem um projeto, o Novas Fronteiras, que busca a abertura de negócios e regionalidades para a próxima geração de cooperados. "A cooperativa traz uma condição importante para a agroindustrialização", afirmou Salles ao DCI.

O diretor-financeiro da organização paranaense, Arnaldo Stock, pôde conhecer, de segunda a quarta-feira, uma usina sucroalcooleira em Juazeiro, o projeto de hortifruticultura Salitre, a região produtiva do Irecê e a sede baiana da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Cruz das Almas (BA). Canaviais, hortas e suas indústrias são o foco de interesse da Agrária, de acordo com Salles. "Estão bastante impressionados com o potencial da região. O DNA deles são os grãos, mas vieram ver a hortifruticultura e o setor sucroalcooleiro", relatou.

Salles falou à reportagem por telefone, durante a visita do grupo à Agroindústria Vale do São Francisco (Agrovale), um complexo de processamento de açúcar e etanol na cidade de Juazeiro. Os representantes da Agrária, por outro lado, não foram localizados.

A cooperativa apresenta, de fato, as condições de um empreendimento agrícola industrializado: no ano passado, no Paraná, moeu 137,4 mil toneladas de trigo, produziu 239 mil toneladas de malte, e fabricou 455 mil toneladas de óleo de soja.

"Que a Bahia seja uma opção deles no programa [Novas Fronteiras]", torceu o secretário baiano. "Temos terras baratas, água abundante e clima bom." O governo estadual oferece isenção de impostos para investimentos na área industrial e lotes de propriedade com descontos públicos.

Cooperativismo

Salles destacou que, além do potencial "agroindustrializador", a Agrária (e os agricultores paranaenses, de modo geral) seguem a cultura do cooperativismo e do associativismo, o que pode ser benéfico para a Bahia - estado da agricultura familiar.

"Vejo a cooperativa não só como investidora, mas como algo que pode contaminar a Bahia, no bom sentido, com essa filosofia", observou o secretário.
Na linha de produção em grupo, no Paraná, a Agrária reúne 549 cooperados que possibilitam faturamento anual aproximado de R$ 1,2 milhão. Na safra passada, esses agricultores produziram 287,4 mil toneladas de soja, 334 mil toneladas de milho, 135,4 mil toneladas de cevada e 95 mil toneladas de trigo.

Leite mineiro

Em se tratando de pecuária, a Bahia promoveu um intercâmbio de informações, a respeito da produção de leite, com Minas Gerais. Os avanços das indústrias lácteas dos dois estados foram apresentados, um ao outro, durante o 29° Congresso Nacional de Laticínios, que aconteceu nesta semana no Instituto Cândido Tostes, em Juiz de Fora (MG).

Na oportunidade, o professor e cientista da Embrapa, Pedro Oliveira, foi convidado para ser palestrante no encontro de laticínios que será realizado em setembro, no Catussaba Hotel, em Salvador. Oliveira vai falar sobre inovações tecnológicas e científicas no que se diz respeito ao uso de radiação ultravioleta, diminuindo sistematicamente a carga microbiana em líquidos turvos. O evento irá trazer também informações sobre a concentração de proteína no soro do leite.

"O intercâmbio e a troca de experiências entre instituições que trabalham pela melhoria da cadeia leiteira no País é uma importante ferramenta para inovar o setor, agregando qualidade aos produtos e segurança aos alimentos", pontua o diretor-geral da Adab, Paulo Emílio Torres.

Os participantes do evento encerraram a programação fazendo uma visita técnica a uma fazenda experimental da divisão Gado de Leite, da Embrapa, no município de Coronel Pacheco, onde puderam conhecer a tecnologia leiteira utilizada no local, com o objetivo de agregar novas estratégias às atividades já desenvolvidas.

Participaram do evento o coordenador de Operações Especiais da Adab, Adilson Pinheiro, o gerente técnico de Juazeiro, Fábio Cedraz, e o diretor de Pecuária da Seagri, Luiz Miranda, que apresentou um plano estadual.
Fonte: Sonda Brasil em 26/07/2012

Notícias

Produtores de suínos apresentam e comercializam animais na Expoacre
 
Produtores de suínos apresentam e comercializam animais na ExpoacrePorco não é suíno. É o que diz o presidente da recém-fundada Cooperativa de Suínos do Acre (Suinac), Tommaso Solito. Ele explica: o suíno, diferentemente do porco “caipira”, tem genética definida, é criado em confinamento, com ração balanceada e tem padrão de manejo.

O que resulta, segundo Solito, num animal mais saudável e gera uma carne de qualidade mais elevada para o consumo humano. Em vários países, o rebanho tem sido classificado pelos criadores, nos últimos anos, como suíno light: tem 33% menos colesterol que a carne bovina, muito fósforo e potássio.

A aparência dos animais também é singular. Eles continuam ganhando grandes proporções, mas, no lugar da banha, há muita massa muscular. Quem haveria de supor, os suínos estão “sarados”.

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Pequenos Negócios (SEPN) e da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), está apoiando os pequenos produtores dessa cultura, oferecendo o suporte técnico necessário para expandir suas criações.

Confiantes na conquista de um mercado cada vez mais interessado em manter a forma, os quase 50 acreanos integrantes da nova cooperativa já estão apostando no filão do suíno musculoso de cintura fina.

Fonte: Agencia Notícias do Acre em 26/07/2012

Cooperativismo

Cooperativa apoiada pelo governo da Paraíba vira destaque em portal nacional
 
Cooperativa apoiada pelo governo da Paraíba vira destaque em portal nacionalA Cooperativa de Flores da cidade de Pilões, no Brejo paraibano, foi destaque no portal UOL, desta quinta-feira (26). O trabalho, gerenciado por um grupo de 22 mulheres, recebe apoio do Governo do Estado, através do programa Empreender-PB. De acordo com o subsecretário do programa, Jadson Xavier, o governo disponibilizou financiamento para a cooperativa investir na construção de galpões e aquisição de sementes.

A cooperativa produz 12 tipos de flores, desde a rosa vermelha até a gérbera. A produção média mensal ultrapassa 700 pacotes de flores. O objetivo das cooperadas é ampliar a produção para mil pacotes até o próximo ano. O programa Empreender Paraíba já beneficiou mais de 5 mil paraibanos nos sete primeiros meses de 2012, com investimentos que ultrapassam R$ 5,5 milhões na economia estadual, através das linhas de crédito destinadas aos microempreendedores.

A reportagem do UOL ainda destaca a trajetória de sucesso das agricultoras, inclusive os prêmios nacionais pelo empreendedorismo.

 Fonte: Paraibaja em 27/07/2012