domingo, 4 de dezembro de 2011

Economia Solidária

1ª Troca Solidária reúne artesãos na Abadeus
 
1ª Troca Solidária reúne artesãos na Abadeus
 
A primeira Troca Solidária foi realizada na tarde desta terça-feira, dia 29, no salão de Eventos da Abadeus e reuniu 11 artesãs, que aproveitaram à tarde para trocar experiências, estudar economia solidária e fazer troca de produtos. A iniciativa é do projeto de extensão “Economia solidária e autogestão: novas perspectivas de extensão universitária” da Unesc, juntamente com a Unidade Acadêmica de Ciências Sociais Aplicadas, Abadeus e Cooperativa de Produção e Desenvolvimento Urbano Sustentável – Cooperdus. O evento ainda contou com o apoio PAES (Programa de Ações em Economia Solidária) da Unesc, programa do Governo Federal Brasil Local e da empresa Toque e Arte, pintura e reforma.

A professora de psicologia, Rosa Nadir Teixeira Jerônimo, avaliou o encontro com um bom evento para a primeira edição. A idéia segundo ela é realizar a troca de três em três meses aumentando a participação e também a divulgação. O psicólogo social da Abadeus Ismael Ferreira concorda e propõe não só a troca de produtos, mas também de serviços. “Mais importante que a troca de produtos, é o encontro e a troca de experiências”, afirma.

Dona Dulceneia Nordio, de 58 anos, fez varias trocas. Numa trocou uma bonequinha por uma almofada e em outra, enfeites natalinos por produtos de crochê. “Isso muito importante, é um incentivo ao nosso trabalho. Vamos ganhando experiências com essas iniciativas”, disse a moradora do bairro Paraíso.

Fonte: Difusora 910 em 30/11/2011

Cooperativismo

Mais um passo para a criação de cooperativa de turismo das Jovens Lideranças Cooperativistas
 
Mais um passo para a criação de cooperativa de turismo das Jovens Lideranças Cooperativistas
 
No dia 18 de novembro foi dado mais um importante passo no processo de consolidação para a criação de uma cooperativa de turismo que está nascendo a partir da união de jovens participantes da terceira turma do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas, do Sescoop/RJ. Foi uma palestra sobre a cadeia produtiva do turismo, realizada no auditório do Sistema OCB/Sescoop-RJ, proferida por Jonathan Van Speier, doutor em desenvolvimento sustentável com foco em turismo.


A primeira ação da atual gestão do Sistema OCB/Sescoop-RJ foi, justamente, participar da formatura destes jovens, realizada em maio de 2011, na cidade de Mendes. Além disso, eles serão os primeiros a serem inseridos no programa de incubadora de cooperativas em 2012.


Participaram da abertura da palestra o presidente do Sistema OCB/Sescoop-RJ, Marcos Diaz, o superintendente técnico do Sescoop/RJ, Jorge Barros, as consultoras Patrícia Leal e Georgette Karlin, o instrutor Luiz Carlos Pimenta, os professores José Mauro dos Santos e Adelina Salles, e o gerente da Cremendes, Luis Eduardo. A Cremendes é a cooperativa de crédito que está apoiando esta turma de jovens desde o início de sua formação educacional.


"Trouxemos especialistas no assunto porque entendemos que alguns passos importantes precisam ser dados para capacitar estes jovens, pois este é o papel fundamental do Sescoop/RJ. Acreditamos neste modelo de treinamento para o desenvolvimento educacional e profissional do cooperativismo no Estado do Rio de Janeiro", frisou Marcos Diaz.


Jorge Barros lembrou que em 2012 será desenvolvido um workshop no segmento turismo para o desenvolvimento das cooperativas no Estado do Rio de Janeiro. "Este encontro é um sonho que está iniciando a sua concretização. Esta palestra é o primeiro passo de um grande projeto para desenvolver o cooperativismo de turismo no Rio, fazendo parte de um esqueleto maior, que é a capacitação plena", disse.


Luiz Carlos Pimenta ressaltou que este projeto tem início, meio e fim. "O objetivo maior é criar a cooperativa e fazer com que ela tenha representatividade no cenário do turismo estadual. Será a primeira com este foco naquela região", destacou.


O palestrante, Jonathan Van Speier, PhD pela University of Southern California, transcorreu por diversos aspectos culturais e técnicos necessários para a consolidação de uma cooperativa e fez a ligação entre as características do turismo, a cadeia produtiva do setor, o objetivo geral de uma cooperativa deste ramo e o sistema de desenvolvimento sustentável.


"Foi uma apresentação com perspectiva abrangente, pois os participantes possuíam uma visão extremamente local. É importante eles conhecerem o mercado onde futuramente irão atuar e quais as características e possíveis armadilhas que, provavelmente, irão enfrentar", disse o instrutor, que também é formado na Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).


As consultoras Patrícia e Georgette participarão, em um segundo momento, de treinamento que acontecerá na cidade de Mendes a este grupo de 20 jovens, com foco no empreendedorismo, inovação e na gestão do conhecimento, para auxiliar na conquista de resultados concretos.


Os primeiros na incubadora


Este grupo de jovens cooperativistas serão os primeiros a serem inseridos, em 2012, no programa de incubadora de cooperativas, o Projeto Fazendinha (centro de educação, formação e capacitação de empreendimentos com inovação e lideranças cooperativas), que é uma parceria do Sistema OCB/Sescoop-RJ com a Sociedade Nacional de Agricultura (SNA).


A incubadora de cooperativas Dr. Octávio Mello Alvarenga funcionará em um espaço dentro do Projeto Fazendinha, destinado ao desenvolvimento de empresas cooperativas dos 13 ramos de atuação, e será um campus avançado do Sistema OCB/Sescoop-RJ para a realização de projetos com eixo no tripé empreendedorismo, inovação e sustentabilidade.

Fonte: Leonardo Poyart - Montenegro Comunicação, Assessoria do Sistema OCB/Sescoop-RJ em 30/11/2011

Cooperativismo

Programa da TV Globo destaca Cooperart Poti
 
Programa da TV Globo destaca Cooperart Poti
 
A Cooperativa de Artesanato do Poti Velho, Cooperart Poti, na capital do Piauí, será destaque no Programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios, da Rede Globo. A reportagem sobre a instituição será veiculada no próximo domingo, 04 de dezembro.

As ceramistas da Cooperart Poti serão as personagens da matéria que dará destaque à produção de peças em argila do Pólo Cerâmico do Poti Velho. No programa, será ressaltada a melhoria de vida dessas mulheres, que antes dependiam dos maridos, pescadores do rio Poti, para sobreviver. Através do Projeto de Artesanato do Sebrae no Piauí, elas conquistaram independência financeira e hoje contribuem para o sustento da família.

O Sebrae desenvolveu diversas ações de capacitação, que contribuíram para a atividade cerâmica na região. As antigas donas de casa transformaram-se em competentes e bem remuneradas artesãs. Atualmente, o Polo Cerâmico possui vinte e sete lojas, a maioria sob o comando de mulheres. Uma das primeiras capacitações oferecidas pelo Sebrae teve como instrutora a artista plástica piauiense Kalina Rameiro. A partir daí, as artesãs aprenderam técnicas de design e passaram a utilizá-las na produção de potes, vasos, bijuterias e objetos decorativos.

As mulheres da Cooperart Poti produzem 600 peças por mês, que são comercializadas no Polo Cerâmico e em feiras organizadas pelo Sebrae. A instituição orienta as cooperadas a criarem peças de fácil manuseio e transporte para atender à demanda do mercado. Cada artesã fatura cerca de R$ 500 reais por mês com a venda dos produtos peças em argila.

Para a presidente da Cooperart, Raimunda Teixeira, a divulgação na mídia nacional é um grande reconhecimento. “Ficamos muito felizes. É um trabalho que tem dado resultados positivos. Serve como exemplo de cooperação, mostrando a garra e a presença das mulheres no mercado, além de ser uma importante divulgação da cooperativa”, comenta.

A Cooperart Poti teve início em 2006, com vinte participantes. Atualmente conta com quarenta pessoas trabalhando diretamente na produção, todas capacitadas pelo Sebrae no Piauí. A entidade foi selecionada no Prêmio Sebrae Top 100 de Artesanato, sendo reconhecida como uma das cem melhores unidades de produção do país. A premiação tem como objetivo incentivar os artesãos a melhorarem a gestão e a utilizarem técnicas de sustentabilidade nos seus negócios.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias Piauí em 02/12/2011

Cooperativismo

COOPERATIVISMO: União para ganhar o mercado externo
COOPERATIVISMO: União para ganhar o mercado externo
 
O volume é bem significativo. Só nos primeiros 10 meses desse ano as negociações com o mercado externo chegaram a US$ 5,1 bilhões, um salto de 34,6% sobre os US$ 3,8 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Externo (Secex).

Agronegócio - A maior participação fica por conta das cooperativas do agronegócio, principalmente ligadas à produção de café, complexo da soja (farelo, grão, óleo e bagaço), produtos sucroalcooleiro, carne bovina e de frango. O principal destino exportador é a China, com vendas entre janeiro e outubro desse ano da ordem de US$ 661 milhões, na sequência figuram os Emirados Árabes, Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Japão.

Recordes - "Historicamente as cooperativas estão batendo recordes de profissionalização na gestão e de aperfeiçoamento dos mecanismos de produção", ressalta Gregory Honczar, gerente de desenvolvimento e ramos de mercado da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O executivo destaca que, ao contrário da esmagadora maioria dos países europeus, o Brasil tem 100 milhões de hectares de pastagem possíveis de serem transformados em área agrícola. "A fartura de terras para plantio dão ao país posição de destaque diante do crescimento da demanda por alimento no mundo", diz Honczar. "Assim, as chances dos negócios das cooperativas nacionais no exterior só tendem a ganhar ainda mais espaço nos próximos anos."

Gargalos - Embora o cenário seja positivo, os gargalos a serem sanados ainda são muitos. O chamado Custo Brasil e a falta de infraestrutura logística têm um peso negativo forte sobre a competitividade do produto brasileiro. Para se ter uma ideia, 12% do milho em grão pronto para exportação é perdido na estrada. "Em qualidade, muitas de nossas empresas já conquistaram o mesmo patamar das concorrentes estrangeiras, mas falta estrutura e cultura exportadora", diz Honczar. Uma prova de que as cooperativas estão no caminho certo é que a entidade, em parceria com a Apex-Brasil, consolidou a exportação para 2012 de um lote significativo de produtos lácteos (leite em pó e queijos), com 40% do volume produzido por cooperativas.

De olho na exportação - Com sede em Itápolis, interior de São Paulo, a Cooperativa dos Agropecuaristas Solidários (Coagrosol) foi fundada há 11 anos de olho na exportação. Conta hoje com 40 cooperados, todos de pequeno porte, que juntos produzem 2.500 toneladas de suco de laranja, limão e polpa de manga. Exporta para 12 países, totalizando US$ 7 milhões em negociações no exterior em 2010, volume que deve crescer pelo menos 10% esse ano.

Suco justo - "Sabíamos que havia uma boa demanda de suco de laranja para o mercado europeu de comércio justo, que valoriza a sustentabilidade social e ecológica da produção. Decidimos apostar nesse diferencial para fugir da concorrência dos grandes produtores", diz Reginaldo Vicentim, 30 anos, produtor e diretor comercial da Coagrosol. A trajetória, porém, não foi fácil. O grupo inicial, de 30 cooperados, teve de adaptar suas fazendas, processos e mão de obra a mais de 200 critérios exigidos para a certificação de produção de comércio justo. A primeira exportação foi de 80 quilos, hoje são 2.500 toneladas. Dos 40 associados, apenas oito são produtores orgânicos certificados. Mas eles respondem por 30% do volume exportado.

Amendoim premium - A Cooperativa Agroindustrial (Coplana), de Jaboticabal (SP), é uma das líderes mundiais em amendoim premium, com faturamento de R$ 226 milhões, sendo 30% oriundo de vendas para 20 países. Segundo José Arimatea, superintendente da Coplana, o desempenho é resultado de constantes investimentos em modernizando do cultivo, automação e qualidade. "Ajudamos o país a sair do status de importador de amendoim para exportador", diz.

Fonte: PORTAL DO AGRONEGÓCIO em 02/12/2011

Cooperativismo

Ilhéus (BA): Cooperativa terá área para reciclar
 
Ilhéus (BA): Cooperativa terá área para reciclar
 
O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, assinou nesta quarta-feira (30) o termo de concessão e uso para a Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Ilhéus (Coolimpa) usar, por 20 anos, a área do aterro sanitário do Itariri.

Ela poderá ser usada para a construção de galpões de triagem, separação, prensa e comércio de resíduos sólidos. A iniciativa será um passo definitivo para a consolidação do Programa de Coleta Seletiva na cidade.

Para a presidente da Coolimpa, Desimeire Santos, a concessão dessa área, de 5.809 metros quadrados, "significa a realização de um sonho e a certeza de que os recicladores poderão atuar com mais dignidade, com um espaço próprio e dentro de boas condições".

Com o objetivo de garantir a continuidade das ações que envolvem a gestão integrada do Aterro Sanitário do Itariri, Ilhéus, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) da Bahia e a Companhia de Desenvolvimento Urbano (Conder) também assinaram termo aditivo.

Ele prorroga, por mais um ano, a vigência do convênio de cooperação. O documento visa dar prosseguimento à recuperação física do aterro e à implementação do programa de Coleta Seletiva Solidária.
Fonte: A Região em 02/12/2011

Economia Solidária

Produtos do Cooperativismo Social tem espaço garantido em Campinas
 
Produtos do Cooperativismo Social tem espaço garantido em Campinas
 
Localizada no bairro Cambuí, na cidade de Campinas, a loja Armazém das Oficinas oferece vasta gama de produtos oriundos da Economia Solidária e do Cooperativismo Social, que envolve 450 empreendedores. O local atua há mais de 15 anos promovendo a inclusão social. Vale lembrar, que com a chegada das festas de fim de ano a loja terá trabalho dobrado e a venda de artigos promete ser intensa.

O Armazém das Oficinas foi criado com o objetivo de ser a marca dos produtos artesanais e serviços das oficinas do NOT (Núcleo de Oficinas e Trabalho), programa fruto da parceria entre a Associação Cornélia Vlieg e o Serviço de Saúde Doutor Cândido Ferreira, criado para atender a necessidade de trabalho da população de baixa renda que apresenta quadros de doença mental, vulnerabilidade e não tem oportunidade de inserção no mercado de trabalho.

Quem visita a loja encontra parte de papelaria, iluminação, linha cozinha, espelhos e quadros, caixas, cabideiros, velas e castiçais, linha escritório, linha jardim, ladrilho hidráulico, vitrais artísticos, móveis, decorações e presentes, entre outros artigos. O Armazém das Oficinas está localizado na rua Coronel Quirino, 172, Cambuí. Para mais informações acesse o site www.armazemoficinas.com.br ou ligue para (19) 3251-9677.

Fonte: Rede de Saúde Mental e Economia Solidária em 02/12/2011

Notícias

Angola: Banco de crédito apoia camponeses
 
Angola: Banco de crédito apoia camponeses
 
O Banco de Comércio e Indústria (BCI) disponibilizou aos camponeses e cooperativas de agricultores da província do Huambo cerca 41milhões de kwanzas, em valores que serviram para o fomento da actividade agrícola na região do Planalto Central.


Segundo o presidente do Conselho de Administração do BCI, Filomeno Ceitas, que avançou estes números ao Jornal de Angola à margem da realização de um seminário sobre crédito agrícola e investimentos promovido por aquela instituição bancária na cidade do Huambo, o banco prevê desembolsar em 2012 cerca de 84 milhões de kwanzas em créditos.


O montante destina-se a apoiar pequenos e médios agricultores da província, números que juntados aos créditos já existentes vão perfazer um total de 125 milhões de kwanzas concedidos por aquele banco comercial. De acordo com Filomeno Ceita, o montante que vai ser disponibilizado abrange um universo de 476 camponeses a nível da região do planalto central.


“O nosso banco já estabeleceu parcerias com o governo da província do Huambo, no sentido de assegurar que os resultados deste investimento, assim como o trabalho dos próprios produtores, sejam melhor acompanhados, não só do ponto de vista financeiro, mas também em termos de resultados”, disse.


O objectivo do programa, segundo Filomeno Ceita, é o de aumentar a oferta de produtos do campo para as populações e ajudar o Governo no seu programa de combate à fome e a erradicação da pobreza em todo o espaço nacional.

Fonte: Jornal de Angola em 02/12/2011