quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Economia Solidária

 
Campanha permanente contra os Agrotóxicos lança projeto no Catarse
Fonte: Catarse (www.catarse.me)
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A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida está com um projeto no Catarse pedindo colaboração para arrecadar R$ 18.800,00 e potencializar suas atividades pelo país. A campanha surgiu em abril de 2011 após muitos representantes de movimentos sociais, ambientais, estudantis e pesquisadores na área da nutrição e saúde manifestarem sua preocupação e indignação com o fato de o Brasil ter se tornado o campeão mundial absoluto no uso de agrotóxicos!
O projeto pretende realizar:
Seminários para colaboradores (eles irão multiplicar nosso trabalho!);
Sessões de cine-debate com o filme O Veneno Está na Mesa, palestras e cursos em comunidades, escolas e ONGS; panfletos informativos;
Criação, impressão e distribuição gratuita de cartilhas, cartazes e panfletos
Produção de um vídeo de curta metragem para sensibilizar o público;
Realização de ações junto ao poder público e propostas legislativas;
Apoio a criação e manutenção de hortas orgânicas comunitárias;
Manutenção de um canal de comunicação constante com a sociedade, fornecendo orientação e convidando para ações!
Colaborem com a iniciativa e obtenham maiores detalhes do projeto através do site:http://catarse.me/pt/projects/851-transformacao-agroecologica-colaborativa

Economia Solidária

SENAES lança apoio ao Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário

 
Fonte: SENAES (www.senaes.mte.gov.br)
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A Secretaria Nacional de Economia Solidária - SENAES, por meio de Edital de Chamada Pública SENAES/MTE no 002/2012, lança o projeto Apoio ao Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário por meio do reconhecimento de práticas de comércio justo e solidário.
O objetivo deste edital é promover a organização do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS), por meio da identificação, reconhecimento e registro de práticas de comércio justo e solidário como instrumento para a inclusão social e geração de trabalho e renda com base nos princípios da economia solidária oportunizando a inserção produtiva das famílias beneficiadas no Plano Brasil Sem Miséria.
A Data final para envio da proposta e documentação complementar é 30/09/2012.
Para acesso ao edital: http://e.eita.org.br/sncjs

Notícias

Pacote de investimentos para portos terá como objetivo aumentar número de terminais

Segundo o presidente da EPL, Bernardo Figueiredo, o governo deve apresentar sua proposta de operação ainda este mês

As medidas para os portos que serão anunciadas pelo governo federal nos próximos dias terão como objetivo ampliar o número de terminais no país, disse nessa terça, dia 4, o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo. Segundo ele, o governo ainda não definiu qual será o modelo de investimentos que será adotado para os portos.
 
– Vamos avaliar todas as alternativas de gerar investimentos. A prioridade é gerar capacidade portuária para que atenda a demanda até 2030, estamos identificando qual a melhor forma – disse, durante o evento Brasil nos Trilhos, promovido pela Associação Nacional de Transportadores Ferroviários (ANTF).
 
Segundo Figueiredo, o governo deve apresentar sua proposta de operação de portos ainda este mês.
 
– Vai ser um programa de investimento agressivo, para atacar os principais problemas, trazer uma ampliação de capacidade que supere os gargalos que temos hoje – declarou.
 
O presidente da EPL participou recentemente de uma comitiva que visitou alguns portos da Europa para conhecer os modelos de operação de outros países. Segundo Figueiredo, eles são parecidos com os do Brasil, com uma autoridade portuária pública e com operação privada.
 
– A principal coisa que eles têm mais que a gente é que são terminais mais modernos. Mas eles têm portos com limitações também – concluiu.

Cooperativismo

OCB/ES 40 ANOS - Conheça mais sobre o que é o cooperativismo e os modelos que o antecederam ao redor do mundo!
Essa semana, no último dia 4 de setembro (terça-feira), a OCB/ES comemorou 40 anos de existência. São quatro décadas realizando estudos, promovendo a divulgação do sistema cooperativista, criando novas cooperativas, prestando assessoria técnica, mantendo a integração com outros órgãos do cooperativismo e representando o Sistema perante as autoridades de maneira especial!
Sendo assim, durante toda a semana, o site do Sistema OCB-SESCOOP/ES vai mostrar de forma especial, um pouco da história do cooperativismo no Estado, no Brasil e no mundo, além de curiosidades sobre o setor cooperativista desde o seu surgimento.
Aproveitamos a oportunidade para parabenizar a todos aqueles que ajudaram a construir a história do cooperativismo capixaba e que ao longo das décadas estão ajudando a construir um mundo melhor!
Hoje, por exemplo, nós vamos falar sobre o que é o Cooperativismo e os modelos que o antecederam ao redor do mundo inteiro!
VAMOS LÁ...
Desde os primórdios da humanidade, em várias civilizações, há registros fantásticos de cooperação. Citam-se apenas os seguintes:
Na Babilônia, muito antes de Cristo, já existia um sistema de exploração em comum de terras arrendadas.
Na Grécia antiga havia diversas formas de associações, denominadas “Orglonas” e “Tiasas”, entre as quais as que objetivavam garantir o enterro e sepultura decente aos associados.
No México, os indígenas organizavam-se em comunidades, chamadas “ejidos”, hoje transformadas em cooperativas integrais de produção agrícola.
Em Roma havia os colégios romanos para agregar artesãos, carpinteiros, sapateiros e outros ofícios, visando à ajuda mútua e à solidariedade entre seus membros.
Na Palestina os essênios tinham a colônia comunal em En-Gedi, conhecida por “a fonte do cabrito”, perto das Cavernas de Qumran, caracterizada pela ajuda mútua.
Na Armênia, os produtores de leite se organizavam em grupos para beneficiar e comercializar a sua produção.
Na Romênia, os pescadores se organizavam em associações para produzirem seus instrumentos de pesca e venderem o pescado.
Na França havia as "frutiéres", que eram associações com a finalidade de transformar e vender a produção agrícola dos associados. Várias delas depois se tornaram cooperativas.
No Peru, os indígenas organizavam comunidades em “ayllos”, que semeavam e colhiam suas lavouras com instrumentos de propriedade coletiva.
Na Sérvia havia as "zadrugas", sistema patriarcal de propriedade rural, onde uma clã de famílias produzia em comum e atendia às necessidades dos seus membros.
Na Rússia existiam os "mirs", que eram organizações de produtores rurais nas terras de um fazendeiro, que recolhiam impostos ao fazendeiro pelo uso da terra. Lá também havia os "artéis" como associações de agricultores ou de pescadores.
MODELOS QUE ANTECEDERAM O COOPERATIVISMO NO BRASIL
No Brasil houve vários quilombos, organizados por escravos fugitivos, destacando-se a República dos Palmares, sob a liderança de Zumbi.
No Brasil, na Argentina, no Paraguai e no Uruguai houve as "reduções jesuíticas", uma organização de índios guaranis assessorados por padres jesuítas, entre 1610 a 1760, resultando num estado cooperativo em bases integrais.
Mediante grandes armazéns, os índios asseguravam provisões de alimentos para períodos de escassez. Quando alguma redução enfrentava dificuldades, devido a secas, pragas ou outros motivos, as demais a socorriam até que a calamidade fosse superada. Mas cada uma tinha consciência clara de seus direitos e obrigações, buscando a autossuficiência.
Esse foi um modelo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem-estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse econômico da produção.
Ao todo chegaram a ser trinta reduções, havendo o sistema “tupambaé”, que eram áreas de produção comunitária e o sistema “abambaé”, que eram propriedades privadas para produção familiar.
 
Fonte: Gerência de Comunicação do Sistema OCB-SESCOOP/ES

Cooperativismo


Pesquisadores do cooperativismo se reuniram na capital gaúcha...
 
Em comemoração ao Ano Internacional das Cooperativas, foi realizado na semana passada na cidade de Porto Alegre, o II EBPC - Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo. Marcado heterogeneidade de culturas, evento contou com a presença professores, pesquisadores e estudantes de todas as regiões do País, que reuniram-se para discutir sobre as práticas cooperativistas e a importância do cooperativismo como instrumento capaz de promover o desenvolvimento econômico e social de localidades em situação de risco social.
 
O II EBPC foi aberto na quinta-feria, 30/08, com a palestra magna proferida pelo Embaixador Especial da FAO para o Ano Internacional das Cooperativas, Roberto Rodrigues. O evento foi concluído na sexta-feira, 31/08. Durante o encontro foram apresentados pela comunidade científica inúmeros artigos científicos divididos em sessões temáticas, além dos painéis: Autonomia, Independência e Competitividade das Cooperativas proferida pela pesquisadora da Universidade de Mondragon, Dra. Monica Gago Garcia, e Estratégias inovadoras de gestão: cooperativas e redes de cooperação, proferida pelo professor Dr. Sigismundo Bialoskorski Neto - FEARP USP.
 
Gerar conhecimento para o cooperativismo é investir em um mundo melhor.
 














 
 
 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Notícias

Governo prorroga IPI reduzido para carros, linha branca e material de construção

 
O governo prorrogou a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros, produtos da chamada linha branca --fogão, geladeira, máquina de lavar e tanquinho-- e material de construção, anunciou nesta quarta-feira (29) o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
O benefício fiscal da linha branca venceria nesta sexta-feira (31) e foi estendido para 31 de dezembro. Para carros, o desconto foi mantido por mais dois meses, até 31 de outubro. As medidas de incentivo anunciadas nesta quarta-feira implicarão em uma renúncia fiscal total de R$ 5,5 bilhões neste ano e em 2013.
No caso de material de construção, a prorrogação é para até o fim de 2013. A renúncia fiscal em 2013, com essa medida, é estimada em R$ 1,8 bilhão. Mantega também anunciou a prorrogação até 31 de dezembro deste ano do IPI reduzido para móveis.
Para material de construção, quatro novos produtos (piso laminado, piso de madeira sólida, piso vinílico e drywall) tiveram o imposto reduzido de 5% para zero.
DETALHES
O IPI de veículos foi reduzido no final de maio pelo governo em até sete pontos percentuais, de acordo com o modelo e a cilindrada. No caso dos carros populares, de motor 1.0, a redução foi de 7% para zero. Os veículos álcool e flex com motores entre 1.0 e 2.0 tiveram o IPI reduzido de 11% para 5,5% e os modelos a gasolina com motores entre 1.0 a 2.0 tiveram o IPI reduzido de 13% para 6,5%.
Os carros nacionais acima de 2.000 cilindradas não tiveram a alíquota do imposto reduzida. A prorrogação anunciada por Mantega vale para todos os modelos, até outubro.
No caso da linha branca, essa é a terceira prorrogação do IPI reduzido desde dezembro do ano passado, quando o benefício foi concedido.
O IPI dos fogões, que antes era de 4%, foi zerado. As geladeiras tiveram redução de 15% para 5% do IPI, as máquinas de lavar, de 20% para 10%, e os tanquinhos, de 10% também para zero.
JUROS
Mantega também anunciou a prorrogação até o final do ano do PSI (Programa de Sustentação do Investimento) do BNDES, com redução dos juros para a compra de bens de capital e caminhões de 5,5% para 2,5% ao ano.
Segundo o ministro, a economia brasileira está em gradual recuperação, mas é preciso continuar dando estímulos.
PRESTAÇÃO DE CONTAS
Para pedir a continuidade do IPI reduzido para veículos, a Anfavea (associação das montadoras) apresentou ao ministério dados que mostram que o benefício criou 2.700 mil novos empregos, aumentou a arrecadação de impostos em R$ 188,4 milhões (R$ 1,7 milhão por dia) e fez subir a média diária de licenciamento de veículos em 25,7%.
O setor moveleiro, que emprega 33,7 mil funcionários, disse ter registrado 3.500 novos empregos em 2012, segundo o presidente da Abimóvel (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), José Luiz Diaz Fernandez.
A Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) diz que foram criadas 3.800 vagas no setor da linha branca.
Com os três pacotes anunciado somente neste ano (sem incluir na conta o primeiro pacote, do fim de 2011, e a redução do IPI feita com 40 dias de atraso), o governo federal já abriu mão de R$ 3,3 bilhões em impostos.

Cooperativismo

COOPERATIVISMO TERÁ PARTICIPAÇÃO ESPECIAL NO PRÊMIO PESQUISADOR GAÚCHO


Escrito por Luiz Roberto de Oliveira Junior

premio pesquisador gauchoO estande do Sescoop/RS na 35ª Expointer, em Esteio, recebeu na tarde de ontem (27/08) a solenidade de assinatura de convênio de cooperação celebrado entre o Sistema Ocergs-Sescoop/RS e a Fapergs (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul), que representa a Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico no convênio (Scit). O documento foi assinado pelo presidente e vice do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius e Irno Pretto, pela presidente da Fapergs, Nádya Pesce da Silveira e pelo diretor geral da Escoop, Derli Schmidt.

      A categoria Destaque Pesquisa no Cooperativismo foi incluída no Prêmio Pesquisador Gaúcho como destaque especial, em comemoração ao Ano Internacional das cooperativas, celebrado em todo o mundo pela ONU. A Fapergs realizará a solenidade do Prêmio Pesquisador Gaúcho, no dia 30 de outubro, na FIERGS, com participação especial do Sistema Ocergs-Sescoop/RS. A solenidade reuniu, além das autoridades já citadas, dirigentes de cooperativas, comunidade científica e autoridades.

      O cooperativismo ocupa um lugar de destaque no Rio Grande do Sul, reunindo 2,1 milhões de associados e gerando 52,4 mil empregos diretos e com faturamento crescente no Estado. Entre 2010 e 2011, o faturamento de 527 cooperativas gaúchas cresceu 25%, alcançando R$ 27 bilhões (o equivalente a 11% do PIB gaúcho).

      O sistema cooperativista impressiona pelos números, mas ainda mais pela força com que chegou à contemporaneidade e pela capacidade de renovação. Por esta razão, o cooperativismo gaúcho está focado na qualificação das pessoas, sendo criada, em 2011, a Escola Superior do Cooperativismo do Rio Grande do Sul (Escoop), pioneira no Brasil. Muitos profissionais empenhados em estudar o cooperativismo já passaram por diversos cursos de pós-graduação de universidades gaúchas.

      A categoria Destaque Pesquisa no Cooperativismo do Prêmio Pesquisador Gaúcho, que reconhece o trabalho de pesquisadores e suas contribuições para a sociedade será uma forma de enaltecer a evolução do sistema cooperativista que está focado na formação de recursos humanos visando uma gestão moderna e sólida. Maiores informações no site www.premiopesquisadorgaucho.rs.gov.br