segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

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Governo Federal investirá mais de R$ 55 milhões em máquinas para o Espírito Santo.


Foto: Naiara Pontes/MDA
Nesta segunda-feira (24), 34 municípios capixabas receberão máquinas por meio da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Serão entregues 36 equipamentos – 34 caminhões-caçamba, um caminhão-pipa e uma pá carregadeira – destinados à revitalização das estradas vicinais, que ligam o campo ao perímetro urbano, e à melhoria de distribuição de água nos municípios.
Coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a ação vai beneficiar cerca de 250 mil camponeses, sendo mais de 34 mil famílias de agricultores. No maquinário, a ser entregue na capital Vitória, foram investidos quase R$ 9 milhões. Após a entrega, 134 equipamentos terão sido doados a 67 municípios, totalizando um investimento superior a R$ 32 milhões.

Segundo o delegado do MDA no estado, Josean Vieira, os equipamentos vão auxiliar no desenvolvimento da agricultura familiar no estado e facilitar o acesso à cidadania. “As estradas vicinais são importantes, pois é por elas que os alimentos produzidos pela agricultura familiar são escoados. Além disso, é por essas vias que se faz o transporte de crianças para as escolas”, conta.

Josean afirma que, até o meio do ano, todos os 67 municípios do Espirito Santo receberão os três equipamentos a que têm direito: retroescavadeira, motoniveladora e caminhão-caçamba. “Os municípios estão passando muita dificuldade com as fortes chuvas que assolaram a região nas últimas semanas. As estradas estão avariadas e é importante que as localidades recebam as máquinas para continuar o trabalho começado pelos outros veículos”, garante o delegado.

PAC ES

Até o fim do programa, serão entregues 206 equipamentos a 67 municípios do Espírito Santo. Mais de R$ 55 milhões serão investidos, em benefício de quase 500 mil moradores do campo, entre eles quase 60 mil famílias de agricultores.

Serviço

Entrega de 36 equipamentos a municípios do Espírito Santo

Data: 24 de fevereiro (segunda-feira)

Horário: 10h

Local: Av. Fernando Ferrari s/n. Universidade Federal do Espírito Santo. Auditório Cine Metrópole - Vitória (ES)

Nome Autor: 
João Paulo Biage
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Foto: Rômulo Serpa/MDA

Moradores da zona rural de 36 municípios rondonienses serão beneficiados, na segunda-feira (24), com motoniveladoras doadas pelo Governo Federal. A ação, que faz parte da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), destinou recursos da ordem de R$ R$ 15,5 milhões para aquisição das máquinas. Os equipamentos visam contribuir para melhoria das estradas vicinais e para o escoamento da produção de aproximadamente 213 mil pessoas, dentre elas, 42 mil famílias de agricultores.

Conforme o delegado federal do MDA no estado, Genair Capelini, com a entrega dos veículos, o ministério universaliza a doação de motoniveladoras para o estado. “Dos 52 municípios de Rondônia, 45 tem menos de 50 mil habitantes e, agora, contarão com retroescavadeira e motoniveladora. Falta apenas o caminhão-caçamba”, explica.

As máquinas doadas pelo PAC 2 tem desempenhado papel importante na zona rural de todo o País. Conforme o prefeito de Cerejeiras, Airton Gomes, “é uma ação nunca vista antes em nenhum outro país”. O município, que já conta com uma retroescavadeira, tem aproximadamente 400 quilômetros de estradas vicinais e em média 800 agricultores familiares.
Na avaliação do prefeito, a produção de leite e de hortifrutigranjeiros, predominantes no município, serão facilitadas, ainda mais, quando Cerejeiras receber o conjunto das máquinas. “Agora só vai faltar o caminhão-caçamba. Essas doações são de grande valia para nós”, afirma.

De acordo com Airton, a ação vem em boa hora, tendo em vista que as máquinas que existiam no município estavam em situação precária. “A patrol é de suma importância, para nós fazermos o serviço nas estradas vicinais. As duas motoniveladoras que tínhamos estavam muito velhas”, atenta.

PAC 2 em Rondônia

O investimento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) com a compra de máquinas para o estado já ultrapassa os R$ 11 milhões. Com esta entrega, o valor disponibilizado ultrapassará os R$ 27 milhões. Todos os municípios do estado, com menos de 50 mil habitantes, fora dos grandes centros, já foram contemplados com retroescavadeiras pelo PAC 2.
Ao todo, Rondônia já recebeu 54 equipamentos, 45 retroescavadeiras e 9 motoniveladoras. Ainda este ano, serão entregues mais 45 caminhões-caçamba para o estado. Ao final das entregas, o investimento total estimado será de mais de R$ 37 milhões.
Serviço
Solenidade de entrega de máquinas do PAC 2
Data: 24 de fevereiro (segunda-feira)
Horário: 9h
Local: Incra – Av. Lauro Sodré
Nome Autor: 
Tássia Navarro
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EBDA participa de Grupo de Trabalho para desenvolver a cajucultura na Bahia

Com a finalidade de elevar a produtividade e a melhoria da qualidade da cajucultura na Bahia, a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), participa de um Grupo de Trabalho responsável pela elaboração de um projeto voltado para o desenvolvimento da cultura. Essa ação, que  é uma iniciativa da Casa Civil, Seagri/Suaf/, EBDA, Fundação Banco do Brasil, Adab, Embrapa e Coopercaju, é focada na propriedade familiar.


Segundo o engenheiro agrônomo e técnico em Desenvolvimento Rural da EBDA, Nilton Caldas, uma das principais ações visualizadas no projeto, é o controle de doenças fúngicas, a exemplo do oídio (oidium anacardii), responsável por reduzir em 80% a produção de caju na Bahia, como ocorrido na safra 2013/2014. “Estamos promovendo uma série de reuniões para definir medidas de controle sustentável para a doença, e a EBDA participa diretamente da elaboração do conteúdo do projeto, pois trabalha há mais de 20 anos com a cajucultura, sendo referência no Estado”, destaca Caldas. 

O técnico informa que, durante as reuniões, estão sendo apresentadas as ações da EBDA voltadas para o desenvolvimento da cadeia produtiva do caju, e entre elas destaca os trabalhos de pesquisa com a cultura, a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), prestada aos cajucultores do Estado, a produção de mudas e de novos materiais genéticos, as capacitações dos agricultores, implantação de novas áreas e substituição de copas – técnica que consiste na substituição da parte aérea das plantas por clones de alta produção e porte reduzido, através do processo de enxertia-. 

Para discussão das atividades sobre o desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Caju está previsto um seminário, coordenado pela equipe do Centro de Formação de Agricultores Familiares do Território Semiárido Nordeste II, (Centrenor/EBDA), localizado em Ribeira do Pombal, no dia 30 de abril. 

Situação da cajucultura

O engenheiro agrônomo, pesquisador e chefe do Centrenor, José Augusto Garcia, relata que a última grande seca que ocorreu no estado prejudicou a cultura do caju, causando a mortalidade de plantas, estimada em 15%, tanto do cajueiro comum, quanto do cajueiro anão precoce. 

Ele também explica que o modo de produção baseado no sistema semi-extrativista não recebe tratos culturais adequados, tais como: correção e adubação do solo, podas sanitárias e de formação das plantas, e controle de pragas e doenças. “Em função desse cenário, o programa beneficiará os agricultores, sobretudo, estimulando a produção de caju e geração de emprego e renda para a família, promovendo mudanças na realidade do agricultor”, expõe Garcia. 

O programa, ainda embrionário, vai definir metas e diretrizes do projeto, antes da sua consolidação. A previsão da conclusão é para o mês de maio deste ano, bem como a sua efetivação.


Fonte:
Assimp/EBDA
(71)3116-1907

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

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Exportação do agronegócio é recorde em 2013 e eleva superávit do Brasil
 
A receita com as exportações do agronegócio brasileiro foi de US$ 101,5 bilhões em 2013, valor 4% superior ao do ano anterior, o que se configura novo recorde – em termos nominais –, segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, divulgado em 06 de fevereiro.
 
Essa expansão ocorreu via volume (IVE-Agro/Cepea), que alcançou nova máxima histórica, com alta de 14,2%, já que os preços médios de exportação em dólar (IPE-Agro/Cepea) recuaram 7,5% no período. Como a Balança Comercial brasileira apresentou superávit de apenas US$ 2,5 bilhões no ano, o agronegócio contribui para amenizar o saldo comercial dos outros setores da economia, uma vez que gerou superávit da ordem de US$ 83 bilhões, constada o relatório.
 
Apesar de terem recuado em um ano, os preços médios de exportação em dólar (IPE-Agro/Cepea) mantiveram-se em patamares elevados, com a demanda seguindo tão firme a ponto de elevar o volume (IVE-Agro/Cepea) ao recorde. Nesse período, houve desvalorização do Real (Índice de Câmbio Efetivo do Agronegócio – IC-Agro/Cepea), de 1,2% em relação a 2012, mas essa queda não foi suficiente para compensar toda redução nos preços médios em dólares (IPE-Agro/Cepea). Assim, a atratividade das exportações (IAT-Agro/Cepea) – medida pelos preços externos convertidos em Reais – apresentou variação negativa no ano, de 7%.
 
Segundo pesquisadores do Cepea, nos últimos 14 anos (de 2000 a 2013), o agronegócio brasileiro tem contribuído fortemente para a geração de divisas para o País. No período, o volume exportado cresceu quase 230% e os preços externos, 101%. O saldo comercial (receitas das exportações menos gastos com importações) mais que quintuplicou, com crescimento de 468%.
 
No acumulado desses últimos 14 anos, foram gerados, líquidos, mais de US$ 500 bilhões, sendo quase US$ 83 bilhões só em 2013. Pesquisadores do Cepea indicam que esse resultado mostra a importância do agronegócio para a economia brasileira, já que, além de criar emprego e renda, o setor tem contribuído fortemente para a estabilidade macroeconômica do País por meio de seu faturamento, ajudando a amenizar o déficit comercial oriundo de outros setores produtivos.
 
A China se consolidou como a principal parceira comercial do agronegócio brasileiro em 2013, absorvendo 22,9% do total exportado pelo setor, em termos de faturamento. A Zona do Euro se configurou como segundo maior destino, com participação de 20,7% na receita gerada, percentual ligeiramente inferior ao do ano anterior, que foi de 21,6%. Os Estados Unidos se mantiveram em terceiro lugar, com 7,1% do total exportado pelo Brasil. Além destes, os outros importantes demandantes foram: Japão, Rússia, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Venezuela, Hong Kong e Irã.
 
Para 2014, segundo pesquisadores do Cepea, a produção agropecuária brasileira deve continuar crescendo, assim como a demanda da China e Índia, embora a taxas menores. A expectativa é que o Real continue se desvalorizando, devido à recuperação da economia norte-americana. Sendo assim, o cenário positivo para as exportações agrícolas brasileiras deve se manter neste ano.

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Demanda por cafés especiais do Brasil cresce 15% ao ano
 
Foto: Divulgação Embrapa
O consumo dos cafés especiais cresce de maneira expressiva no Brasil e no mundo comparativamente ao mercado dos cafés comuns. Dados recentes mostram que a demanda pelos grãos especiais cresce em torno de 15% ao ano, principalmente no exterior, em relação ao crescimento de cerca de 2% do café commodity. O segmento representa hoje cerca de 12% do mercado internacional da bebida.
 
O valor de venda atual para alguns cafés diferenciados tem um sobrepreço médio que varia entre 30% e 40% do café convencional. Em alguns casos, pode ultrapassar a barreira dos 100%. Devido à diversidade de regiões ocupadas pela cultura do café, o País produz tipos variados desse produto, fato que possibilita atender às diferentes demandas mundiais, referentes a paladar e preços.
 
O Brasil tem 12 principais regiões produtoras de café (identificados como Sul de Minas, Matas de Minas, Chapada de Minas, Cerrado de Minas, Mogiana-SP, Montanhas do Espírito Santo, Conilon Capixaba, Paraná, Planalto da Bahia, Cerrado da Bahia e Conilon de Rondônia), o que evidencia a variedade de aromas e sabores dos cafés do Brasil. Mesmo sendo os aspectos sensoriais os mais relevantes na caracterização de um café especial, os padrões de sustentabilidade ambiental, econômica e social da cafeicultura brasileira cada vez mais têm influenciado na caracterização do produto.
 
Para saber da expansão dos vários Cafés Especiais do Brasil no mercado interno e externo, e ainda sobre o que falta fazer para consolidar e conquistar novos mercados, a Embrapa Café (Brasília, DF), coordenadora do Consórcio Pesquisa Café, entrevistou Vanúsia Nogueira, diretora-executiva da Associação Brasileira de Cafés Especiais – BSCA.
 
Para ler a matéria na íntegra, acesse os sites da Embrapa Café e do Consórcio Pesquisa Café.

Carolina Costa (MTb 7433/DF) e Flávia Bessa (MTb 4469/DF)
Embrapa Café
Contatos: 61 9221-9484 / flavia.bessa@embrapa.br
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Mapa elabora política fitossanitária que inclui cultura do cacau
 
A elaboração da política fitossanitária para o cacau foi um dos temas apresentados aos integrantes da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Cacau, nesta quinta-feira, 13 de fevereiro, em Brasília. O diretor de Sanidade Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luís Rangel, informou que a nova proposta pretende direcionar a ação governamental para sanidade vegetal, com vistas a contribuir para a formulação da política agrícola.
 
De acordo com o diretor da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Helinton Rocha, culturas permanentes como o cacau são muito vulneráveis às doenças e pragas, causando danos a médio e longo prazos, fora os investimentos realizados na plantação. “As lavouras encontram-se nos biomas Mata Atlântica e na Floresta Amazônica e esses biomas são desafios tecnológicos para o terceiro milênio no desenvolvimento de uma agricultura de alta sustentabilidade”, afirma.
 
Outro momento de discussão foi na apresentação das funções da Agência de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). O presidente da Câmara, Guilherme Moura, disse que foi organizado um grupo de trabalho que oferecerá ao Mapa e ao Ministério do Desenvolvimento Agrário uma agenda de trabalho para a modernização da extensão rural exercida pela Ceplac há 56 anos, e aos parceiros das antigas Ematers e da Embrapa. Eles irão atuar nos sistemas agroflorestais que incluem as culturas consorciadas com o cacau (banana, seringueira etc) e com a nova conformidade que a política da Anater preconiza.
 
O primeiro encontro de 2014 estabeleceu ainda a agenda de trabalhos e discussões que a instância irá travar durante o ano.
 
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Projeto Reniva prevê mudanças radicais na cadeia produtiva da mandioca na Bahia
 
A cadeia produtiva da mandioca na Bahia envolve diretamente 100% dos agricultores familiares do Estado e é considerada pelos técnicos da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), responsável pela Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) pública, gratuita, como a mais importante cadeia, do ponto de vista socioeconômica da agricultura familiar.
 
A mandioca é uma cultura alimentar considerada a base da população mais carente do Estado. Apesar de ser considerado um produto de subsistência, a mandioca também é um produto de mercado, pois todo o excedente produzido pela agricultura familiar é comercializado na forma dos seus diversos derivados.
 
Na Bahia, levando em conta a importância socioeconômica, a cadeia da mandioca possui alguns gargalos na produção, tais como baixa adoção de tecnologia por parte dos agricultores de produtividade.
 
Por muitos anos, a Bahia foi o primeiro produtor nacional de mandioca e, hoje, detém o terceiro lugar, por conta de redução da área plantada e a produtividade ter se estabilizado em um patamar muito baixo, sendo superado por outros estados como Paraná e São Paulo. Em área plantada, a Bahia é o segundo Estado, ficando atrás apenas do Pará.
 
Esses e outros entraves, como a estiagem prolongada que atingiu o Estado desde 2011, que reduziu a zero a produção de diversas regiões produtoras, perdendo inclusive as sementes, levaram a EBDA, a Embrapa, e outros parceiros, a desenvolverem um projeto que visa a multiplicação e transferência de materiais propagativos de mandioca, com qualidade genética e fitossanitária para o estado da Bahia, o Projeto Reniva.
 
Criado em 2011, este projeto prevê inclusive uma mudança nos paradigmas culturais, um dos maiores entraves para a adoção, pelos agricultores familiares do Estado, de técnicas e tecnologias recomendadas. “A resistência à introdução de novas variedades mais resistentes e produtivas, às técnicas de plantio e tratos culturais, como espaçamento, limpeza da área e adubação, são fatores que deverão ser reavaliados em consonância com os agricultores”, disse o engenheiro agrônomo da EBDA e um dos coordenadores do projeto, Nereu Pereira do Monte.
 
Segundo o agrônomo, o projeto se propõe na etapa inicial, a levantar, em todo o Estado, sementes de material genético de qualidade, e a pesquisa destes materiais, com avaliação tanto do ponto de vista qualitativo quanto quantitativo. “É importante conhecermos questões como produtividade, resistência a pragas e doenças, tempo de maturação, dentre outros aspectos que determinam um bom produto, considerando ainda a região para onde cada variedade deve ser plantada”, explicou Do Monte.
 
Com a identificação de variedades apropriadas, o programa vai tratar da implantação de unidades didáticas em áreas dos agricultores familiares, onde eles poderão acompanhar o desempenho do material indicado pela pesquisa e, dessa forma, possam livremente melhorar a sua produção. “Essa é uma forma garantida de demonstrarmos a necessidade que o agricultor possui de mudar a forma de cultivar a mandioca, pois estará acompanhando o plantio em sua região, e observando os resultados obtidos com o uso de tecnologia”, disse o agrônomo.
 
Outra vantagem para o agricultor familiar que aderir ao Reniva, é que outras questões estarão sendo implementadas paralelamente, como a comercialização e o aproveitamento integral da cultura. “A mandioca deixa de ser um produto apenas alimentar e passa a ser industrial, com o aproveitamento total da planta, desde as folhas e o caule, como também de sua raiz”, garante o técnico.
 
Albérico Paixão, também um dos colaboradores do Projeto e do Comitê Técnico, comenta a importância da recente participação de outros programas de comercialização, no Projeto. “Além do Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar), que já adquire os produtos da agricultura familiar, está sendo vinculado o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos), que garantirá, por sua vez, a compra e doação simultânea das manivas-sementes produzidas pelos agricultores familiares”, complementou Paixão.
 
 
 Fonte: 
Assimp/EBDA, 14/02/2014
(71) 3116-1907
ebda.imprensa@ebda.ba.gov.br                                      
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