terça-feira, 13 de setembro de 2011

Economia Solidária

Agricultores familiares de Juazeiro aumentam renda com horta comunitária
Os agricultores familiares dos bairros João Paulo II e Pau Preto, que plantaram legumes e hortaliças de forma comunitária já estão colhendo os frutos da atividade. A produção de alface, coentro, cebolinha, rúcula, pimentão, espinafre, couve-flor dessas hortas são comercializadas em feiras livres de Juazeiro, a ação faz parte do projeto de fomento da agricultura familiar da Secretaria da Agricultura (Seagri), através da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), em parceria com a Prefeitura Municipal de Juazeiro.
No primeiro semestre a EBDA realizou dias de campo nessas localidades, assim como atividades de assistência técnica e extensão rural (Ater) em comunidades dos 10 municípios que compõem o Território do Sertão do São Francisco, o que gerou uma produção, a priori, de consumo interno. Com a ratificação das hortas, os agricultores familiares decidiram aumentar a produção e comercializar o excedente.

A expectativa é incluir esses produtos na merenda escolar estadual e municipal, através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), já que existe uma determinação governamental assegurando que 30% da merenda escolar seja adquirida de agricultores familiares.

Cooperativismo

Cooperativas de crédito brasileiras se destacam na América Latina

Cinco cooperativas brasileiras entre as dez primeiras colocadas em ranking divulgado pela DGRV
As cooperativas de crédito brasileiras estão entre as maiores instituições da América Latina, conforme estudo sobre o cooperativismo de crédito divulgado pela Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV). São elas quem reúnem o maior número de cooperados, com 5,1 milhões, só perdendo para as mexicanas, que congregam mais de 5,6 milhões. Considerando os ativos totais como critério, o documento apresenta um ranking das maiores organizações, no qual se destacam cinco cooperativas brasileiras entre as dez primeiras colocadas. E, entre as 100 maiores, 61 são do Brasil.

A Cooperativa de Crédito Credicitrus (SP) aparece em terceiro lugar na relação, com cerca de U$ 1,3 bilhão de ativos. Na liderança, está a cooperativa chilena Coopeuch, que soma U$ 2 bilhões, seguida de mexicana Caja Popular, com U$ 1,9 bilhão. “O cooperativismo de crédito brasileiro é, sem dúvida, uma excelente referência na América latina”, comemora o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Sílvio Giusti.

Ele atribui os resultados a algumas características, tais como: verticalização, supervisão e organização. Giusti ressalta ainda que o impacto social da atuação das cooperativas de crédito vai muito além da participação no mercado financeiro. “Todos os recursos captados e os resultados gerados são reaplicados nas comunidades”, destaca o gestor.

O cooperativismo de crédito tem apresentado, nos últimos anos, índices históricos de crescimento no Brasil. Em 2002, o setor movimentava R$ 11,5 bilhões, passando para R$ 68,7 bilhões em 2010, o que indica um aumento de 490%. Hoje, as cooperativas do ramo já são mais de 1.300 no país, gerando cerca de 56 mil empregos diretos e com mais de 4,5 mil pontos de atendimento.

http://www.ocb.org.br/site/agencia_noticias/noticias_detalhes.asp?CodNoticia=12035

Cooperativismo

Cooperativa amplia linha de iogurtes
As novidades começam pelo novo visual das embalagens
A linha de iogurtes da Frimesa está totalmente repaginada. As novidades começam pelo novo visual das embalagens onde os novos elementos gráficos exploram a ilustração, modernizando o produto ao mesmo tempo que informam o sabor das frutas. Outra mudança está no agrupamento dos produtos por família – tradicionais, tradicionais light, funcionais e funcionais light. As novidades reforçam ainda mais a presença da marca Frimesa nas ilhas de refrigerados do varejo.
São 54 produtos diferentes sendo nas versões garrafa (porção família 850g e individual 170g) copo com 165g , bandeja com oito unidades sendo 540g e pacote nos mais variados sabores. Os lançamentos trata-se de mais um importante passo da cooperativa para valorizar a produção dos pecuaristas integrados e a diversificação é um ganho trazido pelos investimentos destinados a industrialização de produtos de valor agregado.
Investimentos
“Quando definimos pela construção de uma planta de refrigerados avançamos na estratégia de oferecer produtos lácteos de qualidade, menos sensíveis as oscilações de mercado como os prontos para o consumo que vão direto à prateleira”, justifica o presidente Valter Vanzella fazendo referência aos quase dez milhões de reais aplicados na indústria em Matelândia que além dos iogurtes produz as linhas de bebidas lácteas, leite pasteurizado, creme de leite fresco e petit suisse. Os investimentos ampliaram a capacidade de produção diária de iogurtes Frimesa, que passou de 40.000 para 70.000 quilos com duas linhas de envase dos iogurtes copo, duas máquinas para o garrafa, uma linha para bandeja e uma para o pacote. “Já adquirimos mais uma máquina de iogurte bandeja que a partir de dezembro estará funcionando, duplicando a produção desse item”.
DivulgaçãoOs lançamentos serão comercializados em todo o Brasil e, para promover a divulgação, primeiramente o foco estará centralizado no ponto de venda com abertura de espaço, cadastramento, participação em tablóides e ações junto ao cliente. A Frimesa também está veiculando em anúncios de outdoor e revistas do setor varejista. “Nesse momento estamos trabalhando para abrir mercado e, principalmente, fazer com que o consumidor encontre o produto nas gôndolas”. Ainda, de acordo com Vanzella, o destaque na comunicação dos iogurtes são as embalagens trabalhadas pelo marketing, a fim de valorizar e facilitar a identificação na gôndola. Com formato moderno, o design chama a atenção para o sabor, destacando a marca e as frutas e agrupamento por famílias que identificam as linhas.
(Fonte: Assessoria de Imprensa Frimesa)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Notícias

Energia gerada a partir do Biogás.

Petrolina pode ser o destino de usina de biogás, capaz de transformar lixo em energia limpa . O município recebeu a visita de representantes da Bio Energia Soluções em Grupo, interessados em investir na cidade.

A usina terá capacidade para receber 2 mil toneladas de lixo/dia que, processados, irão gerar uma corrente elétrica de 12 mil volts, suficiente para abastecer uma cidade com 2 milhões de habitantes, sem prejudicar o meio ambiente. É uma produção limpa, na qual os resíduos que servem para gerar energia, também são matérias-primas para o etanol, camada asfáltica e brinquetes de biomassa, espécie de bastões que substituem a lenha.

O vice-presidente mundial da Bioenergia Soluções em Grupo, Johannes Steinacker, disse que a expectativa da empresa é investir R$ 250 milhões na cosntrução da usina e que mais de 10 mil empregos serão gerados em Petrolina e região. Segundo Johanne, a escolha por Petrolina é devido a sua localização de fronteira. "Temos aqui três estados próximos, o que facilita tanto a captação de lixo à expansão de corrente elétrica."

De acordo com Marlize Mainardes, gestora de Usina de Projetos, o município vem procurando conhecer alternativas de geração de energia. "Hoje, existe uma discussão mundial sobre a destinação dos resíduos sólidos e a produção de energia limpa para impedir danos ao meio ambiente. Petrolina também está preocupada com essa questão . Por isso, queremos encontrar um destino para o nosso lixo e garantir o bem-estar das futuras gerações", salientou.

A Bioenergia Soluções em Grupo é a única empresa que possui patente para utilizar esse tipo de tecnologia na produção de energia. No mundo, existem, atualmente, duas usinas em operação e mais 11 em construção, em países como EUA, Grécia e Índia.  



Notícias

Mapeamento da gestão de resíduos sólidos.

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) lançou o mapeamento da gestão de resíduos sólidos no Estado de Pernambuco. Além de analisar o atual cenário da gestão integrada de resíduos, o mapa servirá como elemento norteador para os municípios que ainda não se enquadraram nas metas da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos que estabelece, por exemplo, a extinção dos lixões até 2014 e a obrigatoriedade da criação de planos de gestão.

Notícias

7a. FEIRA DO VINHO E DA UVA DO NORDESTE - VINHUVA FEST 2011.

Acontecerá, de 6 a 9 de outubro, na cidade de Lagoa Grande/PE, a VinhUva Fest 2011, que tem como objetivo atrair a agricultura familiar para a cadeia produtiva do vinho e da uva do Vale do São Francisco. O idealizador do VinhUva Fest, Jorge Garziera, frisou que a feira está com a missão de dá um novo impulso ao Pólo Vitivinícola, quando foca o pequeno agricultor familiar.

O evento é realizado no Parque de Eventos da Uva e do Vinho em Lagoa Grande. O Governo do Estado e Ministério da Integração Nacional, que são parceiros dos idealizadores, acreditam que serão investidos cerca de R$ 1 milhão entre a montagem do pavilhão e dos estandes da feira e a realização dos shows com artistas nacionais e regionais.

Em Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Petrolina (municípios pernambucanos) e em Casa Nova, Bahia, são oito vinícolas implantadas gerando, em média, 10 mil empregos diretos e produzindo oito milhões de litros de vinhos finos/ano.

Na VinhUva Fest 2011, tanto a área interna como a externa do local da feira serão transformadas em praças temáticas. Na área interna, ficarão em exposição estandes das vinícolas com espaço para degustações, espaços institucionais e um palco para apresentações culturais. Na mesma área, haverá uma vititeca com a mostra de 70 variedades de uvas produzidas no vale do São Francisco.

Na programação, acontecerá o primeiro seminário da agricultura familiar da VinhUva Fest, cursos e palestras relatando experiências de intercâmbio de famílias produtoras da Serra Gaúcha que fazem parte da grande cadeia produtiva familiar da principal região produtora do país.

domingo, 11 de setembro de 2011

Economia Solidária

Produção de mel gera renda para agricultores familiares
Com a crescente valorização dos produtos apícolas no país, agricultores familiares do território do Sertão do São Francisco, intensificaram suas atividades agrícolas para a apicultura com ênfase na produção de mel. Somente esse ano, de janeiro ao final de julho, agricultores do território produziram 483,1 mil quilos de mel, com destaque para os municípios de Campo Alegre de Lourdes, Remanso e Pilão Arcado, que contribuíram com os bons resultados, atingindo, respectivamente, as marcas de 155, 64, e 63 toneladas de mel.

Ainda completa a produção de mel no território os municípios de Canudos com 61 toneladas, Casa Nova (62 toneladas), Juazeiro (22 toneladas), Uauá (26 toneladas), Curaçá (17 toneladas), Sobradinho (11 toneladas), e Sento-Sé (858 kg). A Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), presta assistência técnica e extensão rural, através de capacitações e dias-de-campo, realizados junto aos produtores do território e potencializou em 89% a produção de mel, em 2011.

De acordo com o técnico da EBDA, Carlos Roberto Ribeiro, a empresa capacitou este ano 283 famílias de agricultores, por meio de 15 treinamentos nas principais regiões produtoras de mel. “Nossa meta é realizar mais 42 cursos, totalizando até o final do ano 57 treinamentos, capacitando cerca de 970 famílias”, lembrou o técnico. Compõe o treinamento: práticas de povoamento, alimentação artificial para os enxames e manejo apropriado para a produção.

http://www.gazzeta.com.br/?p=noticia&s=economia&id=10744